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- Cedae faz manutenção preventiva no sistema elétrico da ETA Guandu nesta quinta-feira (20)
Estação vai operar com 65% da capacidade durante o serviço, impactando o abastecimento em diversas regiões. A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) anunciou que realizará uma manutenção preventiva no sistema elétrico da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, localizada em Nova Iguaçu, na próxima quinta-feira, (20/06). O serviço está programado para ocorrer das 9h às 18h. Durante o período de manutenção, a ETA Guandu operará com apenas 65% de sua capacidade. A Cedae informou que a operação da estação será retomada gradativamente logo após a conclusão dos trabalhos, a fim de minimizar os impactos no abastecimento de água. A distribuição de água nas localidades atendidas pela ETA Guandu é de responsabilidade das concessionárias Águas do Rio, Iguá e Rio+Saneamento, conforme suas respectivas áreas de atuação. A Cedae orientou que moradores das regiões afetadas devem estar atentos e, se possível, economizar água durante o período de manutenção. Em caso de dúvidas ou problemas com o abastecimento, os clientes podem entrar em contato com suas respectivas concessionárias por meio dos canais de atendimento disponíveis. Para mais informações e atualizações sobre a manutenção, acompanhe a Agência Lume.
- Prefeitura do Rio Divulga 1.551 Vagas de Emprego
A Secretaria de Trabalho e Renda anuncia novas mais mil oportunidades de emprego, em vários bairros das cidade. A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE), divulgou 1.551 novas vagas de emprego nesta semana. Entre essas oportunidades, 387 são destinadas a pessoas com deficiência. Um dos destaques são as 70 vagas para profissionais que desejam trabalhar em restaurantes de Copacabana, com posições para cumim (assistente do chefe de cozinha), auxiliar de cozinha e garde manger (responsáveis pela preparação de pratos frios). Vagas em Jacarepaguá e Barra da Tijuca As regiões de Jacarepaguá e Barra da Tijuca também recebem atenção especial com diversas oportunidades de emprego, como Auxiliar de Açougue, Babá e Eletricista Industrial, entre outras. Outras Oportunidades de Emprego Além das vagas em Jacarepaguá e Barra da Tijuca, a Prefeitura destaca posições para motorista de caminhão, vendedor, operador de supermercado (70 vagas), e nutricionistas (20 profissionais com ensino superior em Nutrição). Também há vagas para atendente de lojas e muitas outras funções. Estudantes universitários têm a oportunidade de estagiar em diversas áreas, incluindo Engenharia de Produção, Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia, Publicidade e Propaganda, Farmácia, Jornalismo e Psicologia. Inscrição e Cadastro de Currículos Os candidatos podem se inscrever no banco de oportunidades da SMTE através do site oficial. Para aqueles sem acesso à internet, a inscrição pode ser feita presencialmente em um dos sete postos da Central do Trabalhador, localizados em diferentes regiões da cidade, incluindo Jacarepaguá. Os endereços dos postos são: Centro: Av. Presidente Vargas, 1.997, no CIAD Campo Grande: Rua Coxilha, s/nº Engenho Novo: Rua Vinte Quatro de Maio, 931 Ilha do Governador: Estrada do Dendê, 2.080 Jacarepaguá: Av. Geremário Dantas, 1.400, salas 248 e 268 Santa Cruz: Rua Lopes de Moura, 58 Tijuca: Rua Camaragibe, 25 Os postos funcionam das 8h às 16h. Os candidatos devem levar RG, CPF, PIS e currículo para fazer a inscrição. Inclusão de Pessoas com Deficiência Pessoas com deficiência podem enviar seus currículos para o e-mail vagaspcd.smte@gmail.com ou comparecer ao CIAD, especializado na oferta de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência. Cadastro de Empresas Empresas interessadas em contratar através do banco de empregos da SMTE também podem se cadastrar gratuitamente no site oficial. A SMTE mantém um banco de dados com mais de 400 mil currículos, oferecendo uma grande diversidade de perfis profissionais. Fonte: https://prefeitura.rio/
- #LeiaComOrgulho: Se a Casa 8 Falasse
