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  • CEDAE vai realizar manutenção anual do Guandu na quinta-feira (24/09).

    Durante o serviço o fornecimento de água será interrompido no município do Rio. A Cedae realizará nesta quinta-feira (24/09) a manutenção preventiva anual da Estação de Tratamento de Águas (ETA) Guandu. A intervenção é parte do planejamento operacional da companhia, que visa preparar as principais estações para o verão, período do ano em que há maior consumo de água, além de reduzir a probabilidade de ocorrências de paradas inesperadas. O início do serviço está programado para se iniciar às 8 horas da manhã, e conclusão deve ocorrer às 8 da noite do mesmo dia. Para a realização da manutenção será necessário interromper a produção de água na estação, que atende os municípios do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Queimados, Mesquita, Nilópolis e Belford Roxo. Imóveis que disponham de sistema interno de reserva (cisterna e/ou caixa d’água) não devem sofrer desabastecimento. Mas se possível, é fundamental reprogramar atividades que demandem grande consumo e utilizar água de forma equilibrada – não lavar carros, não encher piscinas, evitar lavar roupas, não regar jardins e diminuir o tempo no banho, por exemplo. A empresa montou esquema especial para atender hospitais e outros serviços essenciais com carros-pipa no período em que a estação estiver inoperante. O sistema será religado imediatamente após a conclusão da manutenção, mas o abastecimento pode levar até 72 horas para se restabelecer totalmente em alguns locais, como regiões mais altas.

  • Dia mundial sem carro: sim, é possível ser ciclista em Jacarepaguá.

    A data foi comemorada na última terça-feira (22/09) e a Lume conversou com ciclistas da região para saber se é possível largar o carro ou o ônibus e ser feliz. O Dia Mundial Sem Carro foi comemorado na última terça-feira dia 22 de setembro. A data busca incentivar o uso de meios alternativos de deslocamento. Ela foi criada em 1997 por ativistas franceses. Eles decidiram se mobilizar para reduzir problemas causados pelo uso do carro, como o aumento da poluição, gasto com matérias-primas e o trânsito caótico. Saindo da Europa, o Rio de Janeiro tem uma extensão cicloviária de 460 km, composta por ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas (pista e calçada). A cidade fica em terceiro lugar, perdendo para São Paulo e Brasília, que estão em primeiro e segundo lugar, respectivamente. Apesar da terceira colocação, ainda estamos muito longe do ideal e os ciclistas da cidade precisam enfrentar diversos desafios no dia-a-dia. A Lume conversou com alguns moradores da nossa região para entender como é a vida de quem trocou o carro pela bicicleta. Pessoas que decidiram deixar a zona de conforto em busca de uma vida mais saudável. A economista e guia de turismo Andrezza Lima, mora na Taquara e trabalha na Barra da Tijuca, todo dia ela precisa percorrer 34 km para ir e voltar do trabalho. Ela decidiu usar a bicicleta para ir trabalhar há 7 anos, desde então não parou mais: "No início eu revezava entre a 'bike' e o carro, mas foi fazendo cada vez menos sentido perder tanto tempo e dinheiro no trânsito, passei a ir de segunda a sexta para o trabalho de 'bike'." A essa altura o carro era um gasto sem sentido, o dinheiro que eu gastaria só com o IPVA e o seguro já cobriria os gastos com Uber no fim de semana e ainda sobraria." Mas a ciclista alerta para os desafios enfrentados: "O que faz mais falta é ciclovia. Em alguns trechos, até tem ciclovia, mas é tão deserta que prefiro ir pela rua. Além disso, ter lugares com infra estrutura para banho e guardar a bicicleta com segurança também faria muita diferença." Ricardo Santos tem 35 anos e é morador da Muzema, todo dia vai pedalando para Copacabana, seu trajeto tem ao todo 20 km, o que faz com que o Ricardo acumule 40 km diários, de segunda a sexta. Em novembro o motorista profissional vai completar 1 ano sem usar ônibus ou carro para chegar ao trabalho. Quando perguntado sobre voltar a usar outro tipo de transporte, Ricardo diz que nem pensa na possibilidade: "Nem passa pela cabeça, os benefícios não deixam!" Sobre o que poderia melhorar na infra estrutura urbana ele enumera diversos fatores: "Ciclovias, ciclofaixa (feitas da forma certa), muita sinalização com mais cuidado ao ciclista e bom senso de todos os envolvidos. Asfalto sem buracos e bocas de lobo com grade." Sandra Talarico é psicóloga e instrutora de Yoga, desde de 2012 se desloca pela cidade sobre duas rodas, durante 4 anos fez o trajeto Posto 5 ( praia da Barra da Tijuca) - Península, mas desde 2017 começou a fazer trajetos mais longos como sair da Barra e ir para bairros como Itanhangá, Taquara, Recreio ou Flamengo, neste último fazendo integração com o metrô. A psicóloga falou sobre a necessidade de se pensar nas integrações como um aspecto do planejamento da mobilidade urbana: "Integrar transporte ativo com metrô, ônibus, trem, barcas... é necessário. E acaba sendo investimento em saúde pública e meio ambiente também." "Também uso bicicleta para passear, fazer atividade física, encontrar amigos, ir visitar meus pais, ir ao supermercado ou farmácia." "Em 2016 descobri que posso viajar de bicicleta. Já fui para outras cidades aqui perto do Rio e já visitei a Argentina e o Chile de bicicleta. Minhas melhores experiências de viagem foram pedalando." Sandra conta ainda que vendeu seu carro em 2013 com o propósito de nunca mais ter um: "Claro que ainda uso carro. Mas já desacredito no carro como bem particular. Em geral, alugo carro para determinados tipos de viagens. É ótimo o custo benefício. E tem a diversão de poder sempre experimentar um carro novo se quiser ou precisar." Os exemplos mostram que é possível conciliar uma vida saudável e ajudar o meio ambiente com a correria do dia-a-dia. Os desafios ainda são muitos, e a estrutura deveria melhorar, mas é muito importante saber que já tem gente dando o primeiro passo na busca por um trânsito melhor.

