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  • Iguá e SOS Lagoas promovem mutirão de limpeza na Lagoa de Jacarepaguá

    Ação aconteceu no último domingo (03), e teve a cooperação de 15 pescadores da região. No último domingo, dia 3 de julho, a concessionária Iguá, juntamente com a SOS Lagoas e pescadores da região de Jacarepaguá, realizaram um mutirão de limpeza que recolheu 420 quilos de resíduos da Lagoa de Jacarepaguá e da Ilha de Pombeba. A iniciativa ocorreu na semana em que se celebrou o Dia do Pescador, e buscou conscientizar sobre o cuidado com rios, lagoas e mares, demonstrando a relação direta do saneamento com a saúde e a qualidade de vida. Segundo a concessionária Iguá, esta iniciativa faz parte das ações socioambientais da Iguá com foco na revitalização do Complexo Lagunar de Jacarepaguá, contrapartida ambiental da concessionária que terá investimentos da ordem de R$ 250 milhões, valor previsto no Contrato de Concessão. Segundo Michel Costa, presidente da Associação de Pescadores de Jacarepaguá, que participou da ação, atividades como essa são muito importantes, principalmente quando existe o apoio de grandes organizações, que trazem mais visibilidade para o tema. "...eu sempre digo que o pescador faz isso diariamente, porque a gente tem colhido mais lixo do que peixe na água, ultimamente, mas essas ações são boas para dar foco ao problema, dar visibilidade, e sempre que a gente é convidado a participar a gente participa, inclusive organizando nossas próprias ações." Ao final do mutirão, os resíduos foram encaminhados para uma cooperativa de reciclagem e os pescadores ouviram uma apresentação sobre a destinação do lixo e os cuidados que devem ter para contribuir com seu aproveitamento. Cerca de 281 quilos de material retirado na ação puderam ser enviados para a reciclagem. Para a gerente de Responsabilidade Social da Iguá no Rio de Janeiro, Zilma Ferreira, o engajamento dos moradores e pescadores do entorno da região, que lidam diariamente com esse ecossistema é importante. “O serviço de saneamento básico depende não só de um trabalho conjunto com outros agentes públicos, mas também do compromisso da população com a preservação ambiental. Isso inclui o uso consciente da água e da ligação das casas às redes de coleta disponíveis. Por este motivo, a Iguá promove ações socioambientais como essa, de conscientização e educação para implementar a cultura do saneamento, mostrando sua relação direta com a saúde e a qualidade de vida”, explica Zilma. Segundo a Iguá, nos primeiros quatro meses de operação plena da empresa, já foram retiradas mais de 120 toneladas de resíduos sólidos das margens da Lagoa do Camorim, importante corredor ecológico localizado entre as lagoas da Tijuca e de Jacarepaguá.

  • Escola Sesc de Ensino Médio está com inscrições abertas

    Alunos do 9º ano do Ensino Fundamental poderão se inscrever até o dia 4 de agosto. Estudantes que estão cursando o 9º ano do Ensino Fundamental já podem se inscrever para concorrer a uma vaga na Escola Sesc de Ensino Médio. As inscrições se iniciaram na segunda-feira (04/07), e vão até o dia 4 de agosto. O processo seletivo para escola é gratuito e composto por 4 fases: a realização de provas objetivas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além da Redação. Em 2023, as vagas serão separadas por dois públicos de perfis distintos, haverão vagas para o público PCG (Programa de Comprometimento e Gratuidade) destinadas aos candidatos com renda familiar bruta de até 3 salários mínimos nacional, e as vagas para o público em geral. Para se inscrever os interessados precisarão, obrigatoriamente, estar cursando ou ter concluído o 9º ano do Ensino Fundamental e ter nascido entre 1º de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2009. Para mais informações sobre o processo seletivo acesse: http://www.poloeducacionalsesc.com.br/

