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- Carol Sponza diz que, se eleita, irá alcançar 100% de cobertura com Clínicas da Família
A candidata do Partido Novo foi a primeira entrevistada da série de sabatinas realizadas pela Agência Lume. Veja a entrevista completa: Durante sabatina realizada pela Agência Lume com os candidatos à Prefeitura do Rio, a candidata do Partido Novo (Novo), Carol Sponza , informou que, se for eleita, irá trabalhar para alcançar 100% da cobertura com Clínicas da Família não só em Jacarepaguá, mas na cidade como um todo. “Hoje, temos uma cobertura de 70%, então a nossa proposta principal na área de saúde é exatamente chegar a essa cobertura de 100% de clínicas da família. Isso é possível, isso cabe no orçamento. A saúde tem uma parte substancial, 20% do orçamento da prefeitura hoje é pra secretaria de saúde.", diz a candidata. Carol falou ainda sobre a Prefeitura ter prioridades distorcidas. “A grande questão é que a prefeitura do Rio tem prioridades distorcidas. Estamos inaugurando um museu que, o projeto inicial, seria o Museu Olímpico, com um custo previsto de 60 milhões, mas já está custando 120 milhões. São completas distorções das prioridades da prefeitura.” A candidata do Novo também falou sobre a falta de hospitais públicos de emergência em Jacarepaguá. “Jacarepaguá e adjacências são 680 mil habitantes, não é isso? Me corrija se eu estiver errada. A gente tem clínicas da família aí, mas não há nenhum hospital público de emergência. Então, realmente, essa área está desatendida e precisa de uma maior cobertura de saúde”, complementa. Veja entrevista completa com Carol Sponza, do Partido Novo no, Youtube da Agência Lume , ou clicando no player abaixo. Acesse o site Divulgando Contas do TSE e tenha acesso ao plano de governo e outras informações sobre a candidata: https://divulgacandcontas.tse.jus.br Acompanhe também as entrevistas com os demais candidatos à Prefeitura do Rio, que a Agência Lume exibe nesta semana .
- Agência Lume inicia semana de sabatinas nesta terça-feira (10)
Serão exibidas entrevistas realizadas pela equipe da agência com seis candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro. Saiba mais: A Agência Lume inicia na noite desta terça-feira (10/09) a exibição das sabatinas realizadas com seis dos oito candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro. As entrevistas serão exibidas às 19h no canal do Youtube da Agência Lume , desta terça até o próximo domingo. As entrevistas da Lume propõem aos candidatos um debate sobre propostas para as principais demandas da região de Jacarepaguá, sempre com um foco especial nos bairros da Freguesia e do Anil, e da comunidade de Rio das Pedras. Todos os candidatos ao cargo de prefeito(a) da cidade foram convidados a participar das sabatinas. Aqueles que não puderam participar por incompatibilidade de agenda também tiveram a opção de responder as perguntas por e-mail, para que fossem publicadas no site da agência. Veja a agenda completa das sabatinas:
- Jacarepaguá celebra 430 anos: uma jornada histórica e cultural
