Resultados
Search this site
1599 resultados encontrados com uma busca vazia
- Setembro chegou e o Dia da Comunidade de Rio das Pedras também
Desde 2005, o dia 6 é uma data oficial no calendário do município. O momento é de celebração. No mês passado a Lume completou 2 anos, e agora setembro chegou com mais uma data importantíssima, o Dia da Comunidade de Rio das Pedras. Instaurado no calendário oficial do município do Rio de Janeiro, desde o ano de 2005. Se Rio das Pedras tem uma data de aniversário não sabemos, mas de fato, há 17 anos tem um dia só seu. Um momento de parar e pensar sobre todos os caminhos que nos trouxeram a este lugar, que para nós é tão complexo e representativo. A Lume vive falando de Rio das Pedras, ano passado fizemos um outro editorial bem nostálgico que tentou traçar os diversos sentimentos que envolvem ser um Rio das Pedrense. (você pode ler aqui). Mas nesse ano de 2022, pensamos em deixar algumas reflexões. Cada um pode pensar ou não sobre o tema, pode responder ou não, e também pode ou não gostar, mas vale a reflexão. Durante todos esse anos, uma das coisas que mais incomodaram muitos moradores foi como nos marginalizavam em todos os cantos. A propósito, esse foi um dos motivos pelo qual a Lume e sua equipe decidiram criar uma agência de notícias com moradores, e que falasse para moradores. A forma como se referem ao lugar onde vivemos e construímos não só uma vida, mais uma história, não é um exclusividade de Rio das Pedras, está presente em diversas áreas periféricas, mas não deixa de incomodar. Somos constantemente reduzidos ao clichês mais injustos, e dizer "moro em Rio das Pedras" se tornou muito difícil. Desde as primeiras ocupações, moradores mais antigos já se queixavam da falta de serviços públicos e do preconceito que moradores de bairros vizinhos, e mais ricos, tinham com a região. Éramos vistos apenas como massa trabalhadora. É um orgulho muito grande ser um trabalhador, ser inferiorizado é o problema. O tempo foi passando e os serviços foram chegando, Rio das Pedras ficou enorme, com um contingente populacional maior do que em muitas cidades do Brasil. Mas ainda hoje nem mesmo a mídia sabe dizer onde começa e o onde termina Rio das Pedras. Quantas vezes corremos até a frente da TV para assistir uma matéria, pois o repórter dizia "estamos em Rio das Pedras", mas grande era nossa cara de surpresa ao perceber que o jornalista estava na Muzema. Não saber onde se inicia e onde termina uma região não é um erro qualquer. Com certeza as mídias sabem onde começa e onde termina o bairro de Copacabana, e tantos outros do Rio. Ninguém é obrigado a saber, mas tem o dever de perguntar já que pretende 'informar'. Ou será que colocar na conta do Rio das Pedras, ou da Muzema, problemas que não são desses lugares não vai fazer diferença? "Rio das Pedras já vive alagado mesmo, e daí que era Muzema?" Então a reflexão que deixo hoje é a de que depois de tantos anos, Rio das Pedras e seus moradores ainda não tem sua identidade local respeitada. Pessoas que chegam a outros lugares e falam bem de Rio das Pedras muitas vezes são mal vistas. "Como pode alguém gostar de viver num lugar tão sujo?" Entretanto, se calar ou dizer alguma coisa depende apenas da gente. Por isso, neste dia 6, convido você leitor, a publicar uma foto de Rio das Pedras. Pode ser você na comunidade, pode ser uma paisagem, ou qualquer outra imagem que ache importante. Publique uma foto de Rio das Pedras e marque a Agência Lume. Vamos juntos comemorar mais um dia 6 de setembro, e mostrar ao resto da cidade que existe sim muita coisa boa na nossa comunidade.