  • Iguá finaliza reparo emergencial em adutora

    O restabelecimento do abastecimento de água nas regiões de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio foi iniciado às 9h desta terça-feira (05/07). A Iguá informou que o reparo emergencial na principal adutora de água tratada do sistema, na Estrada Comandante Luis Souto, entre o Tanque e a Praça Seca, já foi finalizado. Segundo a empresa, O restabelecimento da distribuição de água teve início às 9h da manhã. A concessionária informou ainda que a normalização do abastecimento deverá ocorrer gradativamente, em até 72 horas, para as regiões atendidas (Jacarepaguá, Barra e Recreio), de acordo com as características do sistema em cada localidade. O trânsito na Estrada Comandante Luis Souto e na Rua da Chácara será liberado até o fim da noite desta terça-feira. A Iguá disse que a interrupção do abastecimento foi necessária para substituir um trecho da tubulação de grande diâmetro que se deteriorou ao longo dos anos. A companhia se desculpou pelo transtorno e reiterou a necessidade de uso consciente da água nesse período. Clientes podem entrar em contato com a empresa por meio da Central de Atendimento no número 0800 400 0509 (telefone e WhatsApp).

  • Detran-RJ oferece serviço de renovação da CNH em Posto Digital

    Novo serviço foi iniciado nesta segunda-feira (04). O Detran-RJ anunciou nesta segunda-feira (04/07), o início de um novo serviço prestado pelo Posto Digital, agora motoristas podem realizar parte do processo da renovação da CNH pelo site detran.rj.gov.br. O serviço será realizado pelo Posto Digital, e após concluir todos os processos, segundo o Detran, bastará que o cidadão compareça a uma unidade de preferência apenas para tirar uma nova foto e fornecer as impressões digitais, sem a necessidade de agendamento, o atendimento será feito por ordem de chegada. Segundo o órgão, também será preciso realizar o exame de aptidão física e mental na clínica indicada na primeira etapa, do Posto Digital. Por fim, basta retornar ao posto para retirar o documento quando ele estiver pronto.

  • AGORA: Incêndio no Areal é controlado

    O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 15h para atender a um chamado na Rua das Margaridas. Um incêndio assustou moradores da região do Areal em Rio das Pedras na tarde de hoje. Uma casa pegou fogo na Rua das Margaridas próximo ao número 69. Moradores se revezaram no carregamento de baldes de água buscando evitar que o incêndio se alastrasse enquanto aguardavam a chegada dos bombeiros. Segundo pessoas que estavam no local, o medo era de que um botijão de gás causasse uma explosão, o que poderia aumentar o incêndio. Trabalhando em conjunto os moradores conseguiram garantir a contenção das chamas. O Corpo de Bombeiros informou a Agência Lume que o Quartel de de Jacarepaguá foi acionado por volta das 15h05, para um incêndio na Rua das Margaridas. O Corpo de Bombeiros informou também que o incêndio já foi controlado e encontra-se na fase de rescaldo. Ninguém ficou ferido. Veja imagens feitas pelo fotógrafo Marco Aurélio Vitale: Segundo o Corpo de Bombeiros, o Quartel de de Jacarepaguá foi acionado por volta das 15h05, para um incêndio na Rua das Margaridas. O Corpo de Bombeiros informou também que o incêndio já foi controlado e encontra-se na fase de rescaldo. Ninguém ficou ferido.

  • Reparo emergencial em adutora foi iniciado nesta segunda-feira (04)

    Regiões de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio já tiveram o abastecimento de água interrompido. A Iguá iniciou nesta segunda-feira (04/07) um reparo emergencial na principal adutora de água tratada do sistema, localizada à Estrada Comandante Luis Souto, entre o Tanque e a Praça Seca. Segundo a Iguá, os trabalhos se iniciaram às 10h, quando teve início a parada programada no sistema de abastecimento para substituir um trecho da tubulação de grande diâmetro que se deteriorou ao longo dos anos. O trânsito na Estrada Comandante Luís Souto e na Rua da Chácara foi temporariamente interrompido, com acesso exclusivo para moradores. A concessionária informou que a previsão para a conclusão dos trabalhos é amanhã (05/07) e o restabelecimento da distribuição da água ocorrerá gradativamente entre 24h e 72h a partir da finalização do reparo, de acordo com as características do sistema em cada localidade. Até que todo o reparo ocorra em sua totalidade, poderá haver interrupção no abastecimento de água nas regiões atendidas (Jacarepaguá, Barra e Recreio). Segundo a Iguá, serão disponibilizados caminhões-pipa para locais emergenciais como hospitais, clínicas e UPA's, entre outros. A companhia reitera a necessidade de uso consciente da água, e permanece à disposição dos clientes por meio da Central de Atendimento no número 0800 400 0509 (telefone e WhatsApp).

