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  • Usuários reclamam de climatização e atendimento em Clínica da Família de Rio das Pedras

    Município diz que a unidade realiza 500 atendimento por dia, e que está investindo na melhoria da climatização do local. Moradores de Rio das Pedras têm expressado insatisfação com as condições de atendimento na Clínica da Família Otto Alves de Carvalho. Problemas de climatização devido a ventiladores quebrados e a demora no atendimento têm sido os principais pontos de reclamação. Usuários da Clínica da Família localizada na Avenida Engenheiro Souza Filho, têm se queixado do desconforto térmico nas áreas de espera, especialmente em dias quentes. Os relatos apontam que alguns ventiladores estão inoperantes, tornando o ambiente abafado para aqueles que aguardam atendimento. A questão da demora no atendimento também tem sido motivo de reclamação. Segundo informações apuradas pela Agência Lume, a unidade possui aproximadamente 50 mil pacientes cadastrados e uma média de 600 atendimentos diários. Outro ponto levantado pelos usuários é a busca por atendimentos emergenciais na clínica, que não são sua função primária. A distância das unidades emergenciais faz com que muitos recorram à Clínica da Família, sobrecarregando o sistema. O que dizem os citados? Diante das reclamações, a Agência Lume questionou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) quais medidas estão sendo adotadas para minimizar os efeitos do calor nas unidades de saúde da família, que no geral seguem um mesmo modelo de ambientes abertos sem ar condicionado. Também questionamos a prefeitura sobre a periodicidade das manutenções na estrutura física da unidade citada que já atende os moradores de Rio das Pedras há 12 anos. Além disso, também perguntamos ao município se seria possível a instalação de uma unidade de atendimento para emergências em uma região mais próxima a Rio das Pedras. Segundo a SMS, a compra de três novos aparelhos de ar condicionado e o conserto dos ventiladores que apresentam falhas já estão sendo providenciadas. A manutenção predial da clínica é feita rotineiramente e sempre que necessário. A secretaria também informou que a média diária de atendimentos na unidade, inclui não só consultas médicas, mas também consultas de enfermagem e atendimentos por outros profissionais, como técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, equipe de saúde bucal, etc. E que o número de equipes de saúde da família e de profissionais da unidade está de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. Sobre a possibilidade de instalação de uma unidade de saúde que atenda emergências, a prefeitura informou que o atendimento de urgência e emergência é regionalizado. e que seria inviável haver uma unidade de urgência e emergência em cada bairro da cidade, por isso as clínicas da família, essas sim territorializadas, estão aptas ao pronto atendimento de casos de baixa complexidade. O município orientou que pacientes com casos mais graves que, por ventura, procurem essas unidades para urgências, sejam acolhidos, recebam o primeiro atendimento para que possam ser transferidos pela Central Municipal de Regulação, em ambulâncias e com todo o suporte, para unidades de urgência e emergência. Como registrar algum problema com relacionado a unidades de saúde da família? Além dos canais disponibilizados pela prefeitura para recebimento de feedbacks, como o 1746, o usuário pode procurar a gerência da unidade e conversar sobre questões que possam estar o incomodando. Como realizar o cadastro na clínica sem ter comprovante de residência? Outra questão que chegou a Agência Lume através dos moradores tem a ver com o cadastros nas unidades de saúde da família. Como o atendimento é territorializado, é muito importante que o morador apresente o comprovante de residência. Entretanto, alguns moradores dizem não ter o documento. Segundo a SMS, as pessoas que não tenham comprovante de residência, devem buscar pela associação dos moradores, para que a mesma providencie o documento de comprovação. E vale lembrar que para atendimentos de urgência, não é exigida comprovação.