- Prefeitura retoma atendimentos para CadÚnico nos CRAS
Serviços foram paralisados após ataque hacker, cada unidade do CRAS atenderá 60 pessoas por dia. A Prefeitura do Rio retomou nesta segunda-feira (05/09), os atendimentos para CadÚnico. Segundo segundo uma publicação realizada no perfil oficial da Prefeitura do Rio nas redes sociais, cada unidade do CRAS atenderá 60 pessoas por dia. Os atendimentos para o serviço estavam com problemas desde o dia 15 de agosto quando ataque hacker afetou o datacenter do município. Os atendimentos serão realizados nas 47 unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) instaladas na cidade. Muitas pessoas aguardam o atendimento, o sistema é necessário para a atualização do cadastro dos beneficiários dos programas sociais federais. Um plano de contingência da Secretaria Municipal de Assistência Sociais (SMAS) foi iniciado para garantir o retorno dos atendimentos. O horário de atendimento das unidades do CRAS é de 8h às 17h, o CRAS de referência das regiões de Rio das Pedras e Anil é o CRAS Marcio Brotto, localizado na Rua General José Eulálio, 142, no bairro do anil. O telefone é: (21) 2447-1803.
- Agosto é o mês da Lume
Agência de comunicação completa 2 anos nesta quinta-feira (18), com muitas vitórias a comemorar. Por: Fernanda Calé O ano passou correndo como de costume já estamos no mês de agosto. Aquele conhecido por muitos como o mês do desgosto, um mês onde nada dá certo e sobretudo, um mês marcado por diversos acontecimentos trágicos no âmbito nacional e internacional. A fama do mês de agosto é bem conhecida e não vou ocupar essa publicação tentando explicá-la. Mas existe quem fale bem do mês, e são em sua maioria os aniversariantes deste mês tão contraditório. Até dois anos atrás eu era uma das que lamentava o fim de julho, e sofria durante os 31 dias de agosto, mas tão infortúnio quanto o mês de agosto foi, o agora tão distante, ano de 2020. E foi justamente no meio de um ano tão ruim - um ano para se esquecer, eu diria - e num mês tão controverso, que a Agência Lume foi criada. E como já dizia o filósofo alemão, Friedrich Nietzsche, "o que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.". E foi assim que a Agência Lume nasceu. Quem vê a Lume 'toda-toda', planejada e bem organizada como é hoje, nem imagina em que circunstâncias nossa agência se iniciou. Pode parecer horrível, mas olhando para trás eu diria que tinha tudo para dar errado. Apesar disso, ela era a nossa última chance, aquela cartada final, a última madeira que boiava no Titanic, e nós nos agarramos a ela como Jack não fez. Éramos nós 3 contra todas as adversidades, e durante algum tempo foi assim. A diferença é que estávamos juntos para errar, acertar e reclamar. Acima de tudo estávamos juntos. E logo se juntaram a nós pessoas que acreditaram nessa loucura. Olharam nos nossos olhos e entenderam que não era fácil, mas era possível. Hoje a Agência Lume completa 2 anos, e ainda somos nós 3 contra o mundo, entretanto, hoje sabemos que não é apenas a única chance, é a chance! E independente do que os próximos 10 anos nos reservem, a Agência Lume não é uma loucura, ela não é uma moda, e nem é qualquer coisa. O caminho para transformar a Lume no que sempre sonhamos ainda é longo, mas olha só onde a gente já chegou! Ainda não somos nada, mas para muitas pessoas já representamos tudo. E é para você que lê nossas notícias diariamente, dá sua opinião, reclama e agradece, que nós estamos aqui. Por isso vamos comemorar até o próximo mês de agosto, dos muitos que ainda passaremos juntos.