  • Origens do campesinato negro na Baixada de Jacarepaguá nos séculos XIX e XX

    Por: Renato Souza Dória. Professor e pesquisador do IHBAJA. Durante a segunda metade do século XIX na Baixada de Jacarepaguá, um fato extremamente relevante e chama a atenção a respeito dos usos da terra pelos Beneditinos na região que atualmente correspondem aos bairros de Camorim, Vargem Pequena e Vargem Grande: a existência de inúmeros lotes agricultáveis ocupados em arrendamento por trabalhadores negros libertos e escravizados num regime de "economia autônoma". Analisando documentos da época, o historiador Júlio Dória identificou mais de 300 arrendatários nas terras do Engenho do Camorim e nas fazendas das Vargens. No mesmo período, a quantidade de escravizados nas terras dos beneditinos em Jacarepaguá também é surpreendente, chegando a ultrapassar 1200. No entanto, o mesmo historiador destaca que as informações nos documentos pesquisados não são muito claras, ficando encoberto a origem étnica dos cativos e se a procedência dos mesmos era ilegal, uma vez que o tráfico de escravizados já havia sido proibido, efetivamente, desde 1850. Além domais, estas e outras lacunas levam ao questionamento da possibilidade da existência da prática da escravização indígena coexistindo com a dos afro-americanos na região. A respeito das alforrias praticadas no mesmo período pelos beneditinos em suas terras, Júlio Dória informa que foram mais de 80, sendo que destas mais de 15 foram concedidas a mulheres escravizadas que haviam se casado. Outros historiadores já registraram que nas terras beneditinas da Baixada Fluminense a quantidade de negros e negras aquilombados eram significativas. Esta situação se confirma, também, em outras proporções na Baixada de Jacarepaguá com a existência dos quilombos do Camorim e da Sacarrão. Além dos aquilombados, temos que considerar os ex-cativos que habitavam as terras dos religiosos e que puderam, por conta própria, comprar sua alforria. Mas, afinal, o que estas informações significam para aquele período? Em primeiro lugar, devemos lembrar que a sociedade carioca do século XIX permitia por lei a escravização de negros e isto tinha um peso considerável na organização das hierarquias sociais, determinadas por critérios étnico-raciais. Na prática isto correspondia a uma posição social vantajosa aos indivíduos brancos e católicos em relação à negros, indígenas, pardos, mestiços e praticantes de outras religiões, mesmo havendo níveis semelhantes de riqueza ou de pobreza. Em segundo lugar, considerando essa estrutura social racialmente excludente da sociedade carioca do século XIX, a situação não era igualmente favorável em relação ao acesso à terra para as populações marginalizadas. No entanto, os dados acima, em relação às fazendas dos Beneditinos em Jacarepaguá, apontam para a direção contrária. Neste sentido, constatamos a existência em Jacarepaguá de um fenômeno bastante estudado pelos historiadores desde a década de 1970, porém, negligenciado nos relatos sobre história local: a existência de um campesinato negro. Sabe-se que era comum, no século XIX, os beneditinos concederem lotes de terra a homens e mulheres negras escravizados que decidissem