top of page

Resultados

Search this site

1599 resultados encontrados com uma busca vazia

  • A inauguração do primeiro aqueduto do Rio de Janeiro e os “Arcos de Jacarepaguá”

    Por: Val Costa. Professor de Geografia e membro do IHBAJA. O Aqueduto da Carioca, mais conhecido como “Arcos da Lapa”, é um ícone da arquitetura colonial brasileira e um dos principais símbolos da nossa cidade. Construído entre os anos de 1744 e 1750, essa magnífica obra de engenharia possuía 6,6 km de extensão e tinha como objetivo captar as águas dos rios que formam a sub-bacia do Rio Carioca e levá-las até o Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Esse aqueduto substituiu os “Arcos Velhos”, que foram inaugurados em 1723 e eram usados para transportar água entre o morro do Desterro (onde atualmente está o bairro de Santa Teresa) e o Morro de Santo Antônio. No final da primeira metade do século XVIII, os arcos velhos encontravam-se deteriorados, sendo necessário substituí-los por novos arcos de traçado retilínio, construídos com argamassa de cal hidratada, terra misturada com óleo de baleia e pedras portuguesas. Sobre o topo foram colocadas canaletas e abóbadas de tijolos para evitar vazamentos e a contaminação da água. Com o passar do tempo, o aqueduto foi substituído por encanamentos de ferro fundido. Edificado com a força do trabalho de indivíduos cativos – povos originários e africanos -, o aqueduto foi projetado pelo brigadeiro português José Francisco Pinto Alpoim. O que chamamos hoje de “Arcos da Lapa” foi a parte que restou do aqueduto, uma ponte canal em estilo romano com 42 arcos duplos, 270 metros de comprimento e 17,6 metros de altura. Em 1896, ele passou a ser um suporte para os bondes que ligam o Centro da cidade ao bairro de Santa Teresa. Esse monumento está tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - desde 1938. O Núcleo Histórico Rodrigues Caldas do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira também possui um aqueduto construído no século XVIII.  Composto atualmente por sete arcos simples, ele conduzia a água que movia a moenda de cana-de-açúcar do Engenho Novo da Taquara. O trecho final desse aqueduto está igualmente tombado pelo IPHAN desde maio de 1938. O aqueduto possui 3 km entre os arcos e o ponto de captação da água, em um açude ao lado da Cachoeira do Engenho Novo. Val Costa é professor de Geografia e Membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá.

  • O caso do Ipase: 50 minutos para a ocupação e os problemas das moradias populares em Jacarepaguá