Livro de Vitor Martins conta as histórias de três protagonistas LGBTQIAP+, em três décadas diferentes. Já imaginou que a sua casa talvez assista tudo o que acontece dentro dela? E mais: que ela é capaz de emitir opiniões sobre as coisas que você faz, e fala e sobre tudo o que ela "vê"? Pois então: o Vitor Martins imaginou! E escreveu pra gente essa maravilha de livro partindo da ótica da Casa 8, a verdadeira protagonista desta história. A casa nos conta as histórias de três personagens: Ana, Greg e Beto, que vivem nela em três décadas diferentes. Ana vive na casa 8 em 2000, ela é uma adolescente lidando com os desafios da descoberta de si mesma e do amor em um mundo que passa por uma mudança. Em 2010, conhecemos Greg, um jovem gay buscando seu lugar no mundo e enfrentando as dificuldades de conciliar sua identidade com as expectativas da família. E em 2020, acompanhamos Beto, um fotógrafo solitário buscando um rumo em meio à pandemia. A narrativa é fluida e envolvente, nos prendendo do início ao fim. E alterna entre passado, presente e futuro. Cada capítulo revela novos detalhes sobre a casa e seus habitantes, tecendo uma trama rica em emoções e reflexões. Os personagens são muito bem desenvolvidos, cada um tem as suas próprias lutas, sonhos e conquistas. Através de suas histórias, o autor explora temas como amor, perda, família, identidade e pertencimento. O livro destaca a importância da família e dos laços afetivos para as pessoas LGBTQIAP+: apesar das diferenças e dos conflitos entre os personagens, a família se mostra como um porto seguro, um lugar onde eles podem encontrar apoio e compreensão. "Se a Casa Oito Falasse" é um livro tocante e inspirador que nos convida a refletir sobre o valor da memória, dos laços familiares e do lar. É uma leitura leve e agradável, mas que também nos faz pensar sobre questões importantes da vida. Fica a indicação de leitura! O livro é ótimo para adolescentes e jovens (LGBTQIAP+ ou não), e também para as suas famílias que se encontram nessa jornada de aceitação e compreensão mútua. Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐ Douglas Teixeira é publicitário e apaixonado por livros desde que aprendeu a ler, e além desta coluna, também fala sobre livros no Instagram. Douglas é o Social Media e um dos fundadores da Agência Lume.
- Freguesia recebe ação de descarte correto de eletrônicos neste sábado (08)
Ação promovida pela Circoola em parceria com a Rede Oré acontecerá na Praça McGregor a partir das 9h. Em celebração ao Mês do Meio Ambiente, a Feira de Artesanato da Rede Oré contará com a Circoola para conscientizar visitantes e moradores a realizarem o descarte correto de resíduos eletroeletrônicos neste sábado, na Praça McGregor a partir das 9h. Conhecida por fortalecer o trabalho de pequenas empreendedoras, a Feira da Rede Oré reúne diversas barracas de moda, decoração e gastronomia. Nesta edição com foco ambiental, o evento também conta com o apoio do Limpa Brasil, da AMAF e do CCMA. "Considerando toda a sua biodiversidade, a região da Freguesia já realiza ações em prol da conservação do meio ambiente, mas resolvemos trazer um ponto que estava faltando, que é a conscientização sobre o descarte dos eletrônicos. Por isso, colocamos pontos de coleta no bairro e vamos tirar todas as dúvidas dos moradores e visitantes da Feira da Rede Oré", explicou Bruna Mendes, Coordenadora de Logística e Negócios da Circoola. Saiba onde descartar seus eletrônicos sem uso na Freguesia Além da presença na Feira, a Circoola instalou coletores na Padaria Cazulu Cascudo e no Shopping Main Street. Assim, quem não puder prestigiar o evento da Rede Oré, tem a opção de escolher o ponto de entrega voluntária mais próximo da sua casa ou agendar uma coleta 100% gratuita pelo site www.circoola.com.br. "Tenho acompanhado o excelente trabalho realizado pela Circoola e firmamos uma parceria nessa causa para fortalecer o nosso compromisso com o meio ambiente, incluindo a conscientização sobre o descarte correto de eletrônicos, que são equipamentos que podem poluir ecossistemas inteiros se forem descartados indevidamente. Esperamos que os moradores da Freguesia de Jacarepaguá também abracem esse importante trabalho", disse Marcelo Calvano, Líder e Gestor do Limpa Brasil. Vale ressaltar que a Circoola coleta praticamente qualquer equipamento que precisa de uma fonte de energia para funcionar, seja elétrica, pilha ou bateria. Alguns exemplos do que pode ser descartado são computadores, notebooks, celulares, tablets, TV, liquidificador, micro-ondas, ferro de passar roupa, secador de cabelo, brinquedos entre outros. Segurança dos dados Além de destinar os resíduos eletrônicos para a reciclagem, a Circoola recondiciona equipamentos que podem ter sua vida útil ampliada, como notebooks e computadores. Contudo antes de voltarem a ser usados, todos os equipamentos são formatados, evitando qualquer risco de vazamento ou uso indevido de dados e informações sensíveis. Com o serviço oferecido de forma gratuita pela Circoola, pessoas e empresas podem agendar coletas sem precisar sair de casa. Assim, é possível evitar o acúmulo de materiais sem uso nas residências e dar a destinação correta para a reciclagem, colaborando com o meio ambiente.