casar-se. Inclusive, esta prática era estimulada pelos religiosos. Por outro lado, é muito conhecida, também, a prática de fazendeiros do mesmo período, relatarem que a melhor forma de evitar as revoltas de escravizados nas fazendas de café era cedendo um lote de terras para que eles mesmos pudessem, a partir do próprio trabalho, obter o seu sustento. Quanto aos quilombos, devido aos sucessivos embates contra as forças policias do Império, possuíam uma dinâmica de surgimento e deslocamento que foi responsável, em parte, pelo movimento de interiorização do espaço ocupado pela cidade. Os quilombos ocupavam áreas devolutas ou "desabitadas, entre os sítios próximos à área central ou aquelas localizadas nas freguesias rurais". Mas, preferencialmente, os negros fugidos do cativeiro formavam os quilombos em áreas não aproveitadas pelas fazendas, como os charcos e as encostas de morros com densas coberturas florestais. Nas terras beneditinas de Iguaçu (Baixada Fluminense) os aquilombados estabeleciam estreita relação com os escravizados da senzala. Em Jacarepaguá, por exemplo, há registros de quilombos formados nas encostas dos morros e florestas desde o século XVII até por volta da década de 1880. O que torna razoável supor que por estas terras também havia um contato estreito entre quilombos e senzalas. Estes exemplos redimensionam ainda mais a dinâmica de ocupação territorial e as possibilidades de acesso à terra em Jacarepaguá por parte de populações marginalizadas durante o século XIX: trabalhadores negros e trabalhadoras negras livres e pobres, escravizados ou ex-escravizados (libertos e alforriados) e quilombolas. Estes grupos contribuíram para formar um verdadeiro campesinato negro dentro do conjunto da população rural carioca daquele período, especialmente na zona oeste. E conforme os dados acima, havia números expressivos de negros e negras com acesso à terra na Baixada de Jacarepaguá. Vê-se, portanto, que ao longo das décadas finais do século XIX o monopólio da terra pela grande propriedade senhorial e escravista não era, de forma alguma, absoluto na região de Jacarepaguá. Ao contrário, havia mecanismos que garantiam a possibilidade de homens negros e mulheres negras superarem as condições sociais de exclusão que eram colocados no contexto de uma sociedade imperial, rural e escravista. É possível constatar, nas primeiras décadas do século XX, a presença de possíveis descendentes deste campesinato negro que se formou ao longo do século XIX em diversas localidades da Baixada de Jacarepaguá. Até a metade do século XX a região era conhecida por Sertão Carioca e abrigava incontáveis núcleos de pescadores e lavradores que foram alvos de violentos despejos por pretensos proprietários, como o Banco de Credito Móvel e o italiano da Barra, Pascoal Mário. E muitas destas famílias eram formadas por mulheres, homens e crianças negras, conforme a foto que ilustra este texto. Sobre o autor: Renato de Souza Dória é graduado em História pela Universidade Gama Filho e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense. Atua como professor de História e Sociologia do ensino básico da SEEDUC-RJ e é pesquisador do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá.

