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  • Capitães da Areia: de meninos a homens no calor da Bahia

    Neste clássico, Jorge Amado retrata as belezas e os horrores da infância abandonada e perdida. Jorge Amado é, sem dúvidas, um dos maiores e mais influentes escritores do Brasil. O baiano é responsável não apenas por Capitães da Areia, mas por outros clássicos como Gabriela, cravo e canela, Tenda dos milagres e Dona Flor e seus dois maridos. O livro, de 1937, acompanha a história de um bando de crianças abandonadas de Salvador, o grupo, sobrevive ao aplicar golpes e cometer furtos na cidade. O texto surpreende pela realidade comovente dos meninos baianos, mas os retratando como os seres humanos que são. Durante a história, o autor apresenta a diversidade de seus personagens: Pedro Bala, o líder do grupo, valente e destemido, Pirulito, o beato, que acredita que Deus mudará sua realidade. E até Gato, o jovem bonito com aptidão para a cafetinagem: todos tem seus dramas, características e visões de mundo distintas. E é a partir das diferenças entre eles que o enredo se movimenta. Enquanto lutam para sobreviver e escapar da polícia e do terror do reformatório, os capitães da areia conhecem a vida, o amor e se tornam adultos na cidade que não os quer por perto. A obra se destaca ao mostrar, com realidade e bom humor, a diversidade religiosa, cultural e econômica da Bahia na visão dos meninos, que, aos poucos, se tornam adultos e aprendem a viver e se virar no meio dela. Em determinada parte do livro, Pedro Bala conhece e se apaixona perdidamente por Dora, menina com a qual se "casa" e vão até parar no reformatório juntos após o furto malsucedido de uma mansão na parte rica de Salvador. Cada um dos meninos tem um destino diferente. Muitos perdem a vida, alguns continuam no crime. Outros tornam-se artistas e revolucionários. Ao escrevê-los tão reais, Jorge Amado nos torna íntimos de seus personagens, e no fim, acabamos torcendo pela vida de cada um deles. Capitães da Areia é um clássico da literatura brasileira, e merece esse título: mais de oitenta anos após o seu lançamento, ele ainda nos faz refletir sobre a realidade de muitos meninos pelas ruas das grandes cidades do Brasil.

  • Moradores reclamam da conservação da ruas e calçadas de Rio das Pedras

    Nesta semana, um idoso precisou de atendimento médico após tropeçar e cair em um buraco na Rua do Amparo. Quem frequenta Rio das Pedras já se acostumou a desviar de buracos, seja no asfalto, enquanto dirige, seja andando pelas calçadas ou em ruas menores da comunidade. Para os moradores esse tipo de problema parece estar presente na região desde sempre. Na última segunda-feira (22/05), um idoso se acidentou após tropeçar em um buraco na Rua do Amparo. Segundo moradores que presenciaram o acidente, o idoso precisou ser atendido por uma equipe do SAMU, pois teria 'aberto' a cabeça na queda. Os moradores dizem que o buraco que ocupa uma posição central na Rua do Amparo, surgiu meses após as obras, que os próprios moradores e comerciantes locais, fizeram na região para resolver problemas de alagamentos. A rua foi toda refeita e o cenário de alagamento constante foi resolvido, mas a proteção de concreto que ficava em cima da galeria de esgoto foi se quebrando após veículos pesados passarem por cima do material. O que se vê hoje é uma enorme fenda que segue por toda a extensão da via, e divide a Rua do Amparo em duas: Mas o problema dos buracos não está restrito apenas a Rua do Amparo, muitas vezes não existe nem mesmo uma calçada para que o pedestre possa circular, e essa é a realidade do lado esquerdo da Via Light, entre a antiga Estação Azul, e a Clínica da Família Helena Besserman Vianna. Os perigos da falta de calçamento nesse trecho não se restringem apenas a disputa por espaço com carros na pista, ou a sujeira causada pela lama, escorregar às margens do Rio das Pedras, rio que corta a comunidade, pode fazer com que o pedestre caia dentro de um valão. Em quase toda a extensão do Rio das Pedras na Via Light, não existe sequer um guarda corpo, que é geralmente instalado em margens de rios pela cidade para evitar acidentes. O chão ainda é de terra batida, e se em dias de sol o pedestre pode tropeçar em pedras ou raízes de árvores, em dias de chuva se torna praticamente impossível andar na calçada sem sujar os pés de lama. Mas se o morador decidir atravessar a rua para fugir da lama e dos perigos de cair no rio, ele precisará lidar com a péssima condição da calçada presente do lado direito da via. Quebrada e esburacada, quem circula pela Via Light não tem opções. Moradores ouvidos pela Agência Lume dizem que mesmo quando as calçadas estão livres para a circulação de pedestres, não é possível nelas pelas péssimas condições do pavimento encontrado em muitas ruas da comunidade. A Lume entrou em contato com a Secretaria Municipal de Conservação, para entender o que tem sido feito pela conservação do pavimento de Rio das Pedras, se existem projetos para melhorar as condições das calçadas e ruas da região, e como os moradores devem agir ao encontrar buracos nas ruas. A secretaria respondeu dizendo que vai enviar uma equipe a Rua do Amparo, e demais locais citados pela reportagem para vistoriar a situação, e que também vai programar uma limpeza para a canaleta que corta a Rua do Amparo. O órgão disse ainda, que os moradores podem acionar o canal oficial da Prefeitura do Rio, o 1746, e abrir um chamado para os problemas de buracos nas ruas, além de acompanhar o andamento da reclamação através do número do protocolo. Veja a nota completa: "A Secretaria Municipal de Conservação informa que vai enviar equipe na Rua do Amparo e demais locais citados para vistoriar, verificar a situação de cada localidade e avaliar a possibilidade de atendimento. Quanto à canaleta que corta o trecho central da via, a equipe da Seconserva vai programar a limpeza. E, para quaisquer solicitações, a população deve acionar o canal oficial da Prefeitura do Rio: 1746. Ao abrir o chamado, o cidadão recebe um número de protocolo e poderá acompanhar o andamento de seu pedido." A Agência Lume vai continuar acompanhando o caso. Veja abaixo a imagem de alguns buracos encontrados pela nossa equipe:

  • Mais de 3 mil vagas de emprego são divulgadas nesta semana

    Parte destas oportunidades são destinadas para pessoas com deficiência (PCDs). Veja: A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria de Trabalho e Renda (SMTE) e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, divulgaram essa semana, mais de 3 mil vagas de emprego com e sem experiência. No Programa Trabalha Rio, da Prefeitura, são feitos os cadastros e e encaminhamento para vagas e cursos disponíveis. Você pode consultar a lista de oportunidades clicando aqui. Os interessados devem preencher o formulário online, e pessoas com deficiência têm a opção ainda de enviar o currículo para o e-mail vagaspcd.smte@gmail.com ou comparecer ao CIAD. Os que preferirem podem, também, ir a um dos sete Centros Municipais de Emprego, que funcionam das 8h às 16h. São eles: - Campo Grande (Rua Coxilha, s/n); - Engenho Novo (Rua Vinte Quatro de Maio, 931), - Ilha do Governador (Estrada do Dendê, 2.080), - Santa Cruz (Rua Lopes de Moura, 58), - Tijuca (Rua Camaragibe, 25), - Centro (Av. Presidente Vargas, 1.997, CIAD – exclusivo para pessoas com deficiência) - Jacarepaguá (Av. Geremário Dantas, 1.400 salas 172 e 173). Já a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, oferece oportunidades por meio da ferramenta Sine e do aplicativo “Mais Trabalho RJ”, onde este, possui 2.042 vagas em diferentes municípios do Rio. Os salários anunciados na plataforma se iniciam em R$ 1.010, e podem chegar a R$ 7 mil. O aplicativo disponibiliza, também, 60 cursos gratuitos de capacitação, de fácil acesso e com diferentes cargas horárias, para aqueles que desejam melhorar seu currículo e as chances de conseguir um emprego. Já a ferramenta Sine, oferece, esta semana, 954 oportunidades, sendo 227 para pessoas com deficiência. A Secretaria de Trabalho e Renda lembra que a compatibilização da vaga com os candidatos é feita por meio dos respectivos sistemas (aplicativo Mais Trabalho RJ e Sine), que realizam uma análise entre o perfil do candidato e a vaga cadastrada pelo empregador. Por isso, é importante manter cadastro e currículos atualizados. Para se inscrever ou atualizar o cadastro no Sine, é necessário ir a uma unidade do Sistema Nacional de Emprego levando os documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/Pasep/NIT/NIS e CPF. Para consultar o endereço das unidades e os detalhes de todas as vagas oferecidas, basta acessar o Painel Interativo de Vagas da Secretaria de Trabalho e Renda. Fontes: https://prefeitura.rio/ e https://www.rj.gov.br/