  • Governo do Estado lança projeto 60+Reabilita para oferecer atividades físicas e reabilitação a idosos

    Inscrições abertas em mais de 40 polos, incluindo Rio das Pedras e Freguesia. O Governo do Estado do Rio de Janeiro inaugurou as inscrições para o Projeto 60+Reabilita, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Juventude e Envelhecimento Saudável, que visa proporcionar atividades físicas e programas de reabilitação gratuitos para a população idosa. Segundo o governo, o projeto, que tem como objetivo central promover a qualidade de vida dos idosos, conta com mais de 40 polos de atendimento já com inscrições abertas, incluindo locais nos bairros de Rio das Pedras e Freguesia. A estrutura de cada polo é multidisciplinar, composta por profissionais como fisioterapeutas, professores de educação física, técnicos em enfermagem e articuladores sociais. Cada participante receberá acompanhamento individualizado, com a geração de relatórios online para registrar o progresso de cada aluno ao longo do tempo. As inscrições estão sendo liberadas gradualmente e podem ser realizadas através do link online disponibilizado pelo programa ou pessoalmente, conforme os endereços indicados no formulário de inscrição. Link para pré-inscrição: https://reabilita60.contato.org.br/ O secretário de Juventude e Envelhecimento Saudável, Alexandre Isquierdo, ressaltou o compromisso do Governo do Estado com o cuidado da população idosa. "A população acima dos 60 anos está crescendo exponencialmente e, diante desse cenário, é cada vez mais importante a implementação de políticas públicas voltadas ao seu bem-estar e conforto", afirmou Isquierdo. "Vamos oferecer um serviço de qualidade, atuando na reabilitação e na prevenção, além da parte de socialização entre os alunos", completou o secretário. Fonte:https://www.rj.gov.br/noticias/

  • Fies Social é lançado pelo governo

    Programa para estudantes de baixa renda vai custear o ensino superior a partir do segundo semestre. Uma versão renovada do Fundo de Financiamento Estudantil, conhecido como Fies Social, foi anunciada pelo Ministério da Educação (MEC). Destinado a estudantes de baixa renda, o programa oferecerá financiamento integral para instituições de ensino superior. A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (16), visa atender a estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Segundo as novas regras, os estudantes que se encaixarem nesse perfil não precisarão passar pelo cálculo de comprometimento da renda mensal para determinar o percentual financiável. No entanto, o custo do curso a ser financiado deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo programa, que atualmente fixa um teto de R$ 60 mil anuais para medicina e R$ 42,9 mil para outros cursos. Uma porcentagem das vagas disponíveis será reservada para estudantes de baixa renda, incluindo cotas para autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, conforme a proporção da população da unidade federativa onde a instituição de ensino está localizada. As vagas não preenchidas serão inicialmente oferecidas aos candidatos beneficiários de políticas de ações afirmativas e, posteriormente, abertas à concorrência geral. O Fies Social entrará em vigor já a partir do segundo semestre de 2024, de acordo com o MEC. Além disso, a resolução que institui a modalidade do programa permite a possibilidade de estabelecer cursos prioritários para financiamento integral, conforme determinado em cada edital. O Fies é uma iniciativa governamental que oferece financiamento a estudantes de cursos pagos em instituições de ensino superior que aderiram ao programa e foram avaliadas positivamente pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Os candidatos ao financiamento devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtido notas médias iguais ou superiores a 450 pontos, sem zerar a redação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

