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  • CEDAE vai realizar obra no Anil

    Medida que visa melhorar o abastecimento na região será realizada na próxima quinta-feira (08/10). Na próxima quinta-feira (08/10), o abastecimento da Avenida Tenente Coronel Muniz Aragão, da Rua Carlos Nascimento, da Estrada Engenho D'Água, da Rua Guilherme Moreira e de parte do bairro Gardênia Azul, será reduzido. O motivo é uma obra que será realizada pela CEDAE na região. Segundo a CEDAE a obra visa a melhoria operacional do sistema de abastecimento de água do Anil. Dois sistemas de abastecimento já existentes serão interligados na Estrada Engenho D'Água, entre os números 1.451 e 1.539. O serviço vai começar às 9h30 e deve ser concluído até às 21:30h, quando os dois sistemas serão recolocados em carga. Em alguns locais, porém - como ruas altas -, o fornecimento de água pode levar até 48 horas para se normalizar. A CEDAE informou que moradores de imóveis que dispõem de sistema de reserva (caixas d'água e/ou cisterna) não devem sofrer desabastecimento. Mesmo assim, a Companhia pede que os clientes usem água de forma equilibrada, e adiem tarefas não essenciais que exijam grande consumo de água. Clientes da Cedae podem solicitar o abastecimento por caminhão pipa pelo 0800-282-1195.

  • Como funcionam os cargos de prefeito e vereador

    Entenda um pouco sobre as obrigações do prefeito e dos vereadores da cidade do Rio de Janeiro. No dia 15 de novembro, teremos as eleições municipais que definirão quem será o próximo prefeito da cidade do Rio de Janeiro, e os 51 novos vereadores que irão compor a Câmara Municipal entre 2021 e 2024. No caso da prefeitura, poderá ocorrer um segundo turno, marcado para o dia 29 de novembro. Na eleição desse ano, serão mais de 4 milhões de eleitores aptos a votar na cidade, que irão escolher entre um dos 13 candidatos a prefeitura, e 1.811 candidatos a vereador. Mas você sabe o que esses dois cargos fazem? A Agência Lume traz para você uma breve explicação de quais são as obrigações de prefeitos e vereadores. Veja a seguir o que eles podem ou não fazer: Prefeito Responsável pelo poder executivo, o prefeito decide onde irá aplicar os recursos repassados pelos governos estadual e federal. Ele também é responsável por administrar o que é arrecadado dos impostos municipais, como o IPTU e o ISS. O prefeito designa secretários para cuidar das áreas públicas, como segurança, meio ambiente, saúde e educação. O prefeito também atua em conjunto com os vereadores. Ele verifica as leis propostas pela Câmara, decidindo se aprova, ou se as veta. E como gestor, pode também propor leis, que são enviadas para o plenário da Câmara Municipal, onde os vereadores votam pela sua aprovação, ou rejeição. O prefeito tem a missão de representar o município em todas as circunstâncias, desde uma reunião com o Governo, até um evento internacional onde a cidade do Rio de Janeiro estará presente. Para concorrer ao cargo de prefeito, o candidato precisa: Ter mais de 21 anos. Ser filiado a um partido político. Ter nacionalidade brasileira. Ter o domicílio eleitoral no local que irá concorrer. Ser alfabetizado. Estar em dia com a justiça eleitoral. O prefeito é eleito por voto absoluto, ou seja, 50% dos votos válidos (não contados os votos brancos e nulos) + 1. Se no primeiro turno, o candidato não obter essa porcentagem, as eleições são definidas em um segundo turno, onde os dois mais votados se enfrentam. Para saber: Atualmente, voto em branco ou nulo não irá para o candidato mais votado, como se diz na crença popular. Antigamente, quando se votava em papel, a eleição era contabilizada em votos totais, ou seja, quem não votava em ninguém também era contabilizado, e esse voto em “branco” era transferido para o candidato mais votado. Com a constituição de 1988, e a mudança do voto para a urna eletrônica os votos brancos e nulos passaram a não ser computados para mais ninguém. Vereador O vereador é uma espécie de porta-voz da população, e faz parte do poder legislativo. Um vereador tem a missão de elaborar os projetos de leis da cidade, discutindo e votando no plenário. Fiscalizar o prefeito e as instituições públicas também é uma obrigação do vereador. Ele verifica onde está sendo aplicado o dinheiro e aprova (ou não) a chamada Lei Orçamentária Anual (LOA), que é o documento que o prefeito envia à Câmara com os gastos e aplicações do dinheiro em caixa da prefeitura da cidade para o ano seguinte ao vigente. Um vereador tem que ser o elo entre a cidade e o prefeito. Ele é quem ouve o cidadão de sua comunidade, ou do seu bairro, para que possa entender quais são os problemas e dificuldades do local. A cada quatro anos toda a Câmara Municipal é renovada, e diferente da eleição do prefeito, os vereadores são eleitos de forma proporcional, ou seja, as vagas ao cargo de vereador são distribuídas para aqueles que alcançaram 10% do quociente eleitoral. Veja um exemplo de como funciona esse quociente: O quociente eleitoral é calculado dividindo a quantidade de votos válidos, pelo número de cadeiras na Câmara Municipal. Exemplo 1: Se no Rio de Janeiro tivermos 3.060.000 (três milhões e sessenta mil) votos válidos, essa quantidade será dividida pelas 51 vagas da Câmara, que dá um total de 60 mil no quociente eleitoral. 3.060.000/51 = 60.000 Para eleger os vereadores, são somados todos os votos recebidos pelos candidatos do partido, e esses votos são divididos pelo quociente eleitoral, assim, decidindo o chamado quociente partidário e, consequentemente, o número de vagas do partido para a Câmara. Exemplo 2: Um partido teve 15 candidatos, que com os votos somados chegaram a 300 mil. Todos esses votos serão divididos pelo quociente eleitoral, que tinha dado 60 mil na conta anterior. Dando um total de 5 no quociente partidário, ou seja, esse partido teria 5 cadeiras na Câmara Municipal. Os 5 mais votados do partido, atingindo o mínimo de 10% do quociente eleitoral, que seria de 6 mil, seriam os eleitos. 300.000/60.000 = 5 10% de 60.000 = 6.000 Para concorrer as eleições, o candidato a vereador precisa: Ter mais de 18 anos. Ter nacionalidade brasileira. Estar em dia com a justiça eleitoral. Ter o domicílio eleitoral na cidade em que irá concorrer. Ser filiado a um partido político. Então nas eleições desse ano tem muita coisa a se pensar e muito a se fazer, acompanhe a Agência Lume nessa cobertura especial das eleições 2020.