Com sua rica história e cultura, a região continua a ser um símbolo de resistência e identidade no Rio de Janeiro. No dia 9 de setembro, Jacarepaguá, um dos bairros mais antigos e históricos do Rio de Janeiro, celebra seus 430 anos de fundação. Esta data marca um momento significativo para a população local, que se orgulha de sua rica herança cultural e histórica. A Freguesia de Nossa Senhora do Loreto e Santo Antônio de Jacarepaguá foi oficialmente fundada no dia 6 de março de 1661. Entretando, o dia 9 de setembro de 1594 foi a data escolhida pela prefeitura para as comemorações do aniversário do do bairro, já que marca a data de quando os filhos de Salvador Correia de Sá, Martim e Gonçalo Correia de Sá, solicitam ao pai as terras da Baixada de Jacarepaguá. Eles alegaram que os sesmeiros originais não desenvolveram atividades econômicas nas terras, e assim, sob as Leis de Sesmarias, conseguiram a concessão das terras. O nome “Jacarepaguá” vem da língua Tupi-Guarani e significa “lagoa rasa dos jacarés” (upá = lagoa, guá = rasa e îakaré = jacaré). Val Costa, professor de Geografia e membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá (IHBAJA), explica que os primeiros registros da História da Baixada de Jacarepaguá estão ligados à invasão francesa ao Rio de Janeiro. Desde o início do século XVI, corsários franceses exploraram o pau-brasil no litoral brasileiro. Em 1555, fundaram a colônia França Antártica no Rio de Janeiro. E em 1565, Estácio de Sá fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro para consolidar a presença portuguesa. Ele morreu após ser ferido em um ataque francês. “ Após expulsar os franceses, Mem de Sá nomeou seu sobrinho Salvador Correia de Sá como governador do Rio de Janeiro. Em 1567, Salvador doou sesmarias na Baixada de Jacarepaguá a dois portugueses, que não desenvolveram atividades econômicas nas terras. Seus filhos, Gonçalo e Martim, pediram a concessão dessas terras, que foi oficializada em 9 de setembro de 1594. Esta data é comemorada como o aniversário de Jacarepaguá, embora alguns questionem essa data, argumentando que a freguesia só foi criada em 1661 ”, explica Val. Comemorações Para celebrar este marco histórico, a Casa de Cultura de Jacarepaguá , em parceria com diversas instituições culturais, está organizando o Seminário “ A Baixada de Jacarepaguá: História, Legados, Riquezas e Potencialidades ” . O evento, que ocorrerá no dia 15 de setembro de 2024, contará com palestras, debates, rodas de conversa e visitas guiadas que destacarão a rica história e o patrimônio cultural da região. Entre os destaques do seminário estão o pré-lançamento de um livro exclusivo sobre a história de Jacarepaguá, exposições de arte, fotografias históricas e atividades culturais interativas. Guias de turismo caracterizados mediarão rotas do Corredor Cultural e Turístico de Jacarepaguá, proporcionando uma experiência imersiva para os participantes. “O Objetivo do Seminário é destacar o patrimônio histórico, cultural e natural da Baixada de Jacarepaguá e a sua potencialidade turística e debater sobre os desafios para o desenvolvimento sustentável da região”, explica Alexandra Gonzalez, fundadora e gestora da Casa de Cultura de Jacarepaguá. Como Participar Jacarepaguá possui o segundo maior acervo arquitetônico do Rio de Janeiro colonial e a maior floresta urbana do mundo, além de uma rica herança cultural africana e tupi-guarani. A região tem sido palco de importantes eventos históricos e culturais ao longo dos séculos, e sua preservação é fundamental para a identidade cultural do Rio de Janeiro. A celebração dos 430 anos de Jacarepaguá é uma oportunidade para a comunidade local se reconectar com suas raízes e valorizar a história da região. A participação ativa dos moradores em eventos como o seminário é crucial para a preservação e promoção do patrimônio cultural de Jacarepaguá. Para conferir a programação completa do seminário você pode clicar aqui e para retirar seu ingresso na página oficial do evento no Sympla basta clicar aqui .