  • Prefeitura tapa buraco na Avenida Engenheiro Souza Filho

    O reparo foi feito na tarde desta quinta-feira (17/09). Após muitas reclamações de moradores e motoristas, agentes da secretaria de conservação fizeram o reparo em um grande buraco que estava há alguns meses atrapalhando a vida dos motoristas que passavam pela Avenida Engenheiro Souza Filho, principal via da comunidade. A Agência Lume já tinha denunciado o caso em reportagem publicada no último sábado ( leia aqui ). A fenda que atrapalhava os moradores é apenas um problema em meio aos diversos buracos pelas ruas da comunidade.

  • CEDAE vai realizar obra no Anil

    Medida que visa melhorar o abastecimento na região será realizada na próxima quinta-feira (08/10). Na próxima quinta-feira (08/10), o abastecimento da Avenida Tenente Coronel Muniz Aragão, da Rua Carlos Nascimento, da Estrada Engenho D'Água, da Rua Guilherme Moreira e de parte do bairro Gardênia Azul, será reduzido. O motivo é uma obra que será realizada pela CEDAE na região. Segundo a CEDAE a obra visa a melhoria operacional do sistema de abastecimento de água do Anil. Dois sistemas de abastecimento já existentes serão interligados na Estrada Engenho D'Água, entre os números 1.451 e 1.539. O serviço vai começar às 9h30 e deve ser concluído até às 21:30h, quando os dois sistemas serão recolocados em carga. Em alguns locais, porém - como ruas altas -, o fornecimento de água pode levar até 48 horas para se normalizar. A CEDAE informou que moradores de imóveis que dispõem de sistema de reserva (caixas d'água e/ou cisterna) não devem sofrer desabastecimento. Mesmo assim, a Companhia pede que os clientes usem água de forma equilibrada, e adiem tarefas não essenciais que exijam grande consumo de água. Clientes da Cedae podem solicitar o abastecimento por caminhão pipa pelo 0800-282-1195.