- Prefeitura realiza audiências públicas para atualização de itinerários de ônibus municipais
Veja datas, horários e como participar: A Secretaria Municipal de Transportes publicou na edição do Diário Oficial do município desta quarta-feira (05), que realizará audiências públicas para discutir a atualização de itinerários de ônibus municipais nas Áreas de Planejamento (AP) 1-2, 3 e 4 da cidade. Segundo o órgão, a medida visa a adequação da rede de transportes aos parâmetros operacionais previstos em acordo judicial. A audiência que diz respeito à Área de Planejamento 4 - Jacarepaguá e Barra da Tijuca, vai acontecer no dia 12/06 (próxima quarta-feira), às 17h no Auditório da Secretaria Municipal de Educação, localizado na Av. Ayrton Senna, 2001 - Barra da Tijuca. As audiências terão a duração máxima de três horas e serão divididas em três etapas: I - Apresentação das justificativas e dos parâmetros adotados; ll - Detalhamento das linhas que afetam a respectiva área de planejamento; III - Abertura para perguntas e comentários dos participantes. Os interessados em participar da audiência devem fazer sua inscrição por meio do formulário disponível neste link: https://docs.google.com/forms/ E fique ligado! A inscrição não garante a vaga no evento em virtude da limitação de capacidade dos espaços. Além disso, as inscrições serão encerradas 24 horas antes da data de cada audiência. Por isso, se você deseja participar faça sua inscrição o quanto antes. Calendário completo das audiências: Área de Planejamento 3 - Zona Norte: Dia 13/06 às 17h; Endereço: Auditório da XV Região Adm. de Madureira. Rua Carvalho de Souza, n° 274 - Madureira. Área de Planejamento 1 e 2 - Região do Centro, Grande Tijuca e Zona Sul: Dia 11/06 às 17h; Endereço: : Auditório do SEAERJ - Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro. Rua do Russel, n° 01 - Glória. Área de Planejamento 4 - Jacarepaguá e Barra da Tijuca: Dia 12/06 às 17h; Endereço: Auditório da Secretaria Municipal de Educação. Av. Ayrton Senna, n° 2001 - Barra da Tijuca. Área de Planejamento 5 (Zona Oeste): Dia 10/06/2024, às 17h. Endereço: Auditório do CIEP Che Guevara. Rua Timbaúba, n° 135 - Campo Grande O que é uma audiência pública? Uma audiência pública é uma reunião pública, transparente e de ampla discussão em que se vislumbra a comunicação entres os vários setores da sociedade e as autoridades públicas. Quem pode participar de uma audiência pública? Qualquer pessoa que tenha interesse pode participar de uma audiência pública.
- Entenda o que é o programa "Acesso Mais Seguro" da Prefeitura do Rio
Iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde visa garantir atendimento seguro em áreas de risco, protegendo profissionais e usuários nas unidades de saúde. O programa "Acesso Mais Seguro", implementado pela Prefeitura do Rio de Janeiro através da Secretaria Municipal de Saúde, é uma metodologia crucial para assegurar a continuidade e segurança dos serviços prestados nas unidades de saúde, especialmente nas Clínicas da Família situadas em áreas de risco. Criado com base em diretrizes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, o programa tem sido uma ferramenta vital para a cidade desde 2010. Para entender um pouco mais sobre o programa e como ele intervém no dia a dia das unidades municipais de saúde, a Agência Lume conversou com Danielle Vieira Brandão, assessora técnica da Superintendência de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde. Danielle explica que o "Acesso Mais Seguro" foi desenvolvido para garantir a operação segura das unidades de saúde em territórios com diferentes níveis de risco, e que o programa se trata de um plano de contingência que visa reduzir os riscos para que os serviços essenciais continuem funcionando, sem relação com instituições de segurança pública. "Não é um plano de segurança, é importante deixar isso claro. Nós não temos nenhuma relação com nenhuma secretaria de segurança pública (...) o que tratamos é de reduzir os riscos para que os serviços essenciais continuem funcionando." O que é o Programa "Acesso Mais Seguro"? O "Acesso Mais Seguro" é um sistema de classificação de risco que utiliza quatro cores – Verde, Amarelo, Laranja e Vermelho – para definir as diretrizes operacionais das unidades de saúde. Esta classificação determina as ações a serem adotadas pelos profissionais para garantir a segurança tanto deles quanto dos usuários. Verde: Área de risco baixo, onde as operações da unidade de saúde podem prosseguir normalmente