    Por: Janis Cassília. Mestre em História das Ciências e da Saúde / professora e pesquisadora do IHBAJA. 21 de abril de 1963, sábado, 23h40. Mais de cem veículos estacionaram em frente ao Conjunto Habitacional Juscelino Kubitscheck, mais conhecido como o IPASE de Jacarepaguá. Em questões de minutos uma multidão, descarregou os seus pertences e adentrou os blocos, tomando posse de 125 apartamentos. A polícia foi chamada, mas ao chegar às 00h30 de domingo, não encontrou mais nenhum veículo sendo descarregado. Somente apartamentos ocupados por famílias numerosas (na maior parte por crianças pequenas) e em cujas portas estava escrito em giz “OCUPADO”. Os ocupantes ameaçavam resistir caso os policiais forçassem a desocupação. O administrador do conjunto chamou a invasão de premeditada e organizada. Os novos moradores deram crédito apenas a si mesmos. Não falaram em líderes ou um movimento político específico. Falaram em um movimento coletivo, de pobres injustiçados por uma autarquia de quem são contribuintes. Diziam que há dois anos os seus pedidos tinham sido indeferidos. Denunciavam a preferência pelos pistolões políticos, os aluguéis dos apartamentos a terceiros que nada têm a ver com o funcionalismo público. A autarquia lhes negou justiça. Resolveram eles mesmos consegui-la. Inaugurado em 1956, o Conjunto Habitacional Juscelino Kubistchek, o popular Ipase, foi um projeto habitacional financiado pelo Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (Ipase) como parte de um projeto governamental para a solução de moradias populares dentro de padrões aceitáveis de higiene e saúde pública. Tal ideia vem desde o final do século XIX e ganhou força no século XX. Após 1964, o problema das moradias populares ganhou impulso com investimentos na área. Foram os casos dos conjuntos habitacionais de Olaria e Realengo. Os projetos, elogiados à época pelas soluções de engenharia e arquitetura, foram manchetes em revistas estrangeiras. Através dos IAPs e dos CAPs (Instituto e Caixa de Aposentadorias e Pensões), o governo inaugurou as COHABs (Conjuntos de Habitações Populares Brasileiras). A invasão do Ipase em Jacarepaguá expôs o problema deste sistema de moradias. Em tese, elas seriam destinadas aos servidores com menores salários, mas acabaram com aqueles mais favorecidos, os chamados “pistolões”, que alugavam essas residências por valores considerados altos. Na fila de espera, as famílias de baixa renda e com inúmeros dependentes viam o conjunto abandonado e habitado por homens solteiros, “bicheiros” e pessoas sem qualquer vínculo com o IPASE. Eles eram na sua maioria, funcionários de baixos níveis das repartições e órgãos, pais e mães de famílias com, em média, 5 ou 6 filhos. Ao entrarem nos apartamentos, encontraram os prédios deteriorados, com infestações de ratos e baratas. Realizaram ligações clandestinas de energia e reivindicaram para si um direito que lhes havia sido negado. O diretor do Ipase foi ao local ouvir os invasores. Numa postura de conciliação, os administradores do conjunto, junto com a diretoria do órgão decidiram mantê-los nos respectivos apartamentos ocupados. Eles passaram então da condição de “invasores” a “novos moradores”. Condição sempre contestada pelas autoridades quando havia ocorrência de irregularidades. Em 1969, a Light decidiu cortar as luzes de todos os apartamentos por falta de pagamentos do Ipase. O administrador do conjunto culpava os “novos moradores-invasores”, pois os mesmos “não pagam aluguel nem as luzes”. Os moradores culpavam o IPASE pela não cobrança. Esta foi apenas uma de uma série de conflitos existentes entre os dois grupos. Denúncias de assaltos, homicídios, atropelamentos e rachas foram algumas das que chegaram ao público. De um lado os funcionários dos correios e o restante dos moradores reclamando da fraca infraestrutura, péssimo sistema de coletas de lixo e a má conservação dos edifícios, culpando a administração ineficiente e o abandono do Ipase. Do outro o administrador do condomínio reclamando da permanência dos mesmos e o Ipase não repassando verbas. Nos seis anos de diferença entre o episódio de chegada dos assegurados e suas famílias até o fim da década de 1960, a visão sobre o conjunto foi se modificando. O Ipase passou a figurar nas páginas dos jornais locais como um “reduto da pobreza”. Ao mesmo tempo, os novos moradores mobilizaram-se pelo espaço. Atuaram em diretorias políticas, em Jornadas Femininas, na construção de um colégio, torneios de futebol, bailes e festas públicas. Sozinhos ou em conjunto com a administração do local. Os moradores do Conjunto Habitacional Juscelino Kubistchek atuaram de forma política em um sistema que os marginalizava. Reivindicaram não apenas sua moradia, mas a sua cidadania. Janis Cassília é membro do IHBAJA. Graduada em História pela UFRJ. Mestre em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Professora da rede pública de São João de Meriti. Pequisa sobre a História da Psiquiatria no Brasil, com ênfase na Colônia Juliano Moreira (atual Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira).