  • Nova regra sobre licenciamento de construções é sancionada

    A 'Lei dos Puxadinhos', estabelece condições especiais para legalização de construções mediante pagamento de contrapartida. Veja: Entrou em vigor nesta terça-feira (23) a Lei Complementar 260/2023, a medida fala sobre legalização de construções, e também permite que moradores de Rio das Pedras e outras regiões tenham até 50% de redução no valor pago pela regularização de seus imóveis. A legislação sancionada ontem (23), estabelece condições especiais para licenciamento, legalização de construções e acréscimos nas edificações mediante pagamento de contrapartida. A Prefeitura do Rio declarou que o objetivo do projeto é a regularização urbana para os casos em que não se justifique a ação demolitória, permitindo a legalização de milhares de unidades residenciais, comerciais e de serviços. De acordo com o texto, o pagamento da taxa será definido por meio de um laudo de contrapartida, que dependendo da localização e características do projeto, precisará ser aprovado pelos órgãos municipais competentes. O vereador Átila Nunes, líder do governo na Câmara do Rio, destacou na aprovação da medida, a importância de se resolver problemas antigos. “Os moradores de bairros com poder aquisitivo não tão alto, às vezes, inclusive, famílias que têm um único bem, estão há mais de um ano recebendo notificação, encaminhamento para a dívida ativa do município”, explicou o vereador. Para facilitar esse processo de regularização por parte da população de menor renda, foi incluída uma emenda, proposta pela vereadora Rosa Fernandes, que permite o pagamento da contrapartida com redução de 50% à vista, e com redução de 30% para o pagamento em até 60 parcelas para os imóveis residenciais e comerciais das Áreas de Planejamento 3 (Zona Norte) e 5 (Zona Oeste), das Regiões Administrativas XVI (Jacarepaguá) e XXXIII (Cidade de Deus) e no bairro de Rio das Pedras. Equipamentos públicos de interesse coletivo e áreas ocupadas por templos religiosos contemplados pela imunidade tributária ficaram de fora da cobrança. Na prática a lei permite a ampliação horizontal nas áreas descobertas em qualquer nível da edificação e nos pavimentos de cobertura já legalizados ou previstos pela legislação, mediante o pagamento de contrapartida. Desde a sanção, também ficou permitido o acréscimo de um pavimento de cobertura em edificações com três ou mais pavimentos, construídas afastadas ou não afastadas das divisas, mediante pagamento de contrapartida sobre a área deste novo pavimento. Fonte: http://www2.camara.rj.gov.br/

  • Mapa de redes subterrâneas de drenagem do Rio está disponível online

    Com o apoio do Instituto Pereira Passos (IPP), o mapeamento das redes se tornou público pelo Portal Data.Rio. Confira: A Fundação Rio-Águas criou um aplicativo para que qualquer pessoa possa ter acesso aos mapas das galerias pluviais da cidade. Agora, com um clique, o cidadão poderá acessar as informações básicas cadastradas naquele local, por meio de um mapa georreferenciado. O app “Rede de Drenagem” foi criado no ambiente integrado do Sistema Municipal de Informações Urbanas (Siurb) e é alimentado por técnicos da prefeitura e por concessionárias. O cadastro das redes já conta com mais de 1.400 km de galerias pluviais cadastradas e está em atualização. O aplicativo pode ser acessado no site Data.Rio. O presidente da Fundação Rio-Águas, Wanderson Santos, explicou que é a primeira vez que a instituição disponibiliza seu acervo de cadastro de redes de drenagem da cidade para todos por meio de um mapa georreferenciado. Antes, para acessar essas informações, engenheiros, projetistas, cidadãos e estudantes tinham que ir até a Rio-Águas solicitar a consulta ao arquivo técnico. A instituição também desenvolveu um segundo aplicativo para baixar arquivos técnicos, como cadastros, estudos e projetos de drenagem da cidade do Rio, que fazem parte do acervo da fundação. Também por meio do Data.Rio, é possível acessar o aplicativo Sisarq Web, onde todo o arquivo técnico da instituição, que antes os dados só poderiam ser obtidos de forma presencial, está disponível online para consulta e download. Fonte: https://prefeitura.rio/