  • Naves do Conhecimento oferecem nove mil vagas para cursos gratuitos

    Os cursos em formato presencial ou online pertencem as áreas de tecnologia e empreendedorismo. As Naves do Conhecimento, geridas pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), estão com inscrições abertas para diversos cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, informática e empreendedorismo. Serão mais de nove mil vagas ofertadas para cursos no formato presencial e online. O conteúdo dos cursos disponibilizados tem como foco capacitar os alunos para o mercado de trabalho na área de tecnologia. Além dos cursos, neste mês de julho também serão oferecidas oficinas e palestras gratuitas. Entre os temas oferecidos estão: Manutenção Preventiva de Computador, Excel Básico, Canva, Analista Helpdesk, Operador de Computador, Excel no Âmbito Empresarial, VBA, Informática Básica Kids, Informática Básica Sênior, Linux, Computação em Nuvem, Design para Social Mídia no Photoshop, Lógica de Programação, entre outros. Interessados podem ter acesso ao cronograma complete e se inscrever clicando neste link: https://www.navedoconhecimento.rio/ Fonte: https://prefeitura.rio/

  • Prefeitura anuncia volta da linha de ônibus 987

    Retorno deve acontecer no dia 11 de julho, linha fará o trajeto Gardênia Azul x Pechincha. Depois do sumiço de muitas linhas de ônibus durante a pandemia, a Prefeitura do Rio tem anunciado o retorno de algumas linhas que estão fazendo muita falta para os passageiros. No total 22 linhas de diversas regiões da cidade já voltaram a circular. Neste mês de julho chegou a vez de mais 15 linhas retornarem as ruas, e para a alegria dos moradores de Gardênia Azul, Pechincha e região, a 987 voltará no próximo dia 11/07. Agora os moradores aguardam o retorno das demais linhas que deixaram de ir às ruas durante a pandemia, dentre elas a 939, 886 e a 876. Veja a lista completa das linhas que voltarão a circular neste mês: CONSÓRCIO TRANSCARIOCA 990 (Merck x Joatinga) – Segunda-feira (04/07) 987 (Gardênia Azul x Pechincha) – Segunda-feira (11/07) 831 (Colônia x Taquara) – Quarta-feira (20//07) 865 (Pau da Fome x Taquara) – Segunda-feira (25/07) CONSÓRCIO SANTA CRUZ 808 (Salim x Campo Grande) – Quarta-feira (06/07) 741 (Sulacap x Bangu) – Quinta-feira (07/07) 743 (Sulacap x Bangu) – Quinta-feira (07/07) 893 (Jardim Palmares x Campo Grande) – Segunda quinzena de julho 388 (Cesarão x Candelária) – Segunda quinzena de julho CONSÓRCIO INTERNORTE 311 (Engenheiro Leal x Candelária) – Segunda-feira (04/07) 685 SVB (Irajá x Méier) – Segunda-feira (04/07) 669 (Pavuna x Méier) – Segunda-feira (18/07) 951 (Vicente de Carvalho x Vista Alegre) – Segunda-feira (18/07) CONSÓRCIO INTERSUL 010 (Bairro de Fátima x Central) – Quarta-feira (06/07) 435 (Grajaú x Gávea) – Quarta-feira (06/07)

  • Moradores de Rio das Pedras, Anil e Freguesia reclamam de assaltos constantes

    Quem vive na região diz que os criminosos, que geralmente circulam de moto, costumam abordar pedestres mesmo em ruas movimentadas. Segundo moradores, a insegurança nunca foi tão grande nas regiões de Rio das Pedras, Anil e Freguesia. Andar nas ruas dos bairros, esperar em pontos de ônibus e até mesmo utilizar linhas de ônibus que circulam na região, tem se tornado uma tarefa arriscada. Moradores dizem que os assaltos são frequentes mesmo nas ruas de maior movimento, eles dizem que criminosos armados costumam abordar pedestres e passageiros de ônibus, e levam tudo o que podem. Os relatos de assaltos já são comuns na região, e segundo moradores as histórias são muito parecidas. Homens armados que abordam passageiros dentro de ônibus, fazem o assalto e vão embora, sem que nada aconteça. Ou criminosos em motos e carros que abordam pedestres em pontos de ônibus. Quem anda pelo local diz que as abordagens não tem hora para acontecer, à Agência Lume moradores contaram que assaltos tem acontecido mesmo em vias mais conhecidas e movimentadas como a Avenida Engenheiro Souza Filho e na Via Light em Rio das Pedras, na Estrada de Jacarepaguá e na Estrada do Engenho D'água no Anil, e nas ruas Xingú, Mamoré e na Estrada dos Três Rios na Freguesia. A Lume entrou em contato com a Polícia Militar para entender o que está sendo feito para resolver o problema dos assaltos e aumentar a sensação de segurança na região. A PM respondeu dizendo que está empregando todos os esforços concentrados na captura de criminosos responsáveis pelo roubo de rua, e que em Jacarepaguá, o 18º BPM está empregando todo o seu efetivo e reforço através de policiais escalados pelo Regime Adicional de Serviço (RAS). A Polícia Militar disse ainda que Equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) e das Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM) estão sendo empregadas na ruas e principais corredores de trânsito, seja em viaturas operacionais e motopatrulhas. Somente em 2022, a Corporação já realizou mais de 14 mil prisões. O último mês de abril, através dos últimos dados compilados, foi o que resultou no maior número de capturados, com 2.885 criminosos retirados das ruas. A Polícia Militar também aconselhou que a população realize denúncias pelo telefone do Disque-Denúncia que é o (21) 2253-1177 - ou, em casos urgentes, acione a Polícia Militar pela Central 190. Segundo a PM, os registros em delegacias da Polícia Civil também são essenciais, pois contribuem para a revisão da mancha criminal.

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