  • Como funcionam os cargos de prefeito e vereador

    Entenda um pouco sobre as obrigações do prefeito e dos vereadores da cidade do Rio de Janeiro. No dia 15 de novembro, teremos as eleições municipais que definirão quem será o próximo prefeito da cidade do Rio de Janeiro, e os 51 novos vereadores que irão compor a Câmara Municipal entre 2021 e 2024. No caso da prefeitura, poderá ocorrer um segundo turno, marcado para o dia 29 de novembro. Na eleição desse ano, serão mais de 4 milhões de eleitores aptos a votar na cidade, que irão escolher entre um dos 13 candidatos a prefeitura, e 1.811 candidatos a vereador. Mas você sabe o que esses dois cargos fazem? A Agência Lume traz para você uma breve explicação de quais são as obrigações de prefeitos e vereadores. Veja a seguir o que eles podem ou não fazer: Prefeito Responsável pelo poder executivo, o prefeito decide onde irá aplicar os recursos repassados pelos governos estadual e federal. Ele também é responsável por administrar o que é arrecadado dos impostos municipais, como o IPTU e o ISS. O prefeito designa secretários para cuidar das áreas públicas, como segurança, meio ambiente, saúde e educação. O prefeito também atua em conjunto com os vereadores. Ele verifica as leis propostas pela Câmara, decidindo se aprova, ou se as veta. E como gestor, pode também propor leis, que são enviadas para o plenário da Câmara Municipal, onde os vereadores votam pela sua aprovação, ou rejeição. O prefeito tem a missão de representar o município em todas as circunstâncias, desde uma reunião com o Governo, até um evento internacional onde a cidade do Rio de Janeiro estará presente. Para concorrer ao cargo de prefeito, o candidato precisa: Ter mais de 21 anos. Ser filiado a um partido político. Ter nacionalidade brasileira. Ter o domicílio eleitoral no local que irá concorrer. Ser alfabetizado. Estar em dia com a justiça eleitoral. O prefeito é eleito por voto absoluto, ou seja, 50% dos votos válidos (não contados os votos brancos e nulos) + 1. Se no primeiro turno, o candidato não obter essa porcentagem, as eleições são definidas em um segundo turno, onde os dois mais votados se enfrentam. Para saber: Atualmente, voto em branco ou nulo não irá para o candidato mais votado, como se diz na crença popular. Antigamente, quando se votava em papel, a eleição era contabilizada em votos totais, ou seja, quem não votava em ninguém também era contabilizado, e esse voto em “branco” era transferido para o candidato mais votado. Com a constituição de 1988, e a mudança do voto para a urna eletrônica os votos brancos e nulos passaram a não ser computados para mais ninguém. Vereador O vereador é uma espécie de porta-voz da população, e faz parte do poder legislativo. Um vereador tem a missão de elaborar os projetos de leis da cidade, discutindo e votando no plenário. Fiscalizar o prefeito e as instituições públicas também é uma obrigação do vereador. Ele verifica onde está sendo aplicado o dinheiro e aprova (ou não) a chamada Lei Orçamentária Anual (LOA), que é o documento que o prefeito envia à Câmara com os gastos e aplicações do dinheiro em caixa da prefeitura da cidade para o ano seguinte ao vigente. Um vereador tem que ser o elo entre a cidade e o prefeito. Ele é quem ouve o cidadão de sua comunidade, ou do seu bairro, para que possa entender quais são os problemas e dificuldades do local. A cada quatro anos toda a Câmara Municipal é renovada, e diferente da eleição do prefeito, os vereadores são eleitos de forma proporcional, ou seja, as vagas ao cargo de vereador são distribuídas para aqueles que alcançaram 10% do quociente eleitoral. Veja um exemplo de como funciona esse quociente: O quociente eleitoral é calculado dividindo a quantidade de votos válidos, pelo número de cadeiras na Câmara Municipal. Exemplo 1: Se no Rio de Janeiro tivermos 3.060.000 (três milhões e sessenta mil) votos válidos, essa quantidade será dividida pelas 51 vagas da Câmara, que dá um total de 60 mil no quociente eleitoral. 3.060.000/51 = 60.000 Para eleger os vereadores, são somados todos os votos recebidos pelos candidatos do partido, e esses votos são divididos pelo quociente eleitoral, assim, decidindo o chamado quociente partidário e, consequentemente, o número de vagas do partido para a Câmara. Exemplo 2: Um partido teve 15 candidatos, que com os votos somados chegaram a 300 mil. Todos esses votos serão divididos pelo quociente eleitoral, que tinha dado 60 mil na conta anterior. Dando um total de 5 no quociente partidário, ou seja, esse partido teria 5 cadeiras na Câmara Municipal. Os 5 mais votados do partido, atingindo o mínimo de 10% do quociente eleitoral, que seria de 6 mil, seriam os eleitos. 300.000/60.000 = 5 10% de 60.000 = 6.000 Para concorrer as eleições, o candidato a vereador precisa: Ter mais de 18 anos. Ter nacionalidade brasileira. Estar em dia com a justiça eleitoral. Ter o domicílio eleitoral na cidade em que irá concorrer. Ser filiado a um partido político. Então nas eleições desse ano tem muita coisa a se pensar e muito a se fazer, acompanhe a Agência Lume nessa cobertura especial das eleições 2020.