  • Oficina gratuita de Taekwondo para pessoas com deficiência

    Projeto Luta Pela Inclusão acontece no Parque Aquático Julio Delamare e está com inscrições abertas. O Parque Aquático Julio Delamare, localizado no Complexo Esportivo do Maracanã, está com inscrições abertas para oficinas esportivas de taekwondo voltadas para pessoas com deficiência, a partir dos 7 anos de idade. O projeto chamado Luta Pela Inclusão, é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer e o Instituto Olga Kos de Inclusão. Estão disponíveis 60 vagas, e as inscrições podem ser feitas presencialmente na secretaria do Parque Aquático Julio Delamare, situado no Portão 4 do Complexo do Maracanã (Av. Maracanã, 12). Segundo Wolf Kos, presidente do Instituto Olga Kos de Inclusão, a parceria com o Parque Aquático Júlio Delamare é um passo significativo para a inclusão social de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. "Não só para a Zona Norte carioca, mas para toda a capital fluminense. Este é apenas o início das nossas atividades no Rio de Janeiro, e até o final do ano, estão previstas outras oficinas esportivas que beneficiarão dezenas de pessoas que precisam ser incluídas e se sentirem parte de nossa sociedade. Vamos fazer muito mais, tendo o esporte como ferramenta inclusiva", afirmou Kos. Como participar? Para se inscrever, os responsáveis precisam entregar presencialmente a documentação do aluno no local (cópias da identidade e CPF, comprovante de residência, duas fotos 3x4, laudo médico da criança e cópias da documentação dos pais ou responsáveis (RG e CPF)). As inscrições já estão abertas, e as aulas têm início previsto para o dia 12 de junho. As oficinas serão divididas em quatro turmas, atendendo alunos a partir dos 7 anos. Sobre o Instituto Olga Kos Fundado em 2007, o Instituto Olga Kos é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve projetos artísticos, esportivos, científicos e culturais, focados principalmente em crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual ou física. A instituição também atende pessoas em situação de vulnerabilidade social, promovendo a troca de experiências e a inclusão. A organização já beneficiou mais de 40 mil pessoas ao longo dos anos, utilizando parcerias com o setor público e leis de incentivo fiscal para financiar seus projetos, e neste ano está expandindo suas atividades para o Rio de Janeiro. O primeiro grande evento do Instituto na cidade maravilhosa foi a Corrida e Caminhada pela Inclusão – Rio Ano I, realizada em 31 de março, que reuniu 11 mil pessoas no Aterro do Flamengo.

  • Moradores da Freguesia reivindicam clínica da família no bairro

    Ausência de uma unidade de saúde básica gera muitos transtornos aos moradores. Os moradores da Freguesia, bairro na zona oeste do Rio de Janeiro, expressam crescente insatisfação com a ausência de uma Clínica da Família na região. Eles relatam dificuldades significativas em acessar serviços básicos de saúde devido à distância da unidade de saúde mais próxima, o Centro Municipal de Saúde Jorge Saldanha Bandeira de Mello, localizado no bairro do Tanque. De acordo com os relatos, o CMS Jorge Saldanha enfrenta uma demanda excessiva, resultando em dificuldades para agendar consultas e longas filas de espera. Alguns residentes da Freguesia afirmam não conseguir usar o aplicativo "minhasaude.rio" para marcar consultas médicas e odontológicas, um serviço disponível em outras regiões da cidade. Um morador compartilhou sua frustração após receber a mensagem de que a área onde vive não é coberta pelo aplicativo, o que obriga que os moradores precisem arcar com custos de deslocamento entre os bairros da Freguesia e Tanque. João Magalhães, morador da Freguesia, relatou sua luta para conseguir atendimento de saúde mental. Ele disse à Lume que mesmo com encaminhamentos de diversas unidades de saúde, incluindo a UPA e a Clínica da Família da Cidade de Deus, suas tentativas de agendar consultas rotineiras com um psicólogo no CMS Jorge Saldanha foram frustradas por desculpas variadas no atendimento. Em março deste ano, a Associação de Moradores e Amigos da Freguesia (AMAF) enviou um ofício à Secretaria Municipal de Coordenação Governamental (SMCG) solicitando a construção de uma clínica da família em um terreno público na Rua Ary Vasconcelos. O ofício destacava que a distância até o CMS Jorge Saldanha era um obstáculo significativo, especialmente para os residentes da área mais vulnerável do bairro, o Morro da Tirol, que enfrentam uma caminhada de mais de uma hora para chegar à unidade. Na ocasião, em resposta ao questionamento da Agência Lume, a Coordenadoria de Planejamento e Administração Regional (CCPAR) informou que a Prefeitura ainda está estudando a melhor utilização do terreno proposto. A Agência Lume entrou em contato com a Prefeitura do Rio na semana passada para saber se existe alguma planejamento para a instalação de uma unidade de saúde municipal no bairro da Freguesia, mas até o momento da publicação dessa reportagem não recebemos resposta. O morador da Freguesia citado nesta reportagem, informou que na última sexta-feira (24/05), conseguiu ser atendido pela equipe de ambulatório, comporto por um psicólogo, um assistente social e uma professora de educação física. João também informou que tem uma consulta marcada nesta sexta-feira (31). O morador também falou que sofre com problemas psicológicos e emocionais desde 2019: "É muito difícil entender como conseguir tratamento e onde solicitar ajuda. Ter chegado até aqui, tendo finalmente um atendimento digno, está sendo algo muito importante."