  • Guarda Municipal vai atuar em apoio as eleições 2020 com 960 guardas

    As equipes atuarão em turnos, a pé e também com auxílio de 58 viaturas e 12 motocicletas em todas as regiões da cidade. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro estará presente nas ruas com um efetivo de 960 guardas no próximo domingo dia 15/11. O objetivo é apoiar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) durante o primeiro turno das eleições municipais deste ano. Do total, 520 guardas irão atuar em 141 locais de votação definidos pelo TRE, e irã realizar ações de ordenamento urbano, fiscalização de trânsito e coibindo aglomerações. Outros 440 guardas pertencem a grupamentos especiais da GM-Rio e estarão em apoio às unidades operacionais no entorno dos locais de votação e poderão ser acionados em caso de necessidade. O efetivo irá auxiliar os cidadãos para que possam chegar com tranquilidade às seções eleitorais. Os guardas também terão foco na fluidez do trânsito e segurança viária, orientando a travessia em locais seguros e para evitar invasões e aglomerações nas pistas. O apoio também se fará presente em dez pontos de interdição viária nos bairros do Centro do Rio, Cidade Nova, Irajá, Méier, Olaria, Sulacap, São Cristóvão e Campo Grande, durante o transporte e distribuição de urnas eletrônicas. A ação terá início na manhã de sábado, dia 14. Fonte: https://prefeitura.rio/cidade/guarda-municipal-atuara-com-960-guardas-em-apoio-as-eleicoes-2020/