- Lume Informa: Últimos dias de inscrições para IFRJ
Instituto Federal oferece 1.700 vagas para Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Última oportunidade para estudantes que querem concorrer a uma das 1.700 vagas oferecidas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro. As inscrições se encerram amanhã (04/09). Quem pode participar? Podem participar estudantes que desejam cursar o Ensino Médio de nível técnico. Os candidatos precisarão fazer um prova, abrangendo conteúdos de disciplinas do Ensino Fundamental, visando preencher um total de 1.782 (mil setecentos e oitenta e duas) vagas nos campi do IFRJ. Serão considerados dois sistemas de vagas, a saber, Sistema de Reserva de Vagas para Escolas Públicas (grupos 1 a 8) e Ampla Concorrência (grupo 9). Do total de vagas, 50% serão oferecidas para Ampla Concorrência (grupo 9) e 50% serão oferecidas para o Sistema de Reserva de Vagas para Escolas Públicas (grupos 1 a 8). Para mais informações sobre o sistema de reserva de vagas acesse: https://portal.ifrj.edu.br/ Veja o edital do concurso: https://portal.ifrj.edu.br/processo-seletivo-tecnico/ Fonte: https://portal.ifrj.edu.br/inscricoes-vao-ate-4-setembro
- Rio das Pedras: a luta pela urbanização de favelas em Jacarepaguá desde a década de 1980
Por: Renato Souza Dória. Professor e pesquisador do IHBAJA Uma das últimas favelas da Baixada de Jacarepaguá a passar pelo drama da ameaça de remoção foi a de Rio das Pedras, em agosto de 2017. No mês anterior, o então prefeito da cidade Marcelo Crivella reuniu-se com um grupo de empresários para discutir um projeto de reurbanização para o Rio das Pedras, que pretendia “verticalizar” a favela a um custo de quase 2 bilhões de reais. Ainda de acordo com a proposta da Prefeitura, cerca de 80 mil moradores seriam afetados pela iniciativa e teriam que ser realocados em um terreno próximo à favela, enquanto as empreiteiras construíssem, em até um ano, inúmeros prédios de até 12 andares. Os apartamentos construídos pelas empreiteiras seriam vendidos aos moradores por meio de financiamento do Programa Minha Casa, Minha Vida. Contudo, quando os moradores tomaram conhecimento da proposta, identificaram inúmeros problemas e começaram a organizar uma resistência. Realizaram várias manifestações, inclusive na Câmara Municipal. Passaram a defender a permanência nas próprias casas e a continuidade de ações de saneamento e instalação de infraestrutura de serviços. Uma comissão de moradores, tendo inúmeras mulheres a frente, alertou sobre a existência de interesses imobiliários no projeto apresentado pela Prefeitura e destacou que o mesmo foi feito pouco tempo depois das empresas Cedae e Light investirem mais de 140 milhões de reais em infraestrutura para ofertar futuros serviços. Além disso, a comissão alertava para a possibilidade de muitas famílias não conseguirem arcar com os custos de manutenção da nova moradia, demonstrando que a remoção dos moradores seria uma das consequências do projeto apresentado pelo Prefeito Crivella. Mas essa luta contra a remoção e pela urbanização de favelas na Baixada de Jacarepaguá é antiga. Moradores de Vila Autódromo, por exemplo, defendem a urbanização de favelas como alternativa à política de remoção, pelo menos, desde o primeiro governo César Maia, no início da década de 1990, durante as primeiras tentativas de remoção por parte da subprefeitura. Mas no início da década de 1980 outra favela liderava as ações de reivindicação por políticas públicas de saneamento básico e urbanização em Jacarepaguá: Rio das Pedras. Durante os governos estaduais de Chagas Freitas e Leonel Brizola a pressão dos moradores de Rio das Pedras foi constante. Regularização fundiária, saneamento básico e urbanização constavam na pauta de reivindicações dos moradores desta e de outras favelas da região já no início dos anos 1980. A necessidade de sobrevivência, a manutenção de formas de sociabilidades locais e a luta por uma vida mais digna em uma das favelas mais populosas do subúrbio carioca eram as principais motivações que impulsionavam os moradores de Rio das Pedras para a mobilização política. Às vésperas das eleições de 1982 uma comissão de mais de 200 mulheres, representando mais de 17 mil moradores de Rio das Pedras, entregou um documento ao então secretário estadual de desenvolvimento social, Vicente Barreto, apresentando duas reivindicações fundamentais: título de propriedade e saneamento básico. “Em seu documento, os moradores reclamam que nos últimos 10 meses morreram dez moradores vítimas de diarreia, verminose e hepatite, em consequência da falta de dragagem do canal do Rio das Pedras.” No mês de novembro do ano de 1983, o jornal Última Hora noticiava que “...moradores das vinte favelas de Jacarepaguá vão ao Palácio Guanabara pedir ao Governador do Estado a revisão do Plano de Saneamento para a área de Jacarepaguá e Barra da Tijuca.” Na ocasião, os moradores