  • Corpus Christi: Veja o funcionamento das instituições no feriado

    Comércios, órgãos públicos e demais instituições podem ter funcionamento alterado. Nesta quinta-feira (30/05), é feriado de Corpus Christi, devido ao feriado algumas instituições podem ter o funcionamento alterado. Veja o que abre e o que fecha neste feriado. Transportes Trens: Durante o feriado (30), a circulação dos trens funcionará de acordo com a grade horária de domingos e feriados, das 6h às 20h. Os trens operam em horários fixos, e os clientes podem se programar planejando a viagem. Na sexta-feira (31), o funcionamento será normal, de 5h às 22h. Metrô: A operação do metrô será em esquema de feriado, das 7h às 23h. Entretantom a concessionária realizará uma manutenção programada no sistema. Por conta disso, a linha 2 vai operar entre Pavuna e Estácio, com transferência entre as linhas 1 e 2 na estação Estácio. Na sexta-feira (31), o funcionamento será normal, das 5h à 0h. Tanto dia 31 quanto no final de semana, a linha 2 vai operar entre Pavuna e Botafogo, com transferência entre as linhas 1 e 2 no trecho entre as estações Central do Brasil/Centro e Botafogo. As linhas de ônibus do Metrô na Superfície (Antero de Quental-Gávea e Botafogo-Gávea) vão operar das 7h às 22h30 no feriado. Na sexta, funcionamento normal, das 5h às 23h30. BRT: A MOBI-Rio informou que o planejamento da operação do feriado desta quinta-feira (30) será igual ao dos sábados. Barcas: Na quinta-feira, as barcas irão operar com a grade de domingos e feriados na linha Araribóia. As travessias acontecem de hora em hora. De Niterói para o Rio, as partidas acontecem entre 5h30 e 23h30. No sentido oposto, entre 6h e 23h. Não haverá operação nas linhas Charitas e Cocotá no dia de Corpus Christi. A linha Paquetá vai operar com a grade de domingos e feriados. Os horários de funcionamento estão disponíveis no site da concessionária Unidades de saúde Rede Municipal de Saúde: As unidades 24 horas da rede municipal de saúde – UPAs, hospitais, centros de emergência regional (CERs) e centros de atenção psicossocial (CAPS) tipo III – vão funcionar ininterruptamente durante os pontos facultativos de Corpus Christi e no fim de semana conseguinte, entre os dias 30 de abril e 2 de junho. O Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, funcionará todos os dias, incluindo domingo (02/06), das 8h às 22h. O Super Centro Carioca de Vacinação unidade ParkShopping CampoGrande funcionará todos os dias, de acordo com o horário do centro comercial. O Super Centro Carioca de Saúde, em Benfica, terá funcionamento normal nos pontos facultativos da quinta e da sexta-feira (30 e 31/5) e também no sábado (1/6). As unidades de Atenção Primária – centros municipais de saúde, clínicas da família, centros de atenção psicossocial, policlínicas e centros municipais de reabilitação – funcionarão das 8h às 12h na quinta-feira (30); e não abrirão na sexta-feira (31/5). No sábado (1/6), funcionarão em seus respectivos horários. Rede Estadual de Saúde: Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-RJ), os hospitais e as unidades de pronto atendimento (UPAs) funcionam normalmente durante o feriado de Corpus Christi. O atendimento ambulatorial nas unidades seguirá os agendamentos já definidos para cada paciente. O serviço Samu 192 da capital está preparado para continuar a atender às demandas da população durante 24 horas por dia. O Hemorio seguirá aberto para doações de sangue. O atendimento é das 7h às 18h, na Rua Frei Caneca 8, no Centro. O funcionamento da RioFarmes será interrompido no feriado e só retorna na segunda-feira (03/06). Bancos A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que as agências bancárias do Estado do Rio não funcionarão no feriado de Corpus Christi. Contas (água, energia, telefone etc) e carnês vencidos na quinta-feira (30) poderão ser pagos sem acréscimo no dia 31/05. Clientes também podem usar os canais digitais e caixas eletrônicos para transações financeiras. INSS As unidades de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estarão fechadas nos dias 30 e 31/05. Usuários podem acessar os serviços do instituto por meio do aplicativo Meu INSS. É possível requerer benefícios, emitir documentos e extratos, cumprir exigências e agendar atendimento presencial. Outras informações podem ser solicitadas pela Central 135, já que o atendimento eletrônico seguirá disponível 24h por dia, ao longo de todo o feriado. Shoppings Durante o feriado os shoppings terão o seguinte horário de funcionamento: Park Jacarepaguá - lojas satélites, âncoras e quiosques funcionam das 13h às 21h. Restaurantes ficam abertos entre 12h e 0h. A praça de alimentação funciona das 12h às 22h. Barra Shopping – lojas satélites, âncoras e quiosques funcionam das 13h às 21h. Alimentação e drogarias funcionam das 12h às 22h. Center Shopping –lojas e quiosques funcionam das 13h às 21h, e a Praça de Alimentação e Lazer, das 11h às 21h. O Academia Bodytech funcionará das 8h às 14h. Cinema, conforme programação. Centro Médico Pastore, loteria e Detran: Fechados. Uptown Barra - lojas abrem das 12h às 20h, e Praça de Alimentação e Mercado de Produtores, das 12h às 23h. Village Mall – as lojas abrem das 14h às 20h, já a praça de alimentação funciona das 12h às 22h.