  • Prefeitura do Rio anuncia 981 oportunidades de emprego na cidade

    Município oferece vagas para diversos segmentos, incluindo postos para pessoas com deficiência e estágios universitários. Após os dias de folia, é hora de voltar ao mercado de trabalho. Nesta Quarta-Feira de Cinzas (14/2), a Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE), divulga 981 vagas de emprego. Entre as oportunidades, destacam-se 40 oportunidades para pessoas com deficiência, que poderão atuar como atendentes em diferentes regiões da cidade, como Tijuca, Del Castilho, Campo Grande e Zona Sul. Não é necessária experiência prévia para se candidatar a essas vagas. As oportunidades desta semana abrangem uma variedade de perfis, tanto para candidatos com experiência e sem experiência anterior, incluindo vagas temporárias para estagiários. No total, são 571 vagas para trabalhadores em geral e 410 direcionadas para pessoas com deficiência, abrangendo diversos setores profissionais, como cozinheiro, operador de empilhadeira, garçom, arrumadeira, médico obstetra e enfermeiro, entre outras. O secretário municipal de Trabalho e Renda, Everton Gomes, ressaltou a importância de criar novas oportunidades de trabalho após o Carnaval: "De acordo com estudo da Prefeitura, o Carnaval do Rio deve movimentar cerca de R$ 5 bilhões em serviços diretos e indiretos. Com o fim da festa, nosso desafio de criar novas oportunidades de trabalho é muito grande. Temos nos preocupado em intermediar processos seletivos para vagas que não exijam experiência prévia, de modo a proporcionar o primeiro emprego a quem mais precisa ." Para se candidatar, os interessados podem se inscrever pela internet, sem a necessidade de uso de código para o preenchimento do formulário. Para aqueles sem acesso à internet, sete postos da Central do Trabalhador estão disponíveis em diferentes regiões da cidade, funcionando das 8h às 16h. Os candidatos devem levar RG, CPF, PIS e currículo para a inscrição. Pessoas com deficiência têm a opção de enviar o currículo por e-mail ou comparecer ao Centro Integrado de Atendimento ao Deficiente (CIAD). A SMTE, responsável pelo banco de empregos da Prefeitura do Rio, conta com mais de 400 mil currículos e oferece serviços gratuitos para empresas interessadas em recrutar profissionais com diversos perfis. Para ver todas as vagas disponíveis acesse: https://prefeitura.rio/

  • Programa Jovens Cientistas Cariocas promove pesquisa universitária no Rio

    Interessados tem até o dia 8 de março para se inscrever. Veja: A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT) em parceria com o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds) está promovendo o Programa Jovens Cientistas Cariocas, destinado a estudantes universitários. O programa tem o intuito de fomentar pesquisas que contribuam para o desenvolvimento da cidade e a redução das desigualdades, além de oferecer apoio financeiro aos selecionados. Os interessados têm até o dia 8 de março para se inscreverem, sendo aceitos projetos de alunos de graduação de instituições públicas e privadas. Ao todo, serão escolhidos 100 projetos, e cada estudante selecionado receberá uma bolsa de incentivo à pesquisa no valor de R$ 800, com duração de seis meses. Podem participar do programa universitários com idades entre 18 e 29 anos, residentes na cidade do Rio de Janeiro há pelo menos três anos e sem emprego formal ativo. São aceitos pré-projetos que abordem temas como "Cidades inteligentes", "Mobilidade urbana", "Tecnologia e desenvolvimento", "Mudanças climáticas" e "Desenvolvimento social e sociocultural", entre outros. Para mais informações sobre o programa e realizar a inscrição, o edital está disponível no site https://cieds.org.br/ e o formulário de inscrição pode ser acessado através do link https://docs.google.com/forms/ Fonte: https://prefeitura.rio/

  • Ivermectina não é eficaz contra a dengue

    Ministério da Saúde se pronunciou após boato ser espalhado pelas redes sociais. O antiparasitário, Ivermectina, voltou a ganhar destaque depois que uma informação fake espalhada pelas redes sociais afirmava que o remédio seria uma possível solução para combater a dengue. Segundo o Ministério da Saúde, trata-se de um boato veiculado, inclusive, no perfil das redes sociais de alguns profissionais de saúde, mas sem dado ou fonte que comprove a informação. O medicamento, um antiparasitário, chegou a ser defendido em meio à pandemia de covid-19 como parte de um tratamento precoce contra a doença, porém, sem eficácia comprovada. A pasta lembra que, à época, estudos demonstraram a ineficácia do remédio no combate ao coronavírus. “Para ficar claro: a Ivermectina também não é eficaz em diminuir a carga viral da dengue. O Ministério da Saúde não reconhece qualquer protocolo que inclua o remédio para o tratamento da doença”, alertou o governo federal em nota. “Disseminação de fake news, principalmente quando se trata de um cenário epidemiológico que pede atenção, é extremamente perigoso”, completou. Ainda segundo o órgão federal, o protocolo oficial para a dengue prevê que o médico identifique os sintomas a partir de uma pesquisa com o próprio paciente. Em seguida, o profissional pode ou não solicitar exames laboratoriais. “É muito importante retornar imediatamente ao serviço de saúde em caso de sinais de alarme (dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas). O protocolo sugere a internação do paciente para o manejo clínico adequado”, reforçou o ministério. A pasta ressalta que as condutas clínicas indicadas são sustentadas em bases científicas e evidências de eficácia que garantem a segurança do paciente. O Ministério da Saúde também destaca que os medicamentos prescritos para o tratamento têm aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/