sem restrições adicionais. Amarelo: Área de risco moderado. Nessas condições, é recomendado que os profissionais de saúde mantenham o trabalho internamente, evitando visitas domiciliares nas microáreas sinalizadas. Laranja: Área de risco em reavaliação após um período de risco grave. Durante essa fase, é preconizada a manutenção do trabalho interno, sem visitas domiciliares. Vermelho: Área de risco grave. Nessa situação, a orientação é para a saída segura dos usuários e profissionais, seguido pelo fechamento temporário da unidade de saúde. Importância para a população Para a população, o programa "Acesso Mais Seguro" assegura que os serviços de saúde primária continuem disponíveis mesmo em situações adversas. Isso é crucial para a manutenção da saúde pública e para a confiança da população nos serviços de saúde locais. "O objetivo é reduzir os riscos para que os serviços essenciais continuem funcionando (...) queremos evitar que as unidades fechem e que os profissionais se sintam inseguros para trabalhar", explica Danielle. Os critérios para a modificação dos atendimentos nas unidades de saúde são baseados em uma avaliação contínua do nível de risco em cada território. Essa avaliação é feita através de monitoramento constante e comunicação direta com as unidades de saúde, permitindo respostas rápidas e eficazes às mudanças nas condições de segurança. O "Acesso Mais Seguro" é uma metodologia reconhecida e implementada não apenas no Rio de Janeiro, mas também em outras cidades brasileiras como Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e no Espírito Santo, entre outros locais. O programa é amplamente adotado justamente pelo seu sucesso em manter os serviços essenciais abertos e funcionando em áreas que apresentam problemas de segurança. Avaliação de Eficácia A eficácia do programa é avaliada através de diversos indicadores, incluindo a manutenção das unidades abertas em áreas de alta violência e a segurança dos profissionais de saúde. "Desde a implementação do programa, não tivemos mais perdas de profissionais por conta da violência armada. Conseguimos manter as unidades funcionando em lugares críticos, o que é essencial para a garantia da saúde da população", afirma Danielle. O "Acesso Mais Seguro" é fundamental para proteger tanto os profissionais de saúde quanto os usuários, assegurando que todos possam acessar os serviços de saúde de forma segura. Danielle deixou uma mensagem para a população de Rio das Pedras e região sobre a necessidade de entender que as decisões de modificação dos atendimentos são baseadas em uma metodologia reconhecida internacionalmente: "Entendam que essa metodologia ajuda aquele serviço essencial a continuar ali e permitir que essa população tenha acesso à saúde. Então, realmente colaborar com a clínica nesse sentido, entendendo que aqueles profissionais estão se baseando numa metodologia para tomar as decisões, é muito importante, e apoiar, reconhecer aquela insituição como fundamental para aquele território é sempre muito importante." É possível saber a classificação de cada unidade acessando o portal Subpav da Prefeitura do Rio pelo link: https://subpav.org/aps/publico/acesso_mais_seguro/
- Vagas de emprego no Rio de Janeiro: Mais de 4.000 oportunidades disponíveis esta semana
Governo e Prefeitura do Rio, e Grupo Águas do Brasil anunciam diversas vagas para todos os níveis de escolaridade. A semana começa com uma excelente notícia para quem está em busca de oportunidades: mais de 4.000 vagas de emprego estão disponíveis na cidade do Rio de Janeiro. As oportunidades são oferecidas pela Prefeitura do Rio, pelo Governo do Estado e pelo Grupo Águas do Brasil, abrangendo desde empregos formais até estágios e programas para jovens aprendizes, em diversas áreas e níveis de escolaridade. Confira a seguir os detalhes de cada oferta e saiba como se candidatar. Prefeitura do Rio de Janeiro: 1.596 Vagas de Emprego A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE), anunciou a disponibilidade de 1.596 vagas de emprego nesta semana. As oportunidades abrangem todos os níveis de escolaridade e incluem vagas para pessoas com deficiência (PcD), que somam 247 postos. Destaques: Motoristas: 98 vagas para motoristas com diferentes categorias de carteira, incluindo caminhoneiros, motoristas de entregas, de carretas, equipamentos, de van e residenciais. Vagas disponíveis em bairros de Ipanema ao Recreio dos Bandeirantes. Outras Oportunidades: Gerente de posto de gasolina, churrasqueiro, padeiro, porteiro, atendente