  • Campanha de vacinação contra poliomielite é iniciada

    Crianças de 1 a 4 anos podem se vacinar, a campanha vai até o dia 14 de junho. Veja: A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, iniciou nesta segunda-feira (27/05), a campanha de vacinação contra a poliomielite. A ação é destinada a crianças de 1 a 4 anos que estejam em dia com o esquema básico, conforme orientação do Ministério da Saúde. Segundo a Prefeitura do Rio, ao utilizar a vacina oral contra poliomielite (VOP), objetivo é reduzir o risco de reintrodução dessa doença no país e aumentar a cobertura vacinal. A doença foi erradicada no Brasil desde 1994, mas ainda ocorre em locais como Paquistão e Afeganistão. Caracterizada por um quadro de paralisia decorrente do poliovírus selvagem (PVS) tipo 1, 2 ou 3, a doença acomete os membros inferiores. Para garantir a proteção das crianças, e o não retorno da poliomielite ao país, o governo aposta na imunização, que é a forma mais eficaz de prevenção. A meta é vacinar 236 mil crianças de 1 a 4 anos, o que corresponde a 95% da população alvo, que é de 248 mil indivíduos. Responsáveis podem encontrar a vacina em todas as 238 clínicas da família e centro municipais de saúde espalhados por toda a cidade, além do Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, que funciona todos os dias das 8h às 22h; e do Super Centro Carioca de Vacinação, unidade Campo Grande, localizado no ParkShoppingCampoGrande, que também funciona todos os dias, de acordo com o horário de funcionamento do centro comercial. A campanha de vacinação contra a poliomielite vai até 14 de junho. Ao se dirigir aos postos com a criança, os responsáveis devem levar a caderneta ou comprovante de vacinação para avaliação da situação vacinal, mesmo em casos de apresentação das imunizações de rotina em dia. Apenas pacientes imunodeprimidos, dentro da faixa etária determinada, e menores de 1 ano de idade não estão indicados para vacina oral contra poliomielite (VOP), mas poderão ter indicação para vacina inativada (VIP). Fonte: https://prefeitura.rio/