- A Formação da Freguesia de Jacarepaguá
Por: Val Costa. Professor de Geografia e membro do IHBAJA. Na América Portuguesa, as freguesias eram territórios submetidos à jurisdição espiritual de um pároco ou vigário que também exercia a administração civil. Era uma circunscrição eclesial em que se dividia a diocese. Cada freguesia possuía um mercado local onde se realizavam atividades rurais e urbanas e um aglomerado populacional que poderia ir de dezenas a centenas de casas. A construção de uma igreja matriz na freguesia mostrava a consolidação da mesma como um importante núcleo populacional, com uma considerável densidade demográfica. Essa nomenclatura perdurou até, aproximadamente, a promulgação do Decreto n. 119-A, de 7 de Janeiro de 1890, quando Igreja e Estado se separaram. A partir de então, as freguesias passaram a ser mais conhecidas como paróquias. A primeira freguesia da cidade, a de São Sebastião, foi fundada em 1569. Depois vieram, por ordem cronológica, Nossa Senhora da Candelária (1634) e Nossa Senhora da Apresentação de Irajá (1644). A Freguesia de Nossa Senhora do Loreto e Santo Antônio de Jacarepaguá foi criada em 6 de março de 1661, sendo desmembrada da Freguesia de Irajá. A primeira sede da Freguesia de Jacarepaguá foi instalada na Capela de Nossa Senhora da Cabeça, que fica anexada à sede do Engenho d’Água. A paróquia foi inaugurada em março de 1664, por Manuel de Souza e Almada, tendo sido seu primeiro vigário o Padre Antônio Ribeiro de Almeida, empossado no cargo em 1665, um ano depois da edificação da primitiva matriz, em terras do Padre Manuel de Araújo. Em 1667, foi construído um outro templo no mesmo local do anterior, que se encontrava em avançado estado de deterioração. Em 1747, foi edificada a atual Igreja de N. S. do Loreto, na subida da ladeira da Pedra do Galo, no local que se chamava Porta d’Água. Por ser a matriz da Freguesia de Jacarepaguá, a região no seu entorno começou a ser chamada de “Freguesia”, dando origem ao bairro de mesmo nome. Em 1970, a Igreja recebeu o título de Santuário Nacional de Nossa Senhora do Loreto. Formação das freguesias da Cidade do Rio de Janeiro Nome Área (ha) Data da Criação Origem Candelária 36 1634 Antiga Freguesia de S. Sebastião Irajá 12.972 1644 Desmembrada da Freguesia da Candelária Jacarepaguá 21.732 1661 Desmembrada da Freguesia de Irajá Campo Grande 26.247 1673 Desmembrada da Freguesia de Irajá Inhaúma 4.323 1743 Desmembrada da Freguesia de Irajá Fonte: Carvalho. (1988, p. 115) Val Costa é professor de Geografia e Membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá.
- Dia de Rio das Pedras: celebração de cultura e resistência
O dia 6 de setembro, foi escolhido para destacar a importância da comunidade e promover a valorização das tradições locais. Por: Fernanda Calé e Felipe Migliani. Hoje, 6 de setembro, é oficialmente celebrado o Dia da Comunidade de Rio das Pedras. O Dia de Rio das Pedras foi instituído oficialmente em 2005 como uma forma de reconhecer e celebrar a história e a cultura da comunidade. A data foi escolhida para destacar a importância da favela localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro e para promover a valorização das tradições locais. A comunidade de Rio das Pedras começou a ser ocupada na década de 1950. A atividade dos primeiros moradores na região pode ser comparada com a encontrada nas cidades do interior do país; eles eram, em sua maioria, lavradores que plantavam e colhiam nas terras. Eles viviam de uma forma diferente da encontrada em outras áreas da cidade na mesma época. Com um crescimento significativo a partir dos anos 1970, impulsionado pela migração de nordestinos em busca de melhores oportunidades na cidade. Hoje, a Rio das Pedras é a terceira maior favela do Brasil , com uma população estimada em cerca de 120 mil pessoas. Flávia Francisca da Silva é professora de uma escola na comunidade e contou à Agência Lume que veio morar em Rio das Pedras em 1973. A moradora lembrou dos momentos marcantes que viveu em Rio das Pedras: "Minha família é de origem nordestina e moram em Rio das Pedras desde a migração. Tive muitos momentos alegres na infância, quando podia andar de bicicleta na curva do Pinheiro que ainda era uma floresta cortada por uma rua. Brincava bastante no Rio Das Pedras, dentro do rio que é chamado de valão. Muitas mulheres lavavam roupas e as crianças brincavam em suas águas cristalinas." A moradora também lembrou de um período muito rico culturalmente nos anos 1980, quando muitos moradores se enganjavam nas disputas de quadrilhas de São João e de esportes. "Na pré-adolescência uma diversão era o aterro que formou os Areais (regiões do Areal e Areinha), antes era um mangue, foi sendo aterrado com areia vinda da praia da Barra. Era muito lindo, aquela areia branca. Jogavámos volei, rolavamos pelas dunas e soltávamos pipa. Tinhamos uma quadrilha de festa junidade que competia em vários bairros" José Augusto, aposentado, do alto de seus 67 anos relembra com carinho o dia que chegou à comunidade em 1977. "Na minha época era muito bom, até hoje é bom, mas naquela época ainda era melhor! Era tudo socessegado, era pouca gente (...) aí foi evoluindo e hoje 'tamo aí' já temos 47 anos de Rio das pedras." Rio das Pedras é um exemplo de resiliência e resistência. Apesar dos desafios, a comunidade continua a crescer e a se desenvolver, mantendo viva sua rica herança cultural e lutando por melhores condições de vida. A favela é um testemunho da capacidade de adaptação e da força de seus moradores, que enfrentam adversidades com coragem e determinação.