de Rio das Pedras alegavam que antes mesmo do plano ser elaborado já havia a cobrança dos moradores de favelas junto à Cedae para realização de obras de saneamento básico. Portanto, estas localidades deveriam ter prioridade na execução do Plano Estadual de Saneamento. Contudo, na primeira etapa do plano elaborado pela Cedae e pela Secretaria de Obras do Estado, áreas povoadas como as favelas da região de Jacarepaguá não seriam contempladas. Por outro lado, imensas áreas vazias da Barra da Tijuca e os recém-construídos condomínios Tijucamar e Jardim Oceânico já seriam contemplados pelas obras. Gilberto Lobato, então presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras questionava a Cedae por não atender áreas com muitos anos de ocupação, como o Rio das Pedras, e priorizar o saneamento de áreas desocupadas da Barra da Tijuca. Desta forma, os moradores demonstravam compreender que os problemas pelos quais passavam eram políticos, uma vez que as ações de saneamento básico e urbanização de sucessivos governos atendiam primeiramente as regiões onde havia um mercado imobiliário de alto poder aquisitivo. Enquanto lutavam pelo tão desejado saneamento e urbanização durante a década de 1980, moradores de favelas de Jacarepaguá conviviam diariamente com enchentes, valas negras, lama e epidemias de infecções atingindo as crianças e adultos. Três meses depois das manifestações em frente ao Palácio do Planalto, já em fevereiro de 1984, uma comissão com mais de 90 moradores acampava desde às 6h da manhã em frente à residência particular do governador. Empunhando faixas e cartazes, reivindicavam uma solução para o drama de mais de 1800 famílias que viviam em condições precárias de habitação. Aproximadamente 300 famílias daquele total, sem condições de esperar mais tempo vivendo sobre o esgoto, ocuparam uma área destinada ao acostamento da avenida Engenheiro Souza Filho e passaram a sofrer violências por parte da polícia militar. As cerca de 1800 famílias estavam há meses cadastradas no programa Cada Família Um Lote, porém, ainda não tinham sido contempladas com as ações do programa. Aos manifestantes foi prometido que uma comissão formada por representantes de órgãos da Prefeitura e do Governo Estadual faria uma visita à favela para avaliar como viabilizar, a médio prazo, as reivindicações por urbanização, saneamento e títulos de propriedade. Desde fins da década de 1970 havia aumentado, na cidade do Rio de Janeiro, a quantidade de favelas organizadas em associação de moradores. Nessa época, a maioria das associações de moradores de favelas cariocas havia se formado em torno de três demandas principais: luta contra remoção, regularização fundiária e urbanização (saneamento básico). Num período marcado pela retomada de ações de mobilização política dos trabalhadores contra a ditadura civil-militar, moradores de favelas do subúrbio carioca também se organizavam politicamente para reivindicar acesso a direitos básicos como moradia digna, saneamento básico e urbanização. Enfrentavam o descaso das autoridades governamentais, o poder econômico e político de empresas do setor imobiliário e a violência policial enquanto colocavam em prática diferentes formas de mobilização e luta política. É indiscutivelmente nítida a semelhanças dos problemas enfrentados no presente e no passado por moradores de favelas, evidenciando que as causas dos mesmos, se estão longe de serem resolvidos, ao menos são identificáveis e possíveis de serem enfrentados. Sobre o autor: Renato de Souza Dória é graduado em História pela Universidade Gama Filho e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense. Atua como professor de História e Sociologia do ensino básico da SEEDUC-RJ e é pesquisador do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá.
- Lume nas Eleições: TSE regulamenta uso de celular e armas nos dias de votação
Celulares deverão ser entregues aos mesários e o porte de armas está proibido nos locais de votação. Nesta quinta-feira (01/09), em sessão administrativa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, as alterações na Resolução nº 23.669 para incluir o trecho que disciplina a entrega do celular aos mesários e a proibição do porte de arma nos locais de votação. A Resolução dispõe sobre os Atos Gerais do processo eleitoral para Eleições 2002. Principais alterações sobre o uso de celulares O Artigo 116 definiu que na cabine de votação, é vedado à eleitora ou ao eleitor portar aparelho de telefonia celular, máquina fotográfica, filmadoras e equipamentos de rádiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto, ainda que desligados. Ou seja, os eleitores e eleitoras não poderão entrar na cabine de votação com seus aparelhos celulares, ou demais aparelhos mencionados na lei que possam comprometer o sigilo ao voto. Os voluntários da mesa receptora perguntarão aos eleitores, antes da entrada na cabine de votação, sobre o