de lanchonete (30 vagas em São Conrado), operador fiscal, servente de obras (para PCDs), entre outras. Estágios: Vagas para estudantes universitários nas áreas de Engenharia de Produção, Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia, Publicidade e Propaganda, Farmácia, Jornalismo e Psicologia. Inscrição: Os candidatos podem se inscrever no banco de oportunidades da SMTE pela internet. Aqueles sem acesso à internet podem se inscrever presencialmente em um dos sete postos da Central do Trabalhador, levando RG, CPF, PIS e currículo. Pessoas com deficiência têm a opção de enviar o currículo para o e-mail vagaspcd.smte@gmail.com ou comparecer ao CIAD. Governo do Estado do Rio de Janeiro: 3.071 Oportunidades na Cidade do Rio A Secretaria de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro anunciou 3.071 vagas de emprego formal, estágio e jovem aprendiz, captadas através do Sistema Nacional de Emprego (Sine). As vagas incluem 1.197 oportunidades de emprego com carteira assinada, além de 1.874 vagas de estágio e jovem aprendiz. Destaques: Coordenador de Contabilidade: Salário de até R$ 7.000 na Barra da Tijuca. Babá: 60 vagas nos bairros do Jardim Botânico, Lagoa, Urca e Leblon, com salários de até R$ 4.236. Gerente Comercial: 30 vagas na Ilha do Governador, Méier, Penha e Madureira, com salários de até R$ 4.236. PcD: 461 vagas para pessoas com deficiência, com salários de até R$ 2.824. Inscrição: Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sine com documentos de identificação, carteira de trabalho, PIS/PASEP/NIT/NIS e CPF. Os detalhes das vagas podem ser encontrados no Painel Interativo de Vagas no site www.trabalho.rj.gov.br. Estágios e Jovem Aprendiz: Fundação Mudes: 681 vagas de estágio. Inscrições em www.mudes.org.br. CIEE: 1.193 vagas de estágio e jovem aprendiz. Informações em www.ciee.org.br. Grupo Águas do Brasil: Programa de Estágio 2024 O Grupo Águas do Brasil está com inscrições abertas até o dia 3 de julho para o seu Programa de Estágio 2024, oferecendo cerca de 35 vagas para estudantes universitários e técnicos em diversas áreas de estudo. Áreas de Estudo Incluídas: Administração, Biologia, Biotecnologia, Ciência da Computação, Ciências Atuariais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Contabilidade, Desenvolvimento de Sistemas, Economia, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Automação, Engenharia de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Engenharia de Produção, Engenharia Eletrônica, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia Sanitária, Estatística, Gestão de Produção Industrial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Logística, Psicologia, Química, Sistemas da Informação, Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Química e Técnico em Segurança do Trabalho. Benefícios: Os estagiários terão uma carga horária de 6 horas diárias, bolsa-auxílio, vale-transporte e vale-refeição. Inscrições e mais informações no site trabalheconosco.vagas.com.br/estagio-aguas-do-brasil. Sobre o Grupo: Fundado em 1998, o Grupo Águas do Brasil é um dos principais grupos privados de saneamento básico do país, presente em 32 municípios nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, atendendo mais de 5,1 milhões de pessoas. Para mais informações e detalhes sobre as vagas, acesse os sites indicados e prepare seu currículo para aproveitar essas oportunidades. Para mais informações e detalhes sobre as vagas, acesse os sites indicados e prepare seu currículo para aproveitar essas oportunidades. Fonte: https://prefeitura.rio e https://www.rj.gov.br/
- A História de Gardênia Azul (II Parte)
Por: Leonardo Soares dos Santos. Professor de História/UFF, pesquisador do IHBAJA e do IAP. A vida propriamente dita no Parque Gardênia Azul não era das mais fáceis no início dos anos 60. Em sessão da Assembleia Legislativa da Guanabara, o deputado Valdemar Viana (Partido Republicano Trabalhista) apresentou requerimento por “informações indagando porque o proprietário do loteamento ‘Gardênia Azul’, em Jacarepaguá, não respeita a lei 6.000” (Tribuna da Imprensa, 26/01/1961, p. 4). As queixas dos moradores se multiplicavam. No início de 1962, uma comissão de moradores visitaria a redação do jornal O Globo, “solicitando que divulgássemos os memoriais em que pedem providências ao Governador Carlos Lacerda para irregularidades que afirmam existir” no local. Segundo o “memorial com dezenas de assinaturas, residem 866 famílias, que estão privadas de água, luz, escolas