- A origem do nome Jacarepaguá: uma herança Tupi-Guarani
O nome “Jacarepaguá” deriva do tupi-guarani e tem um significado profundamente ligado à geografia e à fauna local. Jacarepaguá, um dos bairros mais antigos e históricos do Rio de Janeiro, possui um nome que carrega a rica herança cultural dos povos indígenas que habitavam a região antes da chegada dos colonizadores portugueses. O nome “Jacarepaguá” deriva do tupi-guarani e tem um significado profundamente ligado à geografia e à fauna local. O topônimo “Jacarepaguá” é formado pela junção de três palavras do tupi-guarani: îakaré (jacaré), upá (lagoa) e guá (baixa ou rasa). Assim, o nome pode ser traduzido como "lagoa rasa dos jacarés". Esta denominação faz referência às lagoas da Baixada de Jacarepaguá, que eram repletas de jacarés na época do descobrimento e da colonização. “Quando da minha pesquisa sobre as lagoas, busquei o significado de Jacarepaguá, palavra que dá o nome à região da baixada entre os maciços da Tijuca e da Pedra Branca e, também, ao belo complexo de lagoas situado na mesma região. É de uso popular o entendimento de Jacarepaguá como "lugar dos jacarés". Com origem na família linguística Tupi-Guarani, Jacarepaguá, significa “lagoa dos jacarés”, em tupi (îakaré-jacaré, upá - lagoa e kûá - rasa), ou seja, na toponímia já podemos perceber algumas características ambientais do Complexo Lagunar de Jacarepaguá”, explica Cristina Portella, moradora e autora da pesquisa “ No meu Quintal tem uma lagoa: Divulgação Científica e Proteção Ambienta l ”. Contexto Histórico A região de Jacarepaguá foi oficialmente fundada em 1594 , quando os filhos de Salvador Correia de Sá, Martim e Gonçalo Correia de Sá, receberam a concessão das terras da Baixada de Jacarepaguá. Eles alegaram que os sesmeiros originais não desenvolveram atividades econômicas nas terras, e assim, sob as Leis de Sesmarias, conseguiram a concessão das terras. Desde então, o nome Jacarepaguá tem sido uma constante, refletindo a importância das lagoas e dos jacarés na identidade da região. Hoje, o nome Jacarepaguá não apenas identifica um bairro, mas também serve como um lembrete da rica herança indígena e da biodiversidade que caracterizava a região. A preservação do nome e da história por trás dele é fundamental para manter viva a memória dos povos originários e a importância ecológica das lagoas que ainda existem na área. Val Costa, professor de Geografia e membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá ( IHBAJA ), explica que em 1534, Portugal dividiu seu território colonial na América em 15 Capitanias Hereditárias e introduziu o cultivo de cana-de-açúcar. As condições favoráveis, como chuvas e clima quente, e a alta demanda por açúcar na Europa, levaram à substituição da extração de pau-brasil pela cana-de-açúcar como principal atividade econômica. As capitanias foram doadas a 12 donatários, que podiam escravizar indígenas, construir engenhos, cobrar impostos, aplicar leis e passar as terras como herança. “ No final do século XVII e início do XVIII, a Baixada de Jacarepaguá era conhecida como a “Planície dos Onze Engenhos” devido à intensa produção de açúcar. Gonçalo e Martim construíram o Engenho da Tijuca, que passou por várias mãos na família Correia de Sá. Em 1847, José Maria Correia de Sá comprou o engenho, mas, enfrentando dificuldades financeiras, vendeu-o ao comendador Francisco Pinto da Fonseca, pai do Barão da Taquara ”, explica Val. O professor ainda fala que o Engenho D’Água foi a última propriedade dos Correia de Sá na Baixada de Jacarepaguá. Após a morte do comendador Pinto, todas as suas propriedades passaram para seu filho, o Barão da Taquara. A principal atividade econômica era a produção de açúcar para exportação, mas também havia outros cultivos para o mercado interno e muitos currais de gado nas áreas do Camorim e Vargens Grande e Pequena Jacarepaguá continua a ser um símbolo de resistência e identidade cultural no Rio de Janeiro, e seu nome é uma janela para o passado, conectando os moradores atuais com a história e a natureza que moldaram a região.