  • Guarda Municipal vai atuar em apoio as eleições 2020 com 960 guardas

    As equipes atuarão em turnos, a pé e também com auxílio de 58 viaturas e 12 motocicletas em todas as regiões da cidade. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro estará presente nas ruas com um efetivo de 960 guardas no próximo domingo dia 15/11. O objetivo é apoiar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) durante o primeiro turno das eleições municipais deste ano. Do total, 520 guardas irão atuar em 141 locais de votação definidos pelo TRE, e irã realizar ações de ordenamento urbano, fiscalização de trânsito e coibindo aglomerações. Outros 440 guardas pertencem a grupamentos especiais da GM-Rio e estarão em apoio às unidades operacionais no entorno dos locais de votação e poderão ser acionados em caso de necessidade. O efetivo irá auxiliar os cidadãos para que possam chegar com tranquilidade às seções eleitorais. Os guardas também terão foco na fluidez do trânsito e segurança viária, orientando a travessia em locais seguros e para evitar invasões e aglomerações nas pistas. O apoio também se fará presente em dez pontos de interdição viária nos bairros do Centro do Rio, Cidade Nova, Irajá, Méier, Olaria, Sulacap, São Cristóvão e Campo Grande, durante o transporte e distribuição de urnas eletrônicas. A ação terá início na manhã de sábado, dia 14. Fonte: https://prefeitura.rio/cidade/guarda-municipal-atuara-com-960-guardas-em-apoio-as-eleicoes-2020/

  • Saiba como justificar seu voto pelo e-Título

    O aplicativo da Justiça Eleitoral disponibiliza o serviço para eleitores que estão fora de seu domicílio eleitoral. Votar é obrigatório no país, todo eleitor que não comparecer ao seu local de votação no dia do pleito estará obrigado a justificar a sua ausência. Caso não justifique, o eleitor terá suspenso diversos de seus direitos civis caso não regularize sua situação na Justiça Eleitoral. Uma das justificativas aceitas para não se ir votar, é encontra-se fora do seu domicílio eleitoral no dia da votação. Nestas eleições, por conta da pandemia da COVID-19, o Tribunal Superior Eleitoral, TSE, resolveu oferecer mais uma forma de justificar a ausência. Neste ano foi adicionado ao aplicativo 'e-Título', uma funcionalidade que permite justificar a ausência por meio de um sistema de georrefenciamento, existente nos aparelhos celulares. Dessa forma é possível saber se o eleitor está realmente fora do seu domicílio eleitoral. A justificativa por georrefenciamento só estará disponível no dia e horário da votação, no caso do primeiro turno, domingo dia 15/11, das 7h às 17h. Além disso, pelo aplicativo, o eleitor também poderá justificar ausência por outros motivos, como problemas de saúde por exemplo. Porém deverá ser feito depois da eleição, num prazo de 60 dias. O aplicativo pode ser baixado nas plataformas 'Google Play' e 'App Store'. Veja o passo a passo: Após baixar o aplicativo, o eleitor deverá fazer um cadastro, ele deve preencher um formulário com dados como CPF ou número do título de eleitor; nome completo; e nome dos pais. Após essa etapa o aplicativo irá fazer algumas perguntas para confirmar a identidade do eleitor. Após fazer o cadastro o aplicativo irá pedir para que o eleitor cadastre uma senha, que deverá ser usada para entrar no 'e-Título'. Depois do cadastro da senha o eleitor já terá acesso a todas as funcionalidades do aplicativo. Ao entrar acessar o 'e-Título' o usuário irá encontrar diversas informações em sua tela principal: seu nome; número do título de eleitor; data de nascimento; número da seção eleitoral; número da zona eleitoral; sua situação em relação ao cadastro da biometria; e um QR code com o código de validação. Na parte inferior da tela o eleitor encontrará um menu. Veja: 6. No menu encontrado na parte inferior da tela o usuário deverá escolher o botão "mais opções". Na tela que irá se abrir, o usuário deverá escolher a opção “Justificativa de ausência”, o eleitor deve então preencher o campo alegando o motivo que o fez se ausentar das eleições. Nesta etapa, é fundamental preencher o e-mail de contato para que a Justiça Eleitoral envie a notificação de aprovação ou reprovação. Veja a baixo: 7. Com todos os passos anteriores concluídos, o eleitor deve anexar um documento (nos formatos de JPG, PNG ou PDF) que evidencie sua necessidade de ter se ausentado da votação, e, desta forma, encerrar a solicitação. Vale lembrar que outros meios para justificar ausência também estão disponíveis, como o preenchimento do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser baixado pelo eleitor na página do TSE e estará disponível também em papel nos cartórios eleitorais, postos e centrais de atendimento ao eleitor, e no dia do pleito, nos locais de votação ou de justificativa, e em outro locais previamente autorizados. Pela internet o eleitor também poderá utilizar o sistema justifica. A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Nesse caso, se o eleitor deixou de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno. O eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias, mas deve estar atento a eventual revisão do eleitorado no município onde for inscrito, visto que o não atendimento à convocação da Justiça Eleitoral para esse levará ao cancelamento de seu título eleitoral. Veja também: Confira as principais mudanças nas eleições municipais durante a pandemia do coronavírus. Veja também: Como funcionam os cargos de prefeito e vereador.

  • Eleições 2020: Confira os 51 vereadores eleitos para a Câmara Municipal

    PSOL, Republicanos e Democratas terão as maiores bancadas. Ontem (15/11), foram eleitos os 51 vereadores que irão compor a Câmara Municipal nos próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas, PSOL, Republicanos e o Democratas foram os partidos que mais obtiveram cadeiras na casa, com 7 cada. Seguido pelo PSD, PT e Avante, com 3 cadeiras cada. PL, PSC, Cidadania, PP e PTB conquistaram 2 cadeiras cada. Solidariedade, PMN, Democracia Cristã, Podemos, PROS, PDT, Patriotas, PSL, Novo, PTC e MDB conseguiram uma cadeira cada. 34 vereadores foram reeleitos, contra 17 que não faziam parte do plenário da Câmara. Dentre os reeleitos, Tarcísio Mota, do PSOL foi o destaque, sendo mais votado com 86.243 mil votos, e Carlos Bolsonaro, do Republicanos, ficou em segundo, com 71 mil votos, invertendo o resultado de 2016, quando o Republicano ficou em primeiro e o Psolista em segundo. Entre os novatos da Câmara, destacaram-se o youtuber bolsonarista e ex-PM Gabriel Monteiro, filiado ao PSD, que conseguiu 60.326 votos e foi o terceiro mais votado da cidade, . Marcos Braz, vice de futebol do Flamengo e filiado ao PL também foi um dos eleitos mais votados, com 40.938 votos, e vai a Câmara pela primeira vez. Outros nomes novos na câmara serão os de Mônica Benício (PSOL), viúva de Marielle Franco e Tainá de Paula, do PT. Confira a lista com os 51 vereadores eleitos: Tarcisio Mota (PSOL) - 86.243 votos Carlos Bolsonaro (Republicanos) - 71.000 votos Gabriel Monteiro (PSD) - 60.236 votos Cesar Maia (DEM) - 55.031 votos Chico Alencar (PSOL) - 49.422 votos Marcos Braz (PL) - 40.938 votos Rosa Fernandes (PSC) - 26.409 votos Carlo Caiado (DEM) - 26.212 votos Tainá de Paula (PT) - 24.881 votos Luciano Vieira (Avante) - 24.070 votos Monica Benicio (PSOL) - 22.919 votos Inaldo Silva (Republicanos) - 21.885 votos Teresa Bergher (Cidadania) - 21.131 votos Felipe Michel (PP) - 20.936 votos João Mendes de Jesus (Republicanos) - 20.811 votos Junior da Lucinha (PL) - 19.732 votos Marcio Ribeiro (Avante) - 19.383 votos Vera Lins (PP) - 19.242 votos Tânia Bastos (Republicanos) - 19.027 votos Thiago K. Ribeiro (DEM) - 18.960 votos Rafaela Aloisio Freitas (Cidadania) - 18.851 votos Jorge Felippe (DEM) - 18.507 votos Verônica Costa (DEM) - 17.939 votos Alexandre Isquierdo (DEM) - 17.764 votos Reimont (PT) - 16.082 votos Jairinho (SD) - 16.061 votos Luiz Carlos Ramos Filho (PMN) - 15.602 votos Luciana Novaes (PT) - 15.311 votos Willian Coelho (DC) - 15.126 votos Dr. Carlos Eduardo (Podemos) - 15.026 votos Paulo Pinheiro (PSOL) - 14.760 votos Ulisses Martins (Republicanos) - 14.660 votos Laura Carneiro (DEM) - 14.646 votos Thais Ferreira (PSOL) - 14.284 votos Zico (Republicanos) - 13.964 votos Jair da Mendes Gomes (PROS) - 13.595 votos Wellington Dias (PDT) - 13.327 votos Marcelo Arar (PTB) - 12.330 votos Jones Moura (PSD) - 11.597 votos Renato Moura (Patriota) - 10.588 votos Celso Costa (Republicanos) - 10.523 votos Dr. João Ricardo (PSC) - 10.227 votos Pedro Duarte (Novo) - 10.069 votos William Siri (PSOL) - 9.957 votos Dr. Gilberto (PTC) - 9.445 votos Rocal (PSD) - 9.280 votos Dr. Marcos Paulo (PSOL) - 9.009 votos Waldir Brazão (Avante) - 8.332 votos Marcio Santos de Araújo (PTB) - 7.467 votos Rogério Amorim (PSL) - 6.719 votos Vitor Hugo (MDB) - 5.423 votos Nessas eleições foram 2.591.455 votos dados a candidatos, ou na legenda. Além de 240.094 votos em branco, e 381.614 votos nulos. Os eleitos tomam posse no dia primeiro de janeiro de 2021. Agora resta a população cobrá-los pelos próximos quatro anos, para melhorias de nossos bairros e comunidades, além da fiscalização que os vereadores devem fazer da gestão municipal.

  • Política suja: Quem limpa os santinhos jogados no chão?

    O 'derramamento' de santinhos é crime de propaganda eleitoral irregular e crime ambiental, e pode gerar detenção e multa. O período eleitoral chegou, e com ele os famosos santinhos, esse pequeno panfleto ou cartão que contém o nome e o número dos candidatos. Esse tipo de material tem sua distribuição permitida até o dia anterior ao pleito, mas não deve ser distribuído ou 'derramado' no dia da votação. A prática configura crime de propaganda eleitoral irregular e crime ambiental, cujas penalidades são detenção, de seis meses a um ano e reclusão, de um a quatro anos, respectivamente, além de multa. Independente das proibições, o que se pode perceber neste ano é que a prática continua sendo usada, principalmente nos locais próximos as escolas onde existe votação. O que se viu no último domingo (15/11) foi muita sujeira pelo chão. E a gente fica se perguntando, quem vai limpar isso? É realmente lamentável ver que a prática se repete todo ano eleitoral. Mais revoltante ainda é saber que quem vai pagar por essa limpeza somos nós, os cidadãos, já que é a prefeitura a responsável pela limpeza urbana. Só neste ano 1.940 garis participaram da limpeza das imediações de todas as seções eleitorais do município. O trabalho começou às 17h no domingo, assim que a votação terminou. Os garis receberam a ajuda de 277 veículos, entre viaturas para a varrição mecanizada, lavagem hidráulica e caminhões de coleta e destinação de resíduos. Saber que a cada ano eleitoral essa prática continua viva diz muito sobre quem somos, e sobre quem nós escolhemos para nos representar.

  • Eleições na pandemia: Quando e como vai ser?

    Confira as principais mudanças nas eleições municipais durante a pandemia do coronavírus. No dia 15 de novembro, os cariocas decidem nas urnas o futuro prefeito, vice-prefeito e vereadores da cidade do Rio de Janeiro. Havendo a necessidade de um segundo turno, a votação acontecerá no dia 29 do mesmo mês. Mas você já sabe quais foram as mudanças implementadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para evitar o contágio do novo coronavírus? Confira abaixo: Antes de tudo, confira o seu local de votação. A Justiça Eleitoral recomenda que todos verifiquem a sua seção eleitoral. É simples: basta acessar o site do TRE - RJ clicando aqui, depois abra a aba "Eleitor", acesse "Local de Votação" e preencha seu nome, data de nascimento e nome da mãe. Fique atento aos horários! O horário de funcionamento das seções eleitorais foi ampliado em uma hora, ou seja, os eleitores poderão voltar de 7h às 17h. Os idosos e pessoas do grupo de risco terão horário preferencial de 7h às 10h. O TSE também informou que haverá um planejamento para assegurar o distanciamento social entre os eleitores. Identificação biométrica: vai ter? Para diminuir a exposição dos eleitores ao vírus, o TSE determinou que, neste ano, não haverá identificação biométrica para evitar que o eleitor tenha contato com a superfície da máquina. Além disso, a medida encurta o tempo do votante dentro da seção, diminuindo os riscos de aglomeração. O que o eleitor deve levar? Além do documento com foto para exercer o direito ao voto, o eleitor só poderá entrar na seção com o uso da máscara para se proteger contra o COVID-19. O TSE também orienta que cada pessoa leve sua própria caneta para assinar o caderno de votação, mas irá disponibilizar canetas higienizadas para os que não levarem. Além disso, será oferecido álcool em gel para os votantes. Lembrando que o distanciamento social é uma das medidas contra o vírus e também será implantada nos locais de votação. Vou ser mesário! E agora? Se você foi convocado para ser mesário nessas eleições, precisa ficar atento às medidas: todos os trabalhadores receberão equipamentos de proteção, como máscaras em três camadas, protetores faciais (face shiels) e álcool em gel. Você também pode conferir as entrevistas com os candidatos à prefeitura do Rio no nosso site. Para entender melhor o que faz os cargos disputados nessas eleições, acesse nossa matéria clicando aqui.

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