  • Saiba como justificar seu voto pelo e-Título

    O aplicativo da Justiça Eleitoral disponibiliza o serviço para eleitores que estão fora de seu domicílio eleitoral. Votar é obrigatório no país, todo eleitor que não comparecer ao seu local de votação no dia do pleito estará obrigado a justificar a sua ausência. Caso não justifique, o eleitor terá suspenso diversos de seus direitos civis caso não regularize sua situação na Justiça Eleitoral. Uma das justificativas aceitas para não se ir votar, é encontra-se fora do seu domicílio eleitoral no dia da votação. Nestas eleições, por conta da pandemia da COVID-19, o Tribunal Superior Eleitoral, TSE, resolveu oferecer mais uma forma de justificar a ausência. Neste ano foi adicionado ao aplicativo 'e-Título', uma funcionalidade que permite justificar a ausência por meio de um sistema de georrefenciamento, existente nos aparelhos celulares. Dessa forma é possível saber se o eleitor está realmente fora do seu domicílio eleitoral. A justificativa por georrefenciamento só estará disponível no dia e horário da votação, no caso do primeiro turno, domingo dia 15/11, das 7h às 17h. Além disso, pelo aplicativo, o eleitor também poderá justificar ausência por outros motivos, como problemas de saúde por exemplo. Porém deverá ser feito depois da eleição, num prazo de 60 dias. O aplicativo pode ser baixado nas plataformas 'Google Play' e 'App Store'. Veja o passo a passo: Após baixar o aplicativo, o eleitor deverá fazer um cadastro, ele deve preencher um formulário com dados como CPF ou número do título de eleitor; nome completo; e nome dos pais. Após essa etapa o aplicativo irá fazer algumas perguntas para confirmar a identidade do eleitor. Após fazer o cadastro o aplicativo irá pedir para que o eleitor cadastre uma senha, que deverá ser usada para entrar no 'e-Título'. Depois do cadastro da senha o eleitor já terá acesso a todas as funcionalidades do aplicativo. Ao entrar acessar o 'e-Título' o usuário irá encontrar diversas informações em sua tela principal: seu nome; número do título de eleitor; data de nascimento; número da seção eleitoral; número da zona eleitoral; sua situação em relação ao cadastro da biometria; e um QR code com o código de validação. Na parte inferior da tela o eleitor encontrará um menu. Veja: 6. No menu encontrado na parte inferior da tela o usuário deverá escolher o botão "mais opções". Na tela que irá se abrir, o usuário deverá escolher a opção “Justificativa de ausência”, o eleitor deve então preencher o campo alegando o motivo que o fez se ausentar das eleições. Nesta etapa, é fundamental preencher o e-mail de contato para que a Justiça Eleitoral envie a notificação de aprovação ou reprovação. Veja a baixo: 7. Com todos os passos anteriores concluídos, o eleitor deve anexar um documento (nos formatos de JPG, PNG ou PDF) que evidencie sua necessidade de ter se ausentado da votação, e, desta forma, encerrar a solicitação. Vale lembrar que outros meios para justificar ausência também estão disponíveis, como o preenchimento do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser baixado pelo eleitor na página do TSE e estará disponível também em papel nos cartórios eleitorais, postos e centrais de atendimento ao eleitor, e no dia do pleito, nos locais de votação ou de justificativa, e em outro locais previamente autorizados. Pela internet o eleitor também poderá utilizar o sistema justifica. A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Nesse caso, se o eleitor deixou de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno. O eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias, mas deve estar atento a eventual revisão do eleitorado no município onde for inscrito, visto que o não atendimento à convocação da Justiça Eleitoral para esse levará ao cancelamento de seu título eleitoral. Veja também: Confira as principais mudanças nas eleições municipais durante a pandemia do coronavírus. Veja também: Como funcionam os cargos de prefeito e vereador.