porte de aparelho de telefonia celular e demais instrumentos já citados no artigo. Caso o eleitor ou eleitora se recuse a entregar os equipamentos, não terão autorização para votar, e a presidência da mesa receptora constará em ata os detalhes do ocorrido e acionará a força policial para adoção de providências necessárias. Além disso, em seções eleitorais onde forem identificadas a necessidade, a pedido da juíza ou do juiz eleitoral, poderão ser utilizados detectores portáteis de metal para impedir o uso de equipamentos eletrônicos nas cabines de votação. Como proceder no dia votação? Os eleitores e eleitoras que levaram qualquer um dos aparelhos mencionados pelo Artigo 116 a sua seção eleitoral, deverão desligá-los e entregá-los à mesa receptora de votos, juntamente com documento de identidade apresentado. A mesa receptora (mesa onde ficam os mesários voluntários), ficará responsável pela retenção e guarda dos equipamentos. Após concluir a votação, os eleitores e eleitoras poderão pegar o documento de identidade apresentado e os aparelhos citados. Principais alterações sobre proibição de armas O Artigo 154 determinou que a força armada deverá manter uma distância de 100 metros da seção eleitoral e não poderá se aproximar do local da votação e não poderá adentrar sem ordem judicial ou do presidente da mesa receptora nas 48 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem, exceto nos estabelecimentos penais e nas unidades de internação de adolescentes, respeitado o sigilo de voto. A previsão prevista nesse artigo aplica-se inclusive aos civis que carreguem armas, ainda que detentores de porte ou licença estadual. Entretanto, essa determinação não é válida para os integrantes das forças de segurança em serviço junto à Justiça Eleitoral e quando autorizado ou convocado pela autoridade eleitoral competente. Além disso, agentes de força de segurança pública que estejam em atividade geral de policiamento no dia das eleições, poderão portar arma de fogo na seção eleitoral no momento que forem votar, não se aplicando, excepcionalmente, a restrição. Em caso de descumprimento do artigo, o infrator será preso em flagrante por porte ilegal de arma, sem prejuízo do crime eleitoral correspondente. Fonte: https://www.tse.jus.br/comunicacao/
- Moradores do Anil questionam troca de hidrômetros
Falamos com a Iguá para entender quando a substituição é realmente necessária. Alguns moradores do Anil e Freguesia, entraram em contato com a Lume para falar sobre a troca de hidrômetros que vem sendo realizadas nas casas dos bairros. Segundo moradores, até mesmo hidrômetros com menos de 5 anos de uso estariam sendo trocados pela empresa Iguá. Na hora da troca, muita gente ficou com dúvida sobre a necessidade do serviços, e também sobre como ficaria a conta depois da substituição. Por isso a equipe da Lume entrou em contato com a empresa Iguá Saneamento para entender diversas questões que envolvem esse tema. Confira o que você precisa saber sobre troca de hidrômetros e tire todas as suas dúvidas: O que está motivando a substituição de diversos hidrômetros na região? Essa foi a primeira pergunta que enviamos a empresa, já que moradores questionaram se os hidrômetros antigos instalados pela Cedae já não seriam mais aceitos. Além disso, muita gente ficou na dúvida ao ver o aparelho ser trocado na casa de vizinhos, mas ser mantido em outras residências. Segundo a Iguá, a substituição é necessária para garantir o bom funcionamento do equipamento, permitindo o correto acompanhamento do consumo. A troca se faz necessária porque, como outros aparelhos, o hidrômetro sofre desgaste com o tempo e pode perder a precisão na medição, que é aferida pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). O correto funcionamento do medidor ajuda o cliente a identificar possíveis vazamentos e, assim, evitar o aumento desnecessário do consumo e o desperdício de água, contribuindo com a preservação do meio ambiente. Quando um hidrômetro precisa ser trocado? Essa questão é muito importante, já que o próprio morador pode ficar atento aos sinais de defeito do equipamento e necessidade de troca. Sobre esse tema a empresa disse que renovação do parque de hidrômetros tem relação com a perda de eficiência de medição que é diretamente associada ao tempo de instalação, que pode variar de um equipamento para o outro, em função de características como marca e local de instalação. As verificações periódicas são efetuadas nos hidrômetros em uso, em intervalos estabelecidos pelo INMETRO, não superiores a sete anos. As verificações eventuais são efetuadas nos hidrômetros em uso a pedido do usuário, ou quando a Iguá julgar necessária. Para projeto de troca preventiva, cabe à empresa decidir o momento de antecipação. Hidrômetros novos (com menos de 5 anos de uso) precisam ser trocados? Muitos moradores ficaram sem entender o motivo da substituição, segundo eles aparelhos com