  • Organização mobiliza jovens do Rio para denunciar os efeitos da crise climática nas favelas

    Ação da TETO Brasil também vai arrecadar fundos para apoiar o RS. Veja como participar: A TETO Brasil, organização que atua desde 2006 pela superação da pobreza por meio da construção de moradias e projetos de infraestrutura nas favelas mais precárias do país, realiza neste fim de semana uma mobilização para denunciar os efeitos da crise climática nas favelas. A organização está com inscrições abertas para voluntários na 15ª edição da campanha da COLETA. A organização pretende mobilizar, ao todo, mais de 3.000 jovens para denunciar a emergência climática e habitacional nas favelas precárias do país e arrecadar fundos para apoiar diretamente as favelas afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Saiba mais sobre o apoio às famílias aqui. Para participar desta iniciativa é necessário realizar a inscrição por meio do no site da organização, onde também é possível conferir a programação completa de atividades. As ações principais acontecem neste final de semana (25 e 26 de maio), nos sete estados em que a TETO atua: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, mas também estão previstas ações de denúncia e arrecadação para o Rio Grande do Sul através das redes. Confira as atividades programadas no Rio de Janeiro Sábado: 25/05 Bicletada: Passeio social de bicicleta para divulgar e defender os direitos das favelas precárias. Horário: 13h às 16h; Local: Aterro do FlamengoRio de Janeiro - RJ. Ativismo comFoto Oportunidade: Reprodução dos barracos de favelas precárias, servindo como uma ferramenta de denúncia. Horário: 10h às 13h; Local: Museu do Amanhã - Rio de Janeiro - RJ. Ativismo com Batalha de Rima: Batalha de Rima para os que dominam o beat com improvisação e criatividade e ações de ativismos (denúncia com cartazes, coleta de assinaturas e panfletagem) para os que desejam apoiar a causa das comunidades precárias frente à crise climática. Horário: 10h às 12h; Local: Praça XV Rio de Janeiro - RJ. Domingo: 26/05 Passeata: Manifestação pacífica com foco em denunciar a invisibilidade das comunidades precárias frente à crise climática. Horário: 10h às 13h; Local: Catete, Glória e Largo do MachadoRio de Janeiro - RJ. Flash Mob: Atividade de dança e performance social com cartazes, com foco em denunciar a falta de políticas públicas e transformações sociais no tema da invisibilidade das comunidades precárias frente à crise climática. Horário: 13h às 15h; Local: Posto 2. CopacabanaRio de Janeiro - RJ

  • Moradores de Rio das Pedras continuam sofrendo com problemas de abastecimento

    Relatos de falta d'água nas regiões próximas a Rua do Amparo e Pinheiro continuam a chegar à Agência Lume. Moradores de algumas regiões de Rio das Pedras estão procurando a Agência Lume para reclamar sobre problemas graves no abastecimento. Regiões como Rua do Amparo, Curva do Pinheiro e morro do Pinheiro estão enfrentando falta d'água e baixa pressão. Um morador da Rua do Amparo, na Vila do Amor, relatou à Lume que sua residência está sem água há cerca de oito dias. Nós procuramos a Iguá, concessionária responsável pelo abastecimento na região, para entender o que pode estar acontecendo. A empresa respondeu por meio de nota: A Iguá informa que enviou equipes técnicas ao local para verificar a situação e estabelecer um diagnóstico. A concessionária esclarece ainda que em uma região com alto índice de ligações irregulares de água intermitências no abastecimento podem ser frequentes, mas que trabalha constantemente em intervenções e manutenções com o objetivo de minimizar episódios do tipo. A concessionária lamenta quaisquer transtornos e reforça que está à disposição dos clientes por meio da Central de Atendimento, no número 0800 400 0509 (WhatsApp e telefone).