  • Eleições 2020: Confira os 51 vereadores eleitos para a Câmara Municipal

    PSOL, Republicanos e Democratas terão as maiores bancadas. Ontem (15/11), foram eleitos os 51 vereadores que irão compor a Câmara Municipal nos próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas, PSOL, Republicanos e o Democratas foram os partidos que mais obtiveram cadeiras na casa, com 7 cada. Seguido pelo PSD, PT e Avante, com 3 cadeiras cada. PL, PSC, Cidadania, PP e PTB conquistaram 2 cadeiras cada. Solidariedade, PMN, Democracia Cristã, Podemos, PROS, PDT, Patriotas, PSL, Novo, PTC e MDB conseguiram uma cadeira cada. 34 vereadores foram reeleitos, contra 17 que não faziam parte do plenário da Câmara. Dentre os reeleitos, Tarcísio Mota, do PSOL foi o destaque, sendo mais votado com 86.243 mil votos, e Carlos Bolsonaro, do Republicanos, ficou em segundo, com 71 mil votos, invertendo o resultado de 2016, quando o Republicano ficou em primeiro e o Psolista em segundo. Entre os novatos da Câmara, destacaram-se o youtuber bolsonarista e ex-PM Gabriel Monteiro, filiado ao PSD, que conseguiu 60.326 votos e foi o terceiro mais votado da cidade, . Marcos Braz, vice de futebol do Flamengo e filiado ao PL também foi um dos eleitos mais votados, com 40.938 votos, e vai a Câmara pela primeira vez. Outros nomes novos na câmara serão os de Mônica Benício (PSOL), viúva de Marielle Franco e Tainá de Paula, do PT. Confira a lista com os 51 vereadores eleitos: Tarcisio Mota (PSOL) - 86.243 votos Carlos Bolsonaro (Republicanos) - 71.000 votos Gabriel Monteiro (PSD) - 60.236 votos Cesar Maia (DEM) - 55.031 votos Chico Alencar (PSOL) - 49.422 votos Marcos Braz (PL) - 40.938 votos Rosa Fernandes (PSC) - 26.409 votos Carlo Caiado (DEM) - 26.212 votos Tainá de Paula (PT) - 24.881 votos Luciano Vieira (Avante) - 24.070 votos Monica Benicio (PSOL) - 22.919 votos Inaldo Silva (Republicanos) - 21.885 votos Teresa Bergher (Cidadania) - 21.131 votos Felipe Michel (PP) - 20.936 votos João Mendes de Jesus (Republicanos) - 20.811 votos Junior da Lucinha (PL) - 19.732 votos Marcio Ribeiro (Avante) - 19.383 votos Vera Lins (PP) - 19.242 votos Tânia Bastos (Republicanos) - 19.027 votos Thiago K. Ribeiro (DEM) - 18.960 votos Rafaela Aloisio Freitas (Cidadania) - 18.851 votos Jorge Felippe (DEM) - 18.507 votos Verônica Costa (DEM) - 17.939 votos Alexandre Isquierdo (DEM) - 17.764 votos Reimont (PT) - 16.082 votos Jairinho (SD) - 16.061 votos Luiz Carlos Ramos Filho (PMN) - 15.602 votos Luciana Novaes (PT) - 15.311 votos Willian Coelho (DC) - 15.126 votos Dr. Carlos Eduardo (Podemos) - 15.026 votos Paulo Pinheiro (PSOL) - 14.760 votos Ulisses Martins (Republicanos) - 14.660 votos Laura Carneiro (DEM) - 14.646 votos Thais Ferreira (PSOL) - 14.284 votos Zico (Republicanos) - 13.964 votos Jair da Mendes Gomes (PROS) - 13.595 votos Wellington Dias (PDT) - 13.327 votos Marcelo Arar (PTB) - 12.330 votos Jones Moura (PSD) - 11.597 votos Renato Moura (Patriota) - 10.588 votos Celso Costa (Republicanos) - 10.523 votos Dr. João Ricardo (PSC) - 10.227 votos Pedro Duarte (Novo) - 10.069 votos William Siri (PSOL) - 9.957 votos Dr. Gilberto (PTC) - 9.445 votos Rocal (PSD) - 9.280 votos Dr. Marcos Paulo (PSOL) - 9.009 votos Waldir Brazão (Avante) - 8.332 votos Marcio Santos de Araújo (PTB) - 7.467 votos Rogério Amorim (PSL) - 6.719 votos Vitor Hugo (MDB) - 5.423 votos Nessas eleições foram 2.591.455 votos dados a candidatos, ou na legenda. Além de 240.094 votos em branco, e 381.614 votos nulos. Os eleitos tomam posse no dia primeiro de janeiro de 2021. Agora resta a população cobrá-los pelos próximos quatro anos, para melhorias de nossos bairros e comunidades, além da fiscalização que os vereadores devem fazer da gestão municipal.

  • Política suja: Quem limpa os santinhos jogados no chão?

    O 'derramamento' de santinhos é crime de propaganda eleitoral irregular e crime ambiental, e pode gerar detenção e multa. O período eleitoral chegou, e com ele os famosos santinhos, esse pequeno panfleto ou cartão que contém o nome e o número dos candidatos. Esse tipo de material tem sua distribuição permitida até o dia anterior ao pleito, mas não deve ser distribuído ou 'derramado' no dia da votação. A prática configura crime de propaganda eleitoral irregular e crime ambiental, cujas penalidades são detenção, de seis meses a um ano e reclusão, de um a quatro anos, respectivamente, além de multa. Independente das proibições, o que se pode perceber neste ano é que a prática continua sendo usada, principalmente nos locais próximos as escolas onde existe votação. O que se viu no último domingo (15/11) foi muita sujeira pelo chão. E a gente fica se perguntando, quem vai limpar isso? É realmente lamentável ver que a prática se repete todo ano eleitoral. Mais revoltante ainda é saber que quem vai pagar por essa limpeza somos nós, os cidadãos, já que é a prefeitura a responsável pela limpeza urbana. Só neste ano 1.940 garis participaram da limpeza das imediações de todas as seções eleitorais do município. O trabalho começou às 17h no domingo, assim que a votação terminou. Os garis receberam a ajuda de 277 veículos, entre viaturas para a varrição mecanizada, lavagem hidráulica e caminhões de coleta e destinação de resíduos. Saber que a cada ano eleitoral essa prática continua viva diz muito sobre quem somos, e sobre quem nós escolhemos para nos representar.

  • Eleições na pandemia: Quando e como vai ser?