e outras tantas necessidades, pelo que desejam que a administração do Estado constate diretamente tais irregularidades para as necessárias providências” (O Globo, 15/01/1962, p. 14). O semanário comunista Novos Rumos noticiava no início de agosto de 1962, em matéria intitulada “Moradores do Parque Gardênia Azul vítimas da especulação imobiliária” que eram 600 famílias, “totalizando cerca de três mil pessoas”, tinham se organizado em torno da “Associação Pró-Melhoramentos do Bairro Gardênia Azul” para a defesa de seus interesses. Era, segundo o jornal, o início da “luta contra os danos, que lhes vêm causando comerciantes e corretores de imóveis”. O jornal detalhava a fundo várias denúncias dos moradores. Segundo o Novos Rumos, os moradores teriam sido vítimas de um “conto”, que foi o que consistiu, segundo o jornal, as promessas oferecidas pela empresa aos compradores dos lotes: Afirmando aos interessados que a área do atual Parque Gardênia Azul constava do “plano de reloteamento em processo na prefeitura do Distrito Federal, de acordo com planta aprovada sob o numero 18 328, em 24 de julho de 1955” a firma José Padilha Nunes Coimbra vendeu ali dezenas de lotes de terreno para a construção de residência. As operações de vendas e contratos foram feitas por intermédio do corretor Denize Michel Emanuel, estabelecido em escritório na Praça Mauá, 7, quinto andar (Novos Rumos, 3 a 9 de agosto de 1962, p. 7). Após a compra, segundo o que afirma o jornal comunista, os compradores se deparariam com uma situação totalmente destoante do que havia sido anunciada: Acontece entretanto que toda a imensa área não consta de plano algum de urbanização do Estado: ao contrário do que asseguravam os vendedores dos imóveis. Assim as famílias que compraram os terrenos, ou não construíram suas casas ou as construíram e estão morando numa zona sem iluminação, sem rede de esgotos e sem água, uma vez que tais melhoramentos, indispensáveis ao preenchimento de condições mínimas de habitabilidade, não tiveram sua instalação providenciada pelo governo do Estado. Os compradores dos terrenos não escondem sua revolta contra o engodo de que foram vítimas. Muitos deles chegaram mesmo a suspender o pagamento das prestações dos lotes (Idem). Ainda segundo o periódico, dois quadros políticos ligados ao PCB, o deputado estadual Hércules Corrêa e o jornalista Marco Antonio Coelho, teriam participado de um debate com os moradores da localidade “em assembléia popular”, “para a qual foram convidados”, com o intuito de discutir “problemas referentes à carestia e à necessidade das reformas de base. Junto a questões típicas da militância partidária, o jornal asseverava que os representantes comunistas “ficaram a par da ‘desenvoltura’ com que agiram os especuladores de imóveis contra os moradores da região”, e, garantia o Novos Rumos, ambos “prometeram incorpora-se à sua luta” (Idem). Com esse propósito, Hercules Correa teria solicitado em requerimento apresentado em sessão da Assembleia Legislativa, no dia 17 de julho (o debate ocorreu em 1º de julho), informações ao poder executivo do Estado sobre o Parque Gardênia Azul. 1 – A quem pertencem os lotes agrícolas de números 1 a 11 e de 33 a 49, situados em Jacarepaguá? 2 – A antiga prefeitura do Distrito Federal, hoje governo do Estado da Guanabara, ao aprovar a planta dos citados lotes (processos número 18.328 de 24 de julho de 1955) que permissão legal deu ao proprietário dos mesmos? 3 – Quais as providências legais que dispõe o poder executivo para legalizar a situação dos que residem na área dos citados lotes? (Idem) Significativo que logo depois desse pronunciamento, a administração estadual se apressasse para apresentar propostas de intervenção na localidade. Até para que o Gardênia Azul não se tornasse facilmente numa espécie de base política dos grupos de esquerda. Tendo isso em mente, em outubro daquele ano, o governador Carlos Lacerda anunciava a execução de obras de urbanização e saneamento na “favela” Gardênia Azul (A Noite, 03/10/1962, p. 2). O anúncio era um indicador de que as demandas dos moradores encontravam algum eco na esfera governamental estadual. Curiosamente, o reconhecimento de que havia algo de errado nas condições de moradia da localidade era o fato de imprensa e poder público começar a nomear Gardênia Azul não como um “loteamento” e sim como “favela”. Mais do que isso, o anúncio estava relacionado a um importante aspecto conjuntural. O governo Carlos Lacerda iniciava uma campanha agressiva de remoções