  • Prefeitura afirma: Rio vive epidemia de Dengue

    Veja como se prevenir e fazer a sua parte para combater a doença. Nesta sexta-feira (02), o município apresentou o plano de contingência para o enfrentamento da Dengue na cidade. Em 2024 a capital já registra mais de 10 mil casos da doença, com uma taxa de incidência de 160,68 por 100 mil habitantes. O número é alarmante, tendo em vista que em todo o ano de 2024 foram registrados 22.959 casos. Além disso, os números da doença são altos em todo o país, com 243,7 mil casos, 24 óbitos confirmados e 163 em investigação. O Estado do Rio de Janeiro é o sétimo colocado em relação aos demais estados da federação, com 17,7 mil casos. A maior incidência está na população adulta, em especial nas faixas etárias de 30 a 39 anos e de 40 a 49. Com este cenário preocupante, a Prefeitura do Rio divulgou diversas ações que serão realizadas para enfrentar a doença. Dentre as medidas estão a criação do Centro de Operações de Emergência; implantação de um polo de atendimento de dengue em Curicica (Zona Oeste); carros fumacê; entradas compulsórias em imóveis fechados e abandonados; vacinação de crianças e adolescentes e conscientização da população. "Em um único mês de 2024 nós já temos quase a metade dos casos de todo o ano anterior, o que gera uma preocupação intensa. A gente vê o limite superior bem marcado, muito acima do que esperávamos. E isso configura uma situação epidêmica. Temos um aumento do número de casos sustentado na série histórica, com repercussões nas clínicas dos pacientes e na rede assistencial. Também para configurar epidemia é necessário que tenhamos o número de casos espalhados em mais de uma região da cidade. E isso acontece no município do Rio. Nos últimos 90 dias, a curva é ascendente, chegamos a ter, num único dia, 569 casos notificados. Estamos bem acima do que é considerado limiar muito alto, o que configura a situação epidêmica na cidade do Rio."– disse Daniel Soranz, secretário Municipal de Saúde Você também precisa fazer sua parte! Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) Segundo dados do mais recente Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre 7 e 13 de janeiro, 77,2% dos recipientes que poderiam servir de criadouros para o mosquito são encontrados no ambiente domiciliar: depósitos móveis, como vasos de plantas, bebedouros e objetos religiosos (32,3%); depósitos fixos, como tanques, calhas, ralos, lajes e sanitários (24,8%); e depósitos ao nível do solo, como tonéis, tambores, barris e tinas (20,1%). No LIRAa, o município é dividido em estratos (grupos) de 8,2 mil a 12 mil imóveis com características semelhantes e, em cada um desses recortes, 20% dos imóveis são visitados pelos agentes de vigilância ambiental em saúde para verificar se existem focos de larvas do mosquito e quais os tipos de depósitos mais comuns em cada região que servem como criadouros. Na primeira edição do levantamento, em 2024, o índice de infestação do município ficou em 0,79%, nível considerado satisfatório. Dos 250 grupos territoriais do estudo, 76 (30,4%) ficaram com índice de infestação predial (IIP) entre 1% e 3,9%, o que configura nível de alerta; e três (1,2%) receberam classificação de risco, ou seja, com IIP superior a 3,9%. Todas as três regiões com nível de risco ficam na região de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. O Prefeito do Rio fez um apelo para que a população colabore ficando atenta as medidas de prevenção: '"Diante dos números crescentes de casos de dengue na cidade caracterizando uma epidemia da doença, queria lembrar algumas coisas para a população. Vidas se perdem em razão da dengue. Mas, ao contrário da pandemia de covid-19, em que o cidadão individualmente não podia fazer muita coisa a não ser cobrar dos governantes que conseguissem a vacina, no caso da dengue depende muito da ação de cada cidadão. A absoluta maioria dos casos a pessoa pega em casa ou perto do local onde mora por absoluto descuido com a história de água parada. Estamos apresentando as medidas que vamos tomar, mas eu faço um apelo enfático à população de que não adianta só apontar o dedo para os governos ou culpar o mosquito. Nós, enquanto cidadãos, acabamos criando o ambiente propício para a proliferação da dengue."