  • Agendamento para castração gratuita de pets acontece nesta quarta-feira (23)

    O serviço será feito presencialmente em diversos bairros. E as castrações acontecerão no mês de junho. Confira: A Prefeitura do Rio está promovendo castração gratuita para cães e gatos do município. As cirurgias serão feitas no mês de junho, mas o agendamento deverá ser feito amanhã, conforme calendário divulgado. Nesta quarta-feira, 24/05 a população geral poderá fazer o agendamento de forma presencial nos seguintes locais e horários: 08h às 15h - Praça Seca: Praça Barão da Taquara, s/n - Paciência: Rua Cabo Bastos Cortes, s/n (esquina com a Rua Guarujá) - Bonsucesso: Passarela 09 da Avenida Brasil (Próximo ao hotel Stop Time) - Campo Grande: Estrada do Tingui, altura do n° 169 (Praça da Oiticica) - Vicente de Carvalho: Largo Vicente de Carvalho (em frente ao número 96) - Engenho de Dentro: Rua Dois de Fevereiro, 711 (Próximo ao Colégio Ulisses Pernambucano) - Bangu: Praça Guilherme da Silveira 08h às 17h - Fazenda Modelo: Estrada do Mato Alto, 5620 (Próximo à estação do BRT do Mato Alto) - Ilha do Governador: Parque Manuel Bandeira (Cocotá) Para agendar, o responsável pelo pet precisa ter 18 anos ou mais e ir até a unidade mais próxima com o documento de identidade, CPF e comprovante de residência do município do Rio. Fonte: https://www.instagram.com/prefeitura_rio

  • Carteira de fibromialgia já pode ser solicitada no Rio de Janeiro

    O documento será disponibilizado na versão física e digital, podendo ser baixado e impresso diretamente no site. Veja: A Secretaria Municipal de Saúde passou a emitir nesta segunda-feira (22) para pacientes que residem no município do Rio, a Carteira de Identificação de Pessoa com Fibromialgia (CIPFIBRO). A CIPFIBRO é destinada a identificar a pessoa diagnosticada com a doença, de modo a facilitar, enquanto pessoa titular de direitos especiais, o atendimento preferencial em órgãos da administração pública direta e indireta, bem como nas instituições de caráter privado. A carteira foi instituída pela Lei nº 7.231/2022 e regulamentada pelo Decreto Rio nº 52.229, de 22 de março deste ano. Para obter a CIPFIBRO, o paciente ou seu representante legal deve fazer o cadastro no minhasaude.rio, preencher o formulário online, anexar cópias digitais do RG, do comprovante de residência e do laudo específico para fibromialgia (CID 10 M 79), que pode ser emitido por médico das redes pública ou privada e uma foto 3x4 do paciente. O prazo para análise da documentação é de 15 dias e, se estiver tudo certo, a carteira será disponibilizada no site. A validade é de cinco anos, devendo ser renovada após esse período. A fibromialgia é uma doença reumatológica que afeta a musculatura causando dor, sendo mais frequente em mulheres. Por ser uma síndrome, pode estar associada também a outros sintomas, como fadiga, alterações do sono, distúrbios intestinais, depressão e ansiedade. Estima-se que a doença atinja cerca de 2% da população mundial. Fonte: https://prefeitura.rio/

  • Travessia perigosa na Av. Engenheiro Souza Filho, em Rio das Pedras, expõe pedestres a acidentes