- Como evitar cair em Fake News e desinformação
Notícias falsas afetam diretamente a vida de todos nós. Veja como identificar desinformações: Nos dias de hoje, a disseminação de notícias falsas é um desafio crescente. Com a facilidade de compartilhamento nas redes sociais, é essencial estar atento para não ser enganado por informações falsas. Uma pesquisa do Data Favela, divulgada em julho deste ano, entrevistou 1.557 homens e mulheres acima de 16 anos, residentes em 127 cidades brasileiras. Os resultados mostraram que 89% dos moradores das periferias já foram vítimas de fake news, o que representa cerca de 94 milhões de pessoas. As consequências das fake news são diversas e afetam diretamente a vida dos moradores das favelas. A pesquisa aponta que 25% dos entrevistados apontaram que as fake news podem eleger maus políticos, enquanto 23% acreditam que podem ferir a reputação de alguém e 15% identificam a criação de pânico sobre segurança como um dos principais riscos. Aqui estão algumas dicas valiosas para ajudar você a identificar e evitar cair em fake news: 1. Verifique a fonte Sempre que encontrar uma notícia, especialmente se for impactante ou sensacionalista, verifique a fonte. Certifique-se de que a notícia vem de um veículo de comunicação conhecido e confiável. Se a fonte não for familiar, faça uma busca rápida para verificar sua credibilidade. 2. Analise o conteúdo Títulos chamativos e sensacionalistas são comuns em fake news. Leia o conteúdo completo antes de tirar conclusões. Muitas vezes, esses títulos são projetados para gerar cliques e compartilhamentos, independentemente da veracidade da informação. 3. Desconfie de informações genéricas Mensagens que contêm dados vagos ou genéricos , sem detalhes específicos como datas e locais, são suspeitas. Informações precisas e verificáveis são um bom indicativo de credibilidade. 4. Cuidado com imagens e vídeos Fotos e vídeos podem ser manipulados para enganar. Verifique se as imagens foram alteradas ou tiradas de contexto . Ferramentas de busca reversa de imagens podem ajudar a identificar a origem e a autenticidade das fotos⁴. 5. Não compartilhe sem verificar Antes de compartilhar qualquer informação, certifique-se de que ela é verdadeira. Se tiver dúvidas, não compartilhe. Encaminhe a mensagem para grupos de verificação de fatos ou use ferramentas online para checar a veracidade. 6. Use ferramentas de verificação Existem várias ferramentas e sites dedicados à verificação de fatos, como o Fato ou Fake. Utilize esses recursos para confirmar a autenticidade das informações antes de acreditar nelas. 7. Mantenha-se informado Eduque-se sobre como as fake news são criadas e disseminadas. Conhecer as táticas usadas pelos criadores de desinformação pode ajudar a identificar e evitar essas armadilhas. Para Sanara Santos, diretora de formação da Énois e coordenadora do projeto Diversidade nas Redações, é crucial combater a desinformação onde ela tem mais efeito: na decisão de quem colocamos no poder para tomar decisões sobre nosso estado. “Essa proximidade com o território só pode ser alcançada por veículos locais, que conhecem bem a área e as pessoas. Outros veículos não conseguem fazer isso da mesma forma. Cobrir as eleições municipais fortalece o jornalismo local e independente, que atua dentro das periferias do Brasil" , explica Sanara. Agência Lume participará de Rede Nacional de checagem das Eleições Municipais de 2024 A Agência Lume participará do programa “ Diversidade nas Redações - Desinformação e Eleições ”, promovido pelo Laboratório Énois e conta patrocínio da Google News Initiative . O programa visa construir uma