– afirmou Eduardo Paes. Trabalho conjunto contra a dengue Para o sucesso das ações de prevenção da dengue no município, além da Secretaria Municipal de Saúde, a prefeitura disse que irá mobilizar outras pastas, cada uma com atribuições próprias no combate ao vetor. A Secretaria Municipal de Educação terá a missão de promover aulas e orientações aos alunos de todas as séries sobre combate ao mosquito; a Comlurb, de intensificar remoção de depósitos de lixo que possam acumular água. A Secretaria de Ordem Pública (Seop) deverá apoiar os agentes de saúde na entrada compulsória nos imóveis e a de Infraestrutura vai realizar inspeção periódica em todas as obras públicas com orientações e treinamentos. Por fim, a Secretaria Municipal de Cultura irá utilizar equipamentos culturais para veicular mensagens sobre combate ao mosquito e atenção aos sintomas e a de Juventude participará das ações de combate ao vetor. Centro de Operações de Emergência Criado nos mesmos moldes do Centro de Operações de Emergência para a covid-19, o COE-Dengue funcionará nas dependências do COR. Suas atribuições serão planejar, organizar, coordenar e monitorar as ações de enfrentamento à dengue; elaborar protocolos e análises relacionadas à situação epidemiológica da doença na cidade; divulgar informações relativas à emergência de saúde pública, como boletins epidemiológicos; deliberar sobre os estágios de aplicação das medidas protetivas para cada região do município. Segundo a Prefeitura, o COE-Dengue vai estabelecer as prioridades de informações, facilitar a comunicação e atuar como elo de ligação com outras instituições e esferas de governo. A coordenação será da Superintendência de Vigilância em Saúde da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV) da SMS. O COE-Dengue contará com mais de 20 técnicos de órgãos integrantes da estrutura da SMS: gabinete; SUBPAV; Subsecretaria Geral; Subsecretaria de Atenção Hospitalar, Urgência e Emergência; Subsecretaria de Gestão; Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (IVISA-Rio); Assessoria de Comunicação Social. Primeiro polo de atendimento de dengue será aberto na Zona Oeste Na próxima segunda-feira (5/2), o município vai inaugurar o primeiro polo de atendimento para pacientes com dengue será no CMS Raphael de Paula Souza, em Curicica, na Zona Oeste. Ao todo estão previstos dez polos, em todas as regiões da cidade, que serão abertos gradativamente, conforme o crescimento do número de casos. Eles funcionarão nas dependências de unidades de Atenção Primária e contarão com equipes dedicadas formadas por médico, enfermeiro e técnicos de enfermagem, que farão o diagnóstico e assistência, classificação segundo o critério de risco e tratamento dos pacientes com dengue. Além disso, os 150 centros de hidratação montados no final do ano passado nas unidades de saúde para o atendimento de pacientes devido aos efeitos do calor também serão usados na assistência às pessoas com dengue. Para os quadros mais graves, com indicação de internação, os pacientes serão regulados pela Central Municipal de Regulação como vaga zero (emergência) e transferidos para leitos dedicados à dengue nos hospitais da rede de urgência e emergência do município. O Hospital Municipal Ronaldo Gazolla (HMRG), em Acari, poderá funcionar como unidade de concentração para a doença, inicialmente com 20 leitos. A Prefeitura informou que o HMRG, que durante a pandemia da covid-19 foi referência para o tratamento dos pacientes com quadros mais graves, tem expertise e preparo para passar rapidamente pelas alterações de fluxo necessárias em uma nova situação de epidemia. Ao todo, a unidade conta com 400 leitos. Carros fumacê e entradas compulsórias Devido ao crescente aumento do número de casos de dengue, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) passará a utilizar 16 carros para aplicação espacial do inseticida UBV, o chamado fumacê. Esse instrumento é utilizado em condições específicas definidas nas Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle da Dengue, do Ministério da Saúde, para