    A falta de sinalização e abrigo no ponto de ônibus, aumenta o risco de acidentes e dificulta a travessia dos pedestres. Quem mora ou frequenta a região próxima a uma das entradas de Rio das Pedras, precisa enfrentar os riscos de atravessar uma avenida de grande circulação sem o auxílio de uma faixa de pedestres, ou sinal trânsito. Na Avenida Engenheiro Souza Filho, próximo ao número 1000, região de grande movimento de pedestres, e que fica muito próxima a um farto comércio, grandes igrejas, muitas moradias e dois pontos de ônibus, não possuí orientação para travessia dos pedestres. A situação fica ainda mais grave nos horários de pico, com crianças voltando da escola, trabalhadores desembarcando de ônibus e muitos ciclistas e motociclistas cortando veículos rapidamente pela direita. Os pedestres que descem dos ônibus no lado esquerdo (sentido Muzema), precisam se arriscar e tentar atravessar sem que sejam atingidos. Muitas vezes a descida do ônibus em si, já se torna um risco. O ponto de ônibus do lado esquerdo da via não possuí baia e nem um abrigo para aguardar o transporte. Com a grande quantidade de carros parados na margem da via, os ônibus e vans precisam parar no meio da avenida, fazendo com que os moradores desembarquem já disputando espaço com motos e bicicletas que fazem a ultrapassagem pela direita. O trânsito na principal avenida de Rio das Pedras é considerado caótico por muitos moradores, e quem frequenta o trecho próximo ao número 1000, afirma que os acidentes são constantes. Separamos um caso mais recente, no último dia 12 de maio, uma sexta-feira, por volta das 14h, uma mulher foi atropelada enquanto fazia a travessia. A vítima teve ferimentos moderados e foi encaminhada pelo Corpo de Bombeiros ao atendimento no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Para conseguir alguma 'segurança', alguns moradores da região contaram a Agência Lume, que fazem a travessia em duas etapas com o auxílio do canteiro central da avenida. Mas nem todos os pedestres seguem as mesmas medidas, e o que se vê todos os dias é uma verdadeira correria entre os carros. Ponto de ônibus sem abrigo Falando em falta de apoio na hora da travessia, muitos moradores aproveitaram para reclamar da ausência de um abrigo de ônibus no sentido Muzema. Os passageiros precisam aguardar o transporte numa pequena calçada atrás de carros estacionados, ou na margem da avenida, correndo risco de atropelamento. Em dias de sol, os passageiros sofrem com o calor sem nenhuma cobertura, e em dias de chuva, ficam expostos tendo que lidar não só com a água, mas também com a lama. A Agência Lume procurou os órgãos municipais para entender por que ainda não existe um sinal de travessia próximo ao número 1000, e por que os moradores precisam ficar expostos ao tempo enquanto aguardam os ônibus. Sobre a ausência de um semáforo no local, a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro, a CET-Rio deu a seguinte informação por meio de nota: "O trecho citado da Av. engenheiro Souza Filho será contemplado com obras de infraestrutura, novo pavimento e ordenamento urbano. Serão disponibilizados novos espaços para motoristas e Pedestres, com mais opções de travessias, estacionamento, pontos de ônibus, e áreas para embarque e desembarque." Já sobre a ausência de um abrigo de ônibus, a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), disse que fará uma vistoria para verificar se existe um ponto de ônibus oficial no local. E caso seja constatada a existência do ponto de ônibus, a secretaria informou que encaminhará um pedido à Secretaria de Fazenda e Planejamento para instalação de um abrigo. Veja a nota completa: "Será feita uma vistoria pelos técnicos da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) para verificar se existe ali um ponto de ônibus oficial. Se isso se confirmar, será encaminhado o pedido à Secretaria de Fazenda e Planejamento para a instalação de um abrigo no ponto de ônibus citado." A Agência Lume vai continuar acompanhando o caso.