pouco tempo de uso também estariam sendo substituídos. Sobre isso a Iguá disse que se baseia em diversas informações para planejamento de troca de hidrômetros. A antecipação de prazo de troca é aplicada em situações especiais, como ocorrências de danos e em locais que passaram por fraudes que podem ter afetado o sistema mecânico interno. Qual é a diferença do aparelho utilizado pela Iguá, e os aparelhos utilizados anteriormente pela Cedae? Esse foi mais um questionamento que chegou a Lume, e sobre esse tema a empresa disse que todos os hidrômetros utilizados para medição de consumo de água fria devem atender às especificações estabelecidas pelo INMETRO. O diferencial dos hidrômetros que estão sendo instalados pela Iguá são dispositivos antifraude e que são pré-equipados para medição remota. Como o consumidor pode saber se o funcionário que está em sua residência realmente é um funcionário da Iguá? Teve gente que ficou achando que era golpe e não quis permitir a troca, por isso perguntamos como reconhecer um funcionário da empresa. A Iguá disse que é preciso observar alguns pontos, como o uso de uniforme e crachá. Além disso, em caso de dúvida, os clientes podem entrar em contato com os canais de atendimento (lojas físicas ou Central de Atendimento no número 0800 400 0509 - telefone e WhatsApp). A empresa reiterou ainda que a troca e leitura do hidrômetro é feita por equipes técnicas, devidamente capacitadas para a realização deste serviço Se após a troca do aparelho, o valor da conta aumentar de forma desproporcional, como o consumidor deve proceder? No final, muita gente comentou sobre o medo de que o que estava certo fosse alterado, e sobre como ficaria a conta no fim do mês. A empresa informou que os novos hidrômetros apresentam o real consumo dos imóveis. Sempre que houver alteração considerável de consumo de um mês para outro ou se o cliente sair da sua faixa média de consumo sem motivo aparente, é importante informar à Iguá por meio dos canais de atendimento (lojas físicas ou Central de Atendimento no número 0800 400 0509 - telefone e WhatsApp). Se a alteração for consequência de problema técnico do hidrômetro, ele será trocado e o consumo será refaturado. O que acontecerá com os consumidores que não permitirem a troca do aparelho? Alguns moradores disseram que por não confiarem, não permitiriam a troca do aparelho, e nós fomos entender o que pode acontecer nesses casos. Segundo a Iguá, Consumidores que não permitirem a troca do aparelho estarão em desconformidade com o regulamento do serviço, que prevê a obrigação de "franquear aos empregados e prepostos da concessionária o acesso aos medidores de consumo de água", bem como de "permitir a instalação de hidrômetros, inclusive de novas tecnologias, mesmo que seja no interior do imóvel". A substituição dos hidrômetros nas situações indicadas é necessária para garantir o bom funcionamento do equipamento, permitindo o correto acompanhamento do consumo. Ou seja, os novos hidrômetros apresentam o real consumo dos imóveis. Assim, contribuem, por exemplo, para identificação de vazamentos e o acompanhamento por parte do consumidor, evitando o aumento desnecessário do consumo e o desperdício de água, e contribuindo com a preservação do meio ambiente.
- Iguá lança edital para ajudar projetos socioambientais
Programa visa selecionar iniciativas que contribuam com o desenvolvimento econômico. A empresa Iguá Saneamento está com inscrições abertas para processo de seleção dos projetos socioambientais 2022. Com investimento de R$ 1 milhão o programa tem como objetivo selecionar iniciativas que contribuam com o desenvolvimento econômico das regiões em situação de vulnerabilidade na área de atuação da empresa. Organizações interessadas podem se inscrever gratuitamente até o dia 09 de setembro pelo link: www.igua.com.br/edital Quem pode participar Para se inscrever no programa, os projetos precisam estar de acordo com os pilares do SERR, plano estratégico da Iguá que norteia o desenvolvimento sustentável da companhia e que contribuem para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Além disso, apenas pessoas jurídicas que atuam ou desejam atuar no entorno das operações especificadas pela Iguá e estejam regulamente constituídas e legalizadas há pelo menos um ano, a contar da data de sua inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CPNJ), poderão participar. Serão aceitos projetos novos e/ou em andamento com foco nos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS: ODS 4: Educação de Qualidade ODS 6: Água Limpa e Saneamento ODS 13: Combate às Alterações Climáticas Sempre sob o guarda-chuva da estratégia de sustentabilidade SERR do Grupo Iguá. Para mais informações sobre os critérios de para a participação acesse: https://igua.com.br/edital. Em caso de dúvidas sobre o edital é possível entrar em contato com a organização pelo e-mail: iniciativasocial@igua.com.br.