bloqueio de transmissão e controle de surtos ou epidemias. Segundo o município, o uso indiscriminado desse método de aspersão do inseticida pode causar danos à saúde e ao meio ambiente, além de eliminar também os predadores naturais do mosquito. O cenário epidemiológico atual, no entanto, justifica o uso dos carros fumacê nas regiões com maiores incidências de dengue, como a Zona Oeste da cidade. Também como medida de controle do vetor, a prefeitura realizará entradas compulsórias em imóveis fechados e abandonados para realização de vistorias e tomada de medidas preventivas e de eliminação dos possíveis criadouros do mosquito. A entrada compulsória é um instrumento legal para respaldar o acesso dos agentes de saúde aos imóveis particulares cujos proprietários não são localizados para liberar espontaneamente a entrada dos servidores. A medida é regulada por decreto em que são estabelecidos os critérios para sua adoção, como notificações prévias e por escrito ao proprietário e prazo para que ele entre em contato com o serviço público para franquear o acesso e realização da ação preventiva no imóvel. Vacinação de crianças e adolescentes e pesquisa em Guaratiba A SMS aguarda a chegadas dos imunizantes liberados pelo Ministério da Saúde, para iniciara vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos contra a dengue no município do Rio. A expectativa é de que em uma semana toda a população-alvo esteja vacinada, o que representa 354 mil indivíduos. A vacina estará disponível em todas as 238 unidades de Atenção Primária e no Super Centro Carioca de Vacinação. Além disso, terá início o estudo com a vacina na região de Guaratiba, na Zona Oeste, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Saúde. A pesquisa prevê a imunização de 20 mil pessoas de 20 a 40 anos. Na pesquisa, a vacina será aplicada de maneira escalonada, em esquema vacinal de duas doses com intervalo de 90 dias entre elas, totalizando 40 mil doses aplicadas. As pessoas que participarão do estudo serão sorteadas entre os usuários cadastrados nas unidades de Atenção Primária dos bairros localizados na região de Guaratiba – Guaratiba, Barra de Guaratiba, Pedra de Guaratiba e Ilha de Guaratiba. A participação é voluntária. Ao todo, há 130 mil pessoas elegíveis nessa região. A aplicação da primeira dose corresponde à etapa inicial do estudo. Na segunda fase, os participantes completarão o ciclo de imunização exatos três meses após receberem a primeira dose. A aplicação da vacina independe de infecção prévia pelo vírus da dengue. Antes de iniciar a imunização, os usuários farão um exame de sorologia, que determinará quais deles já tiveram contato com algum sorotipo do vírus da doença. Com o objetivo de gerar novas evidências científicas sobre a vacinação contra a dengue, o estudo busca verificar a efetividade na população adulta do imunizante Qdenga, recém-incorporado pelo Ministério da Saúde ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A Prefeitura informou que a região de Guaratiba foi escolhida como alvo da pesquisa por ter histórico de alta incidência da doença em sua população. O estudo terá a duração total de dois anos, período em que os cientistas colherão informações de casos, hospitalizações e óbitos para observar a diferença de comportamento do vírus entre vacinados e não vacinados. O estudo é coordenado pelo infectologista José Cerbino Neto (Fiocruz), que também conduziu a pesquisa sobre a imunização em larga escala contra a covid-19 na Ilha de Paquetá, em 2022. Fabricada pelo laboratório japonês Takeda, a vacina Qdenga foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias (Conitec), do Ministério da Saúde, e incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é feita com o vírus vivo atenuado e interage com o sistema imunológico de modo a provocar uma resposta semelhante à gerada pela infecção natural. A vacina é segura e o uso foi aprovado pela Anvisa. O imunizante confere proteção contra os quatro subtipos do vírus da dengue existentes (DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4) e por isso deve ser aplicado inclusive em quem já teve a doença. Fonte: https://prefeitura.rio/saude/