Rede nacional de jornalismo local para a checagem das Eleições Municipais de 2024. E contará com o apoio da Agência Lupa , Agência Tatu , do Desinformante e do Reocupa . O Diversidade nas Redações é um programa de treinamento da Énois, que tem como objetivo o fortalecimento institucional e financeiro de redações jornalísticas, por meio do impulsionamento da diversidade de gênero, raça e território. O foco na temática da desinformação e eleições, com checagem de notícias falsas veiculadas por Whatsapp, marca o terceiro ciclo do programa que traz um diferencial na distribuição de recursos para as organizações envolvidas. " A Agência Lume aceitou com muita alegria o convite da Énois para participar do DR3. Acreditamos na importância da checagem de fatos e da informação como principal pilar para eleições mais justas, limpas e seguras. Hoje, entendemos também que além de checar e entregar essas notícias de qualidade, precisamos criar uma rede de pessoas que tenham esse mesmo compromisso, e as formações são uma oportunidade perfeita para isso. Estamos muito animados e também preparando muitos conteúdos para esse período tão importante para a nossa democracia ", conta Douglas Teixeira, co-fundador da Agência Lume.
- Seminário “A Baixada de Jacarepaguá: História, Legados, Riquezas e Potencialidades” celebra 430 anos de história
Evento reunirá diversas instituições da região para explorar a rica história e o patrimônio cultural da Baixada de Jacarepaguá. A Casa de Cultura de Jacarepaguá será palco de um evento histórico nos dias 14 e 15 de setembro. O seminário “A Baixada de Jacarepaguá: História, Legados, Riquezas e Potencialidades” promete ser uma celebração rica e multifacetada dos 430 anos de fundação de Jacarepaguá. O seminário reunirá historiadores, pesquisadores, instituições culturais e educacionais para explorar a história e o patrimônio cultural da Baixada de Jacarepaguá. Entre os destaques do evento, estão palestras e debates que abordarão temas como o legado dos povos indígenas, a evolução histórica e cultural da região, e as perspectivas para o futuro. Um dos momentos mais aguardados do evento será o pré-lançamento de um livro exclusivo sobre a história de Jacarepaguá, previsto para ser publicado em 2025. Os autores estarão presentes para compartilhar insights e relatos sobre a elaboração da obra, proporcionando aos participantes uma visão privilegiada das pesquisas e descobertas que embasaram a publicação. “O Objetivo do Seminário é destacar o patrimônio histórico, cultural e natural da Baixada de Jacarepaguá e a sua potencialidade turística e debater sobre os desafios para o desenvolvimento sustentável da região”, explica Alexandra Gonzalez, fundadora e gestora da Casa de Cultura de Jacarepaguá. Atividades Interativas e Exposições Além das palestras, o evento contará com exposições de arte, fotografias históricas, exibição de documentários e atividades culturais que celebrarão o patrimônio local. Uma das atrações será o lançamento da Rota Caracterizada, onde guias de turismo caracterizados mediarão três rotas do Corredor Cultural e Turístico de Jacarepaguá, na Taquara. O seminário também será uma excelente oportunidade para networking, permitindo a interação entre acadêmicos, instituições culturais, artistas, guias de turismo e entusiastas da história. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas, e os interessados devem se inscrever através do Sympla, clicando aqui . Uma das atrações do Seminário é a exibição do documentário "Encruzilhada: entre terreiro e quilombo em Jacarepaguá". O filme foca na ligação cultural e histórica entre os terreiros de candomblé e