  • Moradores da Rua Comandante Rubens Silva enfrentam problemas graves de abastecimento

    A interrupção no fornecimento de água se iniciou no dia 1º de maio em quatro imóveis da rua localizada na Freguesia. Atualizada em 22/05/2024 às 18h33. Moradores de quatro imóveis da Rua Comandante Rubens Silva, no bairro da Freguesia estão sem abastecimento de água há cerca de 20 dias. Lisia Carla Almeida Jacques, responsável por um dos imóveis afetados, relata que a situação tem se tornado cada vez mais difícil de lidar, afetando não apenas o seu cotidiano, mas também o de outros residentes da região. A moradora procurou à Agência Lume e relatou que registrou o problema na Central de Atendimento ao Cliente da Iguá, concessionária responsável pelo serviço de água na área, mas apesar dos registros, até o momento, ainda não recebeu um diagnóstico dos técnicos da empresa sobre o que pode estar acontecendo. Segundo a moradora, a concessionária está enviando um caminhões pipa para abastecer a sua residência temporariamente. Contudo, ela ainda não sabe qual será a solução permanente para o problema, o que tem deixados os moradores preocupados com a continuidade da situação. Lisia teme que a necessidade de receber caminhões pipa regularmente a force a faltar constantemente o trabalho. Além disso, relata que não é a única afetada na rua. Outros três imóveis também estão enfrentando problemas semelhantes de abastecimento de água. A moradora destaca que, embora o local tenha passado por obras da Cedae no passado, que resolveram temporariamente o problema, a situação voltou a ocorrer neste mês, causando transtornos para os moradores. A Agência Lume entrou em contato com a Iguá, mas a concessionária ainda não enviou uma posição sobre o caso. A concessionária Iguá respondeu aos questionamentos da Agência Lume por meio de nota, veja o posicionamento completo abaixo: "A Iguá esclarece que a região em questão, por estar localizada em uma parte alta da Freguesia, é uma das primeiras a ser impactada por variações operacionais causadas por obras e manutenções, e uma das últimas a ter o fornecimento restabelecido. No entanto, a concessionária reforça que se trata de uma situação temporária, causada por intervenções realizadas na região nas últimas semanas. A Iguá informa ainda que está em andamento a construção de uma Estação Elevatória de Água tratada que atenderá a região da Freguesia. A solução de caráter efetivo para os problemas de abastecimento da região se dará com o término da instalação da nova estrutura, prevista para o mês de julho. A companhia lamenta quaisquer transtornos e permanece à disposição dos clientes, por meio da Central de Atendimento, no número 0800 400 0509 (telefone e WhatsApp)."

  • Segunda dose da vacina contra a dengue começa a ser aplicada no Rio

    Nova dose do imunizante será aplicada a partir desta quinta-feira (23) em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) inicia a aplicação da segunda dose da vacina contra a dengue, nesta quinta-feira (23/05), para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A vacina estará disponível em todas as unidades de Atenção Primária do município a partir das 14h. Segundo o Ministério da Saúde, a segunda dose da vacina deve começar a se aplicada em crianças e adolescentes que tomaram a primeira dose do imunizante há três meses, conforme data da dose inicial aplicada. A faixa etária da campanha foi escolhida pelo Ministério da Saúde por apresentar maior risco de hospitalização pelo doença. A campanha de vacinação contra a dengue para este público alvo começou no dia 23 de fevereiro, e, até o final da primeira etapa da campanha, aplicou mais de 130 mil doses do imunizante A partir desta quinta-feira, crianças e adolescentes podem ir até uma unidade de saúde para completar o esquema vacinal, respeitando o intervalo de três meses da primeira dose, conferindo no seu comprovante vacinal a data marcada para a segunda dose. Fonte: https://prefeitura.rio/

bottom of page