  • Linha de ônibus 987 recebe mudanças

    Além de alteração no itinerário, houve um aumento na programação diária de viagens. Confira: Atualizada em 20/05 às 17h55. Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) informou que o itinerário da linha 987 (LECD43) foi alterado no começo deste mês, com rota prevista pela Estrada do Capenha, Rua Comendador Siqueira e Rua Coronel Tedim. A mudança foi feita após a Associação de Moradores e Amigos da Freguesia (AMAF), organizar e entregar um abaixo-assinado para a SMTR, que consta com mais de mil assinaturas, pedindo o retorno das linhas 886 (Freguesia – Barra da Tijuca) e 887 (Pechincha – Barra da Tijuca). Saiba mais sobre o abaixo-assinado aqui. Sidney Teixeira, representante da AMAF, Associação de Moradores e Amigos da Freguesia, contou à Lume que após a entrega do abaixo-assinado, representantes de moradores da Freguesia, Anil e Pechincha, se reuniram com a SMTR, e apresentaram as principais demandas de transporte da região após a saída das linhas. Como solução, a secretaria resolveu fazer com que o itinerário da 987 atendesse algumas ruas que ficaram desassistidas com a saída das linhas 887 e 886. Vale lembrar que as linhas deixaram de circular durante o período da pandemia (2021-2021), e para substituir as linhas extintas, foi criada a linha 987 (Gardênia Azul – Pechincha), que para os moradores não vinha atendendo a demanda deixada pelas linhas antigas. Com isso, a SMTR ajustou a programação diária de viagens da linha 987 que antes era de 17 e agora passam a ser de 29, além de incluir em seu trajeto a estrada Capenha, e as ruas Comendador Siqueira e Coronel Tedim. A intenção é que mesmo não compreendendo os trajetos das linhas 886 e 887, essas alterações possam permitir a melhor mobilidade dos moradores da região. Entretanto os usuários reclamam que mesmo com as novas mudanças, a 987 não vai estender o itinerário até a Barra da Tijuca, fazendo com que os passageiros que desejam seguir até a Barra, façam a troca por uma outra linha ao chegarem ao centro da Freguesia. Para validar as mudanças que já estão em vigor, é preciso que os moradores participem fiscalizando, e em caso de irregularidade na frequência das linhas, na falta de ar-condicionado e/ou outros problemas, façam denúncias através da Central de Atendimento 1746.

  • Quais são os sonhos dos jovens de Rio das Pedras?

    Matéria produzida pelos alunos da turma de pré-técnico do Preparatório Construindo o Saber. Quais são os maiores desejos e sonhos de jovens entre 14 e 17 anos, que moram em Rio das Pedras? O que eles esperam do futuro? Foi o que a Lume tentou entender durante uma oficina de Jornalismo com a turma de pré-técnico do Preparatório Construindo o Saber (PCS). É bem verdade que nossa equipe é cheia de jovens adultos que um dia já foram adolescentes em Rio das Pedras. Mas o tempo passa, as ideias mudam, e a nova geração já está aí. Por isso, nada melhor do que os próprios adolescentes nos contarem um pouco sobre suas expectativas e visões de mundo, nesse momento em que se preparam para prestar o 'vestibulinho', como são conhecidas as provas para colégios técnicos e federais. A partir de agora, quem escreve e define o que importa para esse reportagem são eles! Com vocês a turma de 2023 do pré-técnico do Preparatório Construindo o Saber: A coisa que mais nos motiva nesse momento, é passar para uma escola técnica. Para nós, isso é essencial no processo para a aquisição de um futuro melhor, que vai nos possibilitar ajudar as nossas famílias. Por isso, nós já dedicamos todos os nossos sábados a aprender e estudar para as provas que serão aplicadas no fim do ano. Como a maioria dos moradores de Rio das Pedras, nós também somos filhos, netos ou bisnetos de migrantes, que vieram de outros estados do Brasil para o Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor. Entretanto, além de estudar em escolas técnicas, que costumam ter um ensino melhor, nós também já estamos pensando nas faculdades que desejamos cursar, para entrar no mercado de trabalho totalmente capacitados, e aptos a conseguir realizar nossos sonhos. Letícia Coutinho, 15 anos (que vai fazer 16), diz que a sua entrada em uma escola federal vai ajudar sua família: "Atualmente minha mãe precisa arcar com os custos de uma escola particular, para que eu tenha um bom ensino, mas se eu estiver em uma escola federal, ela não terá esse custo, e poderá investir esse dinheiro em outras coisas." Já para Giullya Bezerra, de 14 anos, a escola técnica é uma chance para mudar de vida e realizar seu sonho de ser uma engenheira civil: "Entrei no 'pré' com a intenção de mudar minha situação financeira e de estudo. Procurando por escolas com ensino melhor." Outros alunos já estão com a cabeça nas contas familiares, para Pedro Reis, de 14 anos, cursar uma escola técnica pode ser a chance de ajudar na renda de sua família: "Pretendo fazer o ensino médio no CEFET, e se possível passar para uma faculdade e trabalhar para ajudar na renda da minha família." Lucas Silva, de 17 anos, quer se tornar militar entrando na Escola de Sargentos Armados: "Dessa forma, tenho certeza que poderei ajudar minha família." Por isso, se você tem um sonho, não desista dele. É preciso se dedicar e insistir para que as coisas melhorem e suas metas sejam alcançadas.

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