de favelas e buscava complementar tal iniciativa investindo na construção de conjuntos habitacionais. Para tanto, ele começou a procurar vultosas fontes de financiamento junto aos órgãos exteriores, especialmente estadunidenses, já que a possibilidade de financiamento por vias internas encontrava-se bloqueado devido às disputas políticas com o governo presidencial de João Goulart, herdeiro do varguismo e adversário político e ideológico do representante udenista. Por essa razão, Gardênia Azul poderia até mesmo a cumprir um papel nessa nova estratégia de Lacerda, da mesma forma como os conjuntos habitacionais de Vila Kennedy e da Cidade de Deus. Talvez Lacerda enxergasse o local como o destino de pessoas removidas do Leblon ou Humaitá. O Jornal do Commércio (07/10/1962, p. 7) dava maiores detalhes, que nos ajudam a visualizar melhor o cerne da proposta do governo. A decisão pela intervenção urbanística do governo Lacerda teria como base o “relatório apresentado pela Administração Regional de Jacarepaguá, contendo uma série de sugestões relacionadas com o saneamento e urbanização da favela Gardênia, local que naquele momento abrigava 2.300 pessoas. Segundo o jornal, o administrador Mário Campelo afirmava no relatório “serem ‘péssimas e inferiores ao mínimo tolerável de desconforto’ as condições de vida daquela favela”. O administrador ainda se mostrava pessimista quanto à realização de melhorias por parte do autor do loteamento. Além de explicar as razões de tal pessimismo, ele apresentava ainda uma denúncia quanto à legalidade do empreendimento: [O administrador Mário Campelo] Ressalta que o proprietário da área ocupada pela favela Gardênia Azul nada faria para executar as obras de urbanização porque: a) venderá os lotes a preços baixíssimos, cujas prestações variam em torno de Cr$ 60 a Cr$ 100 por mês e por terem alguns lotes sido também invadidos; e b) o projeto de loteamento não chegou a ser aprovado” (Idem). Não obstante a falta de confiança na realização de mudanças efetivas na situação do Gardênia Azul, Mário Campelo apresentava algumas “sugestões” a serem ponderadas: O proprietário deve realizar obras de urbanização; 2) essas obras devem ser fixadas em função do resultado financeiro da venda dos lotes vagos e do reinício do pagamento dos lotes vendidos, paralisado há tempo; 3) deve ser aprovado um projeto de loteamento, modificando o atual, para que os moradores tenham seus títulos de propriedade e, com eles, garantia para efetuar os pagamentos das prestações; 4) o Governo providenciaria também, a curto prazo, para que água e luz cheguem até às portas do loteamento (Idem). As sugestões seriam acatadas pelo governo. Nota-se que em nenhum momento se aventa a possibilidade de desapropriação. Mesmo que o relatório aponte a possibilidade de irregularidades, nas soluções apontadas pelo administrador regional, o governo teria que estabelecer ações conjuntas com o proprietário. O proprietário seguiria recebendo os pagamentos pelos lotes e ficaria responsável pelas obras de urbanização, sendo que serviços como água e luz ficariam a cargo do governo. Na proposta de Campelo, abria-se até mesmo a possibilidade de refazer o projeto de loteamento. Ou seja, em que pese a gravidade da situação dos moradores, a administração regional seguia considerando o proprietário como um parceiro e não como um antagonista. Na verdade, o governo Lacerda tinha a intenção de atuar como um intermediário do conflito entre moradores e proprietário (José Padilha). Ainda segundo o relatório, deveria haver “a assinatura de um acordo entre o proprietário e os moradores, com a interveniência da Fundação Leão XIII, pelo qual se fará o controle da receita e a execução das obras fixadas no termo de obrigações, e pelo qual pagará o proprietário à Fundação Leão XIII o valor de seu trabalho” (Idem). Continua... Leonardo Soares dos Santos é graduado (2003) em História pela Universidade Federal Fluminense, onde realizou também o seu mestrado (2005) e doutorado (2009) em História Social. Suas pesquisas versam basicamente sobre as relações entre o espaço rural e urbano e suas implicações em termos de políticas públicas e configuração de grupos sociais. Atualmente trabalha como professor e pesquisador no Departamento de Fundamentos da Sociedade do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional do Polo Universitário da Universidade Fluminense, localizado em Campos dos Goytacazes. É membro-militante do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá desde 2010.