    Confira as principais mudanças nas eleições municipais durante a pandemia do coronavírus. No dia 15 de novembro, os cariocas decidem nas urnas o futuro prefeito, vice-prefeito e vereadores da cidade do Rio de Janeiro. Havendo a necessidade de um segundo turno, a votação acontecerá no dia 29 do mesmo mês. Mas você já sabe quais foram as mudanças implementadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para evitar o contágio do novo coronavírus? Confira abaixo: Antes de tudo, confira o seu local de votação. A Justiça Eleitoral recomenda que todos verifiquem a sua seção eleitoral. É simples: basta acessar o site do TRE - RJ clicando aqui, depois abra a aba "Eleitor", acesse "Local de Votação" e preencha seu nome, data de nascimento e nome da mãe. Fique atento aos horários! O horário de funcionamento das seções eleitorais foi ampliado em uma hora, ou seja, os eleitores poderão voltar de 7h às 17h. Os idosos e pessoas do grupo de risco terão horário preferencial de 7h às 10h. O TSE também informou que haverá um planejamento para assegurar o distanciamento social entre os eleitores. Identificação biométrica: vai ter? Para diminuir a exposição dos eleitores ao vírus, o TSE determinou que, neste ano, não haverá identificação biométrica para evitar que o eleitor tenha contato com a superfície da máquina. Além disso, a medida encurta o tempo do votante dentro da seção, diminuindo os riscos de aglomeração. O que o eleitor deve levar? Além do documento com foto para exercer o direito ao voto, o eleitor só poderá entrar na seção com o uso da máscara para se proteger contra o COVID-19. O TSE também orienta que cada pessoa leve sua própria caneta para assinar o caderno de votação, mas irá disponibilizar canetas higienizadas para os que não levarem. Além disso, será oferecido álcool em gel para os votantes. Lembrando que o distanciamento social é uma das medidas contra o vírus e também será implantada nos locais de votação. Vou ser mesário! E agora? Se você foi convocado para ser mesário nessas eleições, precisa ficar atento às medidas: todos os trabalhadores receberão equipamentos de proteção, como máscaras em três camadas, protetores faciais (face shiels) e álcool em gel. Você também pode conferir as entrevistas com os candidatos à prefeitura do Rio no nosso site. Para entender melhor o que faz os cargos disputados nessas eleições, acesse nossa matéria clicando aqui.