  • Prefeitura anuncia interdições no trânsito para serviços de asfaltamento em Rio das Pedras

    As interdições devem iniciar no dia 16 deste mês e seguem até o dia 3 de abril. Veja o cronograma: Atenção morador! O município publicou na edição desta sexta-feira (02) do Diário Oficial, uma série de interdições ao trânsito, de forma alternada, em vias de Rio das Pedras. Estrada de Jacarepaguá, Via Light e Rua Nova estão na lista. Veja o cronograma completo: De 16 de fevereiro a 25 de março: - Via Light, em toda a sua extensão, das 7h às 17h; De 20 de fevereiro a 26 de março: - Rua Nova, em toda a sua extensão, das 7h às 17h. De 26 de fevereiro a 3 de abril: - Estrada de Jacarepaguá, no trecho compreendido entre as edificações nº s 4.460 e 3.200, das 7h às 17h;

  • Município realiza audiências públicas para atualização de itinerários de ônibus municipais

    Veja datas, horários e como participar: A Secretaria Municipal de Transportes publicou na edição do Diário Oficial do município desta quinta-feira (01), que realizará audiências públicas para discutir a atualização de itinerários de ônibus municipais nas Áreas de Planejamento (AP) 1-2, 3 e 4 da cidade. Segundo o órgão, a medida visa a adequação da rede de transportes aos parâmetros operacionais previstos em acordo judicial, nos autos da ação civil pública nº 0045547-94.2019.8.19.0001, que dispõe sobre os percentuais mínimos e máximos de quilometragem percorrida na operação das linhas de serviço público de transporte de passageiros por ônibus das cidade do Rio de Janeiro. Veja o documento clicando aqui. A audiência que diz respeito à Área de Planejamento 4 - Jacarepaguá e Barra da Tijuca, vai acontecer no dia 08/02 (próxima quinta-feira), às 17h no Auditório da Secretaria Municipal de Transportes, localizado na Av. Ayrton Senna, 2001 - Barra da Tijuca. Os interessados em participar da audiência devem fazer sua inscrição por meio do formulário disponível neste link: https://docs.google.com/forms/ E fique ligado! A inscrição não garante a vaga no evento em virtude da limitação de capacidade dos espaços. Além disso, as inscrições serão encerradas 24 horas antes da data de cada audiência. Por isso, se você deseja participar faça sua inscrição o quanto antes. Calendário completo das audiências: Área de Planejamento 3 - Zona Norte: Dia 06/02 às 17h; Endereço: Auditório da Subprefeitura da Ilha do Governador. Rua Orcadas, nº 438, Jardim Carioca. Área de Planejamento 1 e 2 - Região do Centro, Grande Tijuca e Zona Sul: Dia 07/02 às 17h; Endereço: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Rua José Higino, 115 - Tijuca. Área de Planejamento 4 - Jacarepaguá e Barra da Tijuca: Dia 08/02 às 17h; Endereço: Auditório da Secretaria Municipal de Transportes Av. Ayrton Senna, 2001 - Barra da Tijuca; O que é uma audiência pública? Uma audiência pública é uma reunião pública, transparente e de ampla discussão em que se vislumbra a comunicação entres os vários setores da sociedade e as autoridades públicas. Quem pode participar de uma audiência pública? Qualquer pessoa que tenha interesse pode participar de uma audiência pública.

  • Moradores da Freguesia organizam ato contra corte ilegal de árvores no bairro

    Ação visa conscientizar a população sobre a importância de conservar o meio ambiente local. A poda criminosa e até corte de algumas árvores no bairro da Freguesia tem deixado muitos moradores insatisfeitos. Segundo a Associação de Moradores e Amigos da Freguesia (AMAF), no feriado do dia 20 deste mês, uma árvore foi cortada na Rua Comandante Rubens Silva. Ainda segundo o órgão, vários moradores se mobilizaram para denunciar o crime enquanto o mesmo ocorria. A patrulha ambiental foi acionada e agiu advertindo os responsáveis. Mas segundo moradores, horas depois o corte foi retomado, com a retirada total da árvore. A ação causou a revolta de moradores que decidiram organizar um ato em defesa do meio ambiente no próximo sábado 03/02 às 9h30, na Rua Comandante Rubens Silva, 174 (calçada). O evento é aberto a todos que desejarem protestar pacificamente, podendo utilizar cartazes e demais intervenções criativas.

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