- A tradição carnavalesca de Jacarepaguá
Por: Val Costa. Professor de Geografia e membro do IHBAJA. Diferentemente do que muitos pensam, o Carnaval não é uma festa genuinamente brasileira. Ela surgiu em Portugal, e era chamada de entrudo pelos habitantes das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde. O entrudo foi influenciado pelos carnavais de Veneza, Paris e Roma, que se caracterizavam por desfiles urbanos, onde os foliões usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o rei momo também são de origem européia. Quando chegou ao Brasil, no século XVII, essa festividade englobava correrias, mela-mela de farinha, água com limão e batalhas de confetes com serpentinas. No fim do século XIX, essa agitação das ruas começou a incomodar a elite carioca, que passou a “organizar” e classificar os diferentes grupos que dela participavam. Surgem desse modo os conceitos de “Grande Carnaval” e “Pequeno Carnaval” com o objetivo de separar a brincadeira de elite (sociedades carnavalescas, bailes mascarados) das diversões populares (blocos, ranchos ou cordões). Somente em 1930, o interventor do Rio de Janeiro, Pedro Ernesto, oficializaria a festa carioca e acabaria com essa discriminação. A primeira escola de samba do Rio de Janeiro chamava-se Deixa Falar. Foi criada, em 1927, pelo sambista carioca Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A Região de Jacarepaguá sempre teve uma grande tradição no Carnaval de rua. Desde o bloco dos grandes bonecos do Seu Mé, que desfilava pela Estrada do Pechincha na década de 1950, passando por antigas escolas de samba como a Império de Jacarepaguá e a Unidos do Marangá e chegando até as atuais agremiações e blocos carnavalescos que arrastam milhares de foliões pelas avenidas e ruas da cidade. Em meados do século passado, os foliões da região eram classificados como “sujos” e “limpos”. Os primeiros faziam parte dos blocos que saíam de manhã e só voltavam no final da tarde para as suas casas; e os “limpos” eram pessoas mais abastadas que pulavam carnaval nos clubes da região, como o Clube Olímpico e o Jacarepaguá Tênis Clube respectivamente localizados na Freguesia e na Praça Seca. Além disso, os blocos “Elas e Elas” e "Empurra que entra", juntamente com as escolas de samba Renascer de Jacarepaguá (oriunda do Bloco Carnavalesco Bafo do Bode), União de Jacarepaguá, Parque Curicica, Unidos do Anil e Mocidade Unida de Jacarepaguá mantêm a tradição carnavalesca da região viva. Val Costa é professor de Geografia e Membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá.
- Conjunto Sanatorial de Curicica, atual Hospital Municipal Raphael de Paula Souza, completou 70 anos em 2021
Por: Janis Cassília. Mestre em História das Ciências e da Saúde / professora e pesquisadora do IHBAJA. Inaugurado em 1951, o Conjunto Sanatorial de Curicica teve seu funcionamento iniciado em fevereiro de 1952 e foi destinado a internação de tísicos e do tratamento da tuberculose. A criação do hospital fazia parte do programa federal Campanha Nacional contra a Tuberculose (CNCT), do Serviço Nacional de Tuberculose (SNT) que propunha a erradicação da doença no Brasil em até 10 anos. O tratamento para a tuberculose foi criado em 1946 e, portanto, acreditava-se que o isolamento dos doentes em Jacarepaguá, proporcionava solução para a disseminação e a cura através do tratamento pelo antibiótico estreptomicina. O local escolhido para a criação do hospital era próximo a outro hospital de isolamento a Colônia Juliano Moreira e estava em terras da antiga Fazenda do Camorim. Assim, antes das obras foi necessário a abertura e asfaltamento de vias de acesso para o material da obra. O hospital foi projetado pelo arquiteto Sérgio Bernades, em projeto de hospital pavilhonar, o que o tornou um exemplo arquitetônico único entre os hospitais de isolamento de Jacarepaguá, na história da assistência pública de saúde no país e na história da tuberculose no Brasil. Em uma área de 25 mil m², o Conjunto Sanatorial Curicica possuía capacidade para 1.500 leitos, era composto biblioteca, enfermarias, laboratório, centro cirúrgico, maternidade, biblioteca, administração, necrotério, alojamento para médicos e diretor, centro médico, biotério, capela, estação de tratamento de esgoto, subestação de luz e força, entre outros prédios típicos de hospitais de isolamento e que também existiam na Colônia e no Curupaiti. Porém, ao contrário destes dois, não previa a existência de uma comunidade dado ao alto grau de contágio da tuberculose e do plano de erradicação da doença. A imprensa na época noticiava a existência do hospital ligando sua inovação no tratamento e na arquitetura moderna à grandiosidade espacial do hospital. A partir da década de 1980, o hospital foi dividido em duas partes. Uma administrada pelo município do Rio de Janeiro, que compunha o hospital, os serviços ambulatoriais e a administração, e outra composta pela Casa do Diretor e alojamentos que passaram a compor um centro de pesquisa, Centro de Referência Hélio Fraga, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Fiocruz. Devido a falta de investimentos públicos em sua infraestrutura, a parte sob responsabilidade do município encontra-se em estado de má conservação e completo abandono, com pavilhões, enfermarias fechadas, inclusive o centro cirúrgico. Parte do terreno original do hospital sofreu com invasões havendo a criação de uma comunidade. Além disso, foi construída uma creche municipal e pavilhões foram demolidos pelo poder público alegando-se perigo de desabamento. Janis Cassília é membro do IHBAJA. Graduada em História pela UFRJ. Mestre em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Professora da rede pública de São João de Meriti. Pequisa sobre a História da Psiquiatria no Brasil, com ênfase na Colônia Juliano Moreira (atual Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira).