  • Lume nas eleições: Renata Souza

    Veja as principais propostas apresentadas pela candidata da PSOL, na entrevista exibida ontem (06/11) pela Agência Lume. A Agência Lume encerrou na noite de ontem (06/11), a série de entrevistas que fez com 10 dos 14 candidatos a prefeitura do Rio de Janeiro. A última candidata a ter sua entrevista exibida por meio de live na página do Facebook da agência, foi Renata Souza, candidata do PSOL a prefeitura do Rio. Renata tem 38 anos, nasceu no Rio de Janeiro e cresceu na Favela da Maré. A candidata é formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a PUC RIO, Renata é também Doutora em comunicação e cultura pela UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Pós-doutora em mídia e cotidiano pela UFF, Universidade Federal Fluminense. Renata Souza é atualmente Deputada estadual pelo PSOL, cago que assumiu em 2019 e agora é candidata à prefeitura, tem o Coronel da reserva da Polícia Militar Íbis Pereira como candidato a vice. Durante a entrevista, a candidata falou sobre sua história e respondeu a perguntas sobre mobilidade urbana, saúde e educação. Ela se solidarizou com os moradores das favelas de nossa região, disse que sabe o que é ser morador de favela: "sou cria da favela da Maré, então eu sei muito bem o que as pessoas do Anil, do Rio das Pedras sofrem, enfim, todos aqueles e aquelas que tem a impossibilidade de ser reconhecido como sujeito, como dignidade, porque a prefeitura abandona todas essas comunidades e só retorna no momento de eleição, a gente tem que entender que essas comunidades, esses bairros precisam de uma prefeita que viveu a realidade de um de um bairro pobre, de uma favela pobre, onde o saneamento básico não foi, e não é prioridade, onde a educação também tem a sua dificuldade, onde o acesso a saúde também tem muitas privações. Então, nesse sentido, eu sou, Fernanda [jornalista], uma pessoa que viveu na pele toda a desigualdade social que uma Prefeitura pode gerar quando não olha a população mais pobre como prioridade. Veja as principais propostas da candidata Renata Souza: Educação: Criação do FUNCRECHE. Na área da educação, a candidata foi perguntada sobre a possibilidade de ampliação de vagas nas creches da região de Rio das Pedras e adjacências. Renata Souza falou da importância de se ampliar as vagas e que em seu governo pretende criar um fundo municipal para as creches, o FUNCRECHE: "A gente tem cerca de 36 mil crianças, sem vagas nas creches, a gente quer zerar essa fila, porque é um absurdo, a gente quer criar essas vagas, justamente trabalhando com FUNCRECHE que é a construção de um fundo municipal para as creches pra ampliar o número de creches e também valorizar as que já existem, também colocando esse profissional de maneira a ser reconhecido e valorizado também pra que essa criança, uma assistência importante da vaga da creche, com alimentação saudável, inclusive, vindo de parte da zona oeste, que tem os pequenos agricultores que podem estar fornecendo alimentação saudável e sem veneno pra nossas crianças dessas creches. Então, nesse sentido, vai zerar a fila das creches com o FUNCRECHE e também trazer a possibilidade, inclusive, de organização, porque a gente sabe, né? Que isso é um direito da criança, mas a creche também ajuda essa mãe que precisa desse lugar seguro, com alimentação saudável, pra que possa trabalhar tranquila e saber que seu filho e sua filha estão bem cuidados." Mobilidade Urbana: BRT de graça até o fim do mandato. Renata Souza falou sobre o gasta que as famílias da Zona Oeste tem com mobilidade urbana, e disse que é possível sim, que a prefeitura arque com os custos do sistema para que a população não precise pagar nada pelo serviço: "Vamos fazer com que o BRT seja de graça, por quê? Porque hoje o maior gasto, o maior custo das famílias da zona Oeste é justamente com mobilidade urbana. Além de levar muito tempo, transporte caro e de péssima qualidade, 20% do seu orçamento mensal é comprometido com a mobilidade urbana. E hoje, quando a gente fala de BRT de graça e isso é super possível, porque a operação anual de um BRT custa 350 milhões, isso não é nem 2% do orçamento da Prefeitura. Então, a Prefeitura pode arcar com esse custo pra dar uma melhor qualidade de vida pra população da zona oeste. Então, não é sonho, é realidade e a gente pode realizar isso, porque nós não temos nenhum rabo preso com a máfia dos transportes que dominam o Rio de Janeiro." Saúde: "A falta de saneamento básico quase me matou". Quando perguntada sobre o tema do saneamento básico, e sobre projetos e propostas que que teria sobre o assunto, a candidata falou da importância do tema e falou sobre os problemas que a falta de saneamento básico causaram na sua própria vida: " Quando a gente fala de saneamento básico é quase que falar da minha própria vida. Eu bebi água da bica da minha casa contaminada e tive hepatite A, eu quase morri. Então, isso quer dizer que o saneamento básico, a falta de saneamento básico quase me matou. Então, a gente tem uma centralidade importante pra obras estruturais de saneamento básico. E isso nós vamos realizar nas favelas e periferias hoje, que se encontram sem esse serviço tão fundamental de esgotamento e de abastecimento de água, a gente teve um problema em plena pandemia, de falta de abastecimento de água. E muitas favelas da zona leste e da zona norte do Rio de Janeiro, em especial, quando a gente olha, as questões relacionadas ao próprio Rio das Pedras, que a gente teve, falta de abastecimento de água. Recebemos essas essas questões com a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, que eu presido na ALERJ. Então, sem dúvida nenhuma, o saneamento básico é algo muito importante." Confira abaixo a entrevista completa com a candidata Renata Souza:

  • Lume nas eleições: Eduardo Bandeira de Mello

    Veja as principais propostas apresentadas pelo candidato da Rede Sustentabilidade, na entrevista exibida ontem (05/11) pela Agência Lume. O projeto Lume nas eleições 2020 apresentou ontem (05/11) a entrevista realizada com Eduardo Bandeira de Mello, candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo partido Rede Sustentabilidade. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o carioca trabalhou durante 35 anos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e foi dirigente esportivo e presidente do Clube de Regatas do Flamengo, de 2013 à 2018. No mesmo ano, ele também concorreu ao cargo de deputado federal, mas não conseguiu se eleger. Agora, tenta as eleições municipais com sua vice Andrea Gouvêa Vieira. Seguindo as diretrizes de seu partido, Bandeira de Mello defendeu um Rio mais sustentável e inclusivo, colocando a educação como a maior prioridade da sua gestão, caso seja eleito. O candidato também se diz ser uma nova opção no cenário político da cidade: "Eu gostaria de dizer para vocês que eu estou me apresentando como uma alternativa a essas práticas políticas deletérias e subalternas que vem manchando a história do Rio de Janeiro (...) As pessoas me conhecem porque eu fui presidente do Flamengo, e eu peguei o Flamengo totalmente desacreditado, ninguém levava sério, endividado, com receitas penhoradas e entreguei seis anos depois um modelo de clube, que ganhou todos os prêmios de transparência, de gestão esportiva, reduziu a dívida pela metade, aumentou faturamento em quatro vezes, acabou com dívidas trabalhistas, passou a respeitar e servir de exemplo pro seu torcedor. A gente quer uma prefeitura que sirva de exemplo para todos os cariocas e que seja modelo pro Brasil e pro mundo. A gente quer uma cidade sustentável, uma cidade verde, uma cidade inclusiva, que a gente consiga reduzir desigualdades que mancham a nossa história e nos envergonham muito." Veja as principais propostas do candidato Eduardo Bandeira de Mello: Educação: Educação é minha prioridade das prioridades. Para o candidato, não existe nada mais importante em uma administração - seja ela municipal, estadual ou federal - do que a educação. Caso eleito, ele pretende focar na educação infantil e defendeu o plano de escolas em horário integral: "Com certeza vai ser a nossa prioridade [a educação] e eu tenho um foco ainda mais especial na educação infantil, que é onde os estudos, as evidências científicas, provam que tem o maior retorno social (...) Nosso foco vai ser muito mais em fazer acontecer aquilo que já existe, do que fazer obra para, muitas vezes, ficar mais um equipamento ocioso." "A ideia é que as comunidades tenham quadras de esportes; espaços, como ginásios, por exemplo, para que possam servir, inclusive, para que as crianças tenham atividades esportivas. Ligadas a arte ou até reforço escolar no contra turno. Porque enquanto a gente não consegue o nosso tempo integral para todo mundo, os estudantes da escola de tempo parcial ficam muitas vezes ociosos, na parte da tarde ou na parte da manhã, e a gente pode usar essas áreas pra que eles desenvolvam esse tipo de atividade. (...) Isso além de ser lazer, é educação." Mobilidade urbana: A prefeitura tem que controlar o serviço de transporte público. O que acontece no Rio de Janeiro há muitos anos é o contrário, os empresários de transporte público controlam os governos. Bandeira de Mello criticou o financiamento de empresários à campanhas em troca de prestação de serviços, além de declarar que o transporte público da cidade não atende à população. Quando perguntado sobre a possibilidade de um metrô na Freguesia, o carioca declarou que não poderia prometer a obra, mas, que como morador da Barra da Tijuca, acha a alternativa viável. "Como o próprio nome do partido [Rede Sustentabilidade] está dizendo, somos a favor que o transporte público prevaleça em relação ao transporte particular, porque isso reduz o a quantidade de emissões de gás efeito estufa e é muito mais eficiente, muito mais justo para população como um todo." Olha, eu posso pensar nisso [sobre o metrô na Freguesia] como cidadão, como alguém que tá imaginando um Rio mais inclusivo, mais eficiente, mas eu não seria irresponsável de prometer pros moradores da Freguesia que o metrô vai chegar lá. Primeiro, porque o metrô não é municipal, é estadual, por mais que a gente consiga ter uma boa relação com o governador, com a Secretaria de Transporte do Estado, não tá no planejamento do metrô passar aí pela Freguesia. (...) O que eu vou prometer é que eu vou trabalhar muito para as condições desta região de mobilidade urbana, tanto em termos de frequência dos ônibus alimentadores, como em relação as condições desses ônibus, que a gente sabe que hoje os ônibus andam superlotados, não tem ar-condicionado, não tem equipamento, por exemplo, para quem é deficiente físico, pra quem é criança e pra quem tem que andar com criança. Saúde: Cada real que você investe em saneamento [básico], você tá deixando de gastar quatro reais em saúde. Para o candidato, a pandemia do coronavírus deixou ainda mais evidente a carência de saneamento básico que existe na cidade do Rio de Janeiro. Bandeira de Mello também conversou sobre a gestão da CEDAE, concessionária de água e esgoto controlada pelo município. Ao tratar de lixo, ele enfatizou que essa é uma questão importante para o partido. "Mais uma vez, isso aqui é a Rede de Sustentabilidade [partido]. Então, nós vamos ter que tratar isso da melhor maneira possível do ponto de vista ecológico ambiental. Nós vamos ter que incentivar e obrigar a coleta seletiva, vamos ter que, inclusive, reduzir a quantidade de lixo que chega no aterro de Seropédica. Você pode fazer reciclagem, pode fazer tratamento compostagem, pode até extrair gás do lixo e esse gás ser usado pela própria população do Rio de Janeiro." "A COMLURB vai ter que ser uma empresa modelo do ponto de vista ambiental e para as comunidades principalmente. Eu sei que esse é um problema em Rio das Pedras, eu já andei conversando com pessoas daí. No passado você tinha garis comunitários, era superimportante porque o caminhão de lixo não entra aí em ruas muito estreitas, então você tem que ter um sistema. Mas isso nós vamos ter que reativar, recuperar essa situação com os garis comunitários para que eles sejam parceiros da COMLURB, parceiros da Prefeitura." Confira abaixo a entrevista completa com o candidato Eduardo Bandeira de Mello:

  • Lume nas eleições: Clarissa Garotinho

    Veja as principais propostas feitas pela candidata na entrevista concedida ontem (04/11) para a Agência Lume. Dando continuidade ao projeto Lume nas Eleições, projeto da Agência Lume que está fazendo a cobertura das eleições 2020, os eleitores puderam assistir na noite desta quarta-feira (04/11), a entrevista feita com a candidata a prefeitura do Rio de Janeiro Clarissa Garotinho, do Pros. Atualmente como deputada federal, Clarissa foi a oitava entrevistada de uma série de 10 entrevistas que serão exibidas pela Agência Lume até a próxima sexta-feira dia 06/11. Vale lembrar que alguns candidatos ao cargo de prefeito do Rio não puderam dar entrevista para a Agência Lume por questões de agenda. Ontem Clarissa, que concorre a primeira vez a um cargo no poder executivo, respondeu as perguntas sobre mobilidade urbana, saúde e educação, e quais propostas teria para o Rio das Pedras e região. Um dos principais projetos que Clarissa Garotinho pretende implementar, caso eleita, seria revitalizar a Lagoa de Jacarepaguá, transformando-a em um ponto turístico: A gente precisa oferecer a construção de um grande parque natural nas lagoas de Jacarepaguá. Teria recursos da iniciativa privada, investindo na limpeza das lagoas, na despoluição da lagoa e ainda poderíamos tornar esse atrativo um parque natural, um atrativo que pudesse ser mais um ponto turístico da nossa cidade. Veja alguns pontos abordados pela candidata durante a conversa: Saúde: Resolver o problema do lixo e zerar a fila do SISREG A candidata falou sobre uma possível retomada do projeto "gari comunitário", além de melhorar as lixeiras da cidade que, segundo ela, são insuficientes. Clarissa também pretende zerar a fila do SISREG, implementando um turno extra de cirurgias, para a fila andar mais rápido: Tem que ter caçambas maiores, lixeiras maiores que essas lixeiras que a gente tem na cidade, que são uma vergonha. Lixeiras pequenas, que não chega nem na hora do almoço e elas já estão transbordando. A fila do SISREG é uma humilhação para a população, eu vou acabar com essa humilhação das pessoas ficarem cinco anos aguardando uma posição para conseguir fazer a cirurgia na fila do SISREG. E como é que nós vamos fazer isso? Implementando um turno extra das cirurgias, para a fila andar mais rápido. E acabar com aquele jeitinho que muito político quer dar para ganhar voto. Usam a saúde das pessoas pra ganhar um voto lá na frente. Isso tem que acabar! Educação: Acabar com o déficit de vagas nas creches municipais. Além de aumentar as vagas em creches municipais, a candidata falou sobre acabar com a distância existente entre os ensinos da rede pública e da rede particular: São 32 mil crianças que não tem vaga nas creches. Lugar de criança na escola e isso também é muito importante pras mães que precisam sair pra trabalhar e não tem com quem deixar seus filhos. Por que que as crianças da rede particular continuaram conseguindo aprender, mesmo com todas as dificuldades, e as crianças da rede pública tiveram praticamente um ano perdido? Então, eu não quero que essa injustiça permaneça! Por isso mesmo, como prefeita, eu vou fazer com que cada criança tenha acesso a um tablet educacional, com acesso à internet para que situações como essa não se repitam e para que as crianças possam acessar as novas tecnologias. Mobilidade Urbana: BRT, transporte alternativo e melhorias dos bairros. Sobre a mobilidade urbana, a candidata enfatizou em melhorar o BRT e aumentar sua frota. Além de outros pontos como: melhorar o transporte alternativo e revitalização dos bairros, para deixar a população mais segura. Precisamos também legalizar o transporte alternativo, isso é muito importante, porque quem vive, principalmente nas comunidades, sabe do que eu estou falando, se não são as vans, as pessoas não conseguem muitas vezes se locomover dentro da cidade do Rio. Os bairros, eles tem que ter vida, os bairros tem que ter comércio, os bairros tem que ter área de lazer e quando os bairros tem vida, a gente traz inclusive mais segurança pro cidadão. Então, é isso que a gente tem que fazer, resgatar a centralidade dos bairros, revitalizar os bairros e trazer vida aos bairros cariocas. Não apenas na região de Jacarepaguá, mas em toda cidade do Rio de Janeiro. Abaixo você pode assistir a entrevista completa com a candidata.

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