- Curso gratuito para formar cuidadores de idosos
Iniciativa da Prefeitura do Rio já está com pré-inscrições abertas. Oportunidade para quem quer se aprofundar na carreira de cuidador de idosos, a Prefeitura do Rio, está oferecendo dois cursos gratuitos para a área, algumas turmas já iniciaram as aulas nesta segunda-feira (29/08). Um dos cursos é oferecido pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (COMDEPI-RIO), órgão vinculado a Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida. O outro ocorre por meio de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda e o Senac. O curso da Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável tem 240 vagas, divididas em duas turmas. A primeira aula de uma das turmas teve seu inicio hoje, no auditório da Uerj, no Maracanã, em parceria com o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM). A capacitação será por meio de conteúdo teórico (presencial e online) e prático, estudo dirigido e visitas técnicas em Instituição de Longa Permanência para Idosos. Novas turmas devem ser abertas em 2023. A iniciativa oferecida pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda e o Senac RJ também terá início hoje, no Riachuelo, a turma tem 30 vagas. A unidade de Botafogo está realizando as inscrições dos interessados e será a próxima a iniciar o curso, com 25 vagas. Em seguida serão abertas mais 118 vagas, em Bonsucesso, Irajá e Madureira. Cerca de 1.916 interessados já realizaram a pré-inscrição, que deve ser feitas no link: https://docs.google.com/forms/ Podem participar pessoas a partir de 18 anos, com ensino fundamental completo e com renda familiar per capita de até 2 salários mínimos.
- Rio das pedras: Moradores se assustam com estalos em prédio e acionam bombeiros
Rua na região do Areal já foi isolada, moradores aguardam liberação para voltarem a suas casas. Matéria atualizada em 29/08 - às 19h. No início da tarde desta segunda-feira (29/08), moradores de um prédio na rua Apocalipse, na região do Areal, em Rio das Pedras, se assustaram ao ouvirem estalos e chamaram imediatamente o Corpo de Bombeiros. Militares do quartel de Jacarepaguá foram acionados às 12h21. O local foi isolado, moradores da região afirmaram que mais de um prédio foi evacuado. Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes já acionaram a Defesa Civil que deve fazer a avaliação da edificação. Atualização: Segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP), agentes da Defesa Civil Municipal realizaram na tarde desta segunda-feira uma vistoria em dois imóveis da Rua Apocalipse. Os técnicos identificaram risco de colapso estrutural e realizaram a interdição de um prédio de três pavimentos, com cinco apartamentos. O imóvel vizinho, que possuí um pavimento e apresenta os mesmos riscos estruturais também foi interditado, esse segundo imóvel tinha três apartamentos. A Defesa Civil indicou a demolição dos dois imóveis. Ainda segundo a SEOP, a Subprefeitura de Jacarepaguá já solicitou atendimento técnico para os órgãos da Prefeitura do Rio. A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) já está realizando o atendimento aos moradores, 8 famílias não quiseram acolhimento institucional e ficarão na casa de amigos e parentes. Após o atendimento de todos os moradores, a Secretaria de Conservação vai iniciar os procedimentos para a demolição. Leia a nota completa: Agentes da Defesa Civil Municipal realizaram na tarde desta segunda-feira, dia 29, a vistoria em um imóvel localizado na Rua Apocalipse, na localidade de Areal 1, na comunidade de Rio das Pedras, após relatos de estalos na construção. Os técnicos identificaram risco de colapso estrutural e realizaram a interdição do prédio de três pavimentos. Ao todo, cinco apartamentos que tinham pessoas morando foram interditados. O imóvel vizinho que possui um pavimento e apresenta os mesmos riscos estruturais também foi interditado. Três apartamentos tinham moradores e foram interditados. A Defesa Civil indicou a demolição dos dois imóveis. A Subprefeitura de Jacarepaguá já solicitou atendimento técnico para os órgãos da Prefeitura do Rio. A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) já está realizando o atendimento aos moradores. Após o atendimento de todos os moradores, a Secretaria de Conservação vai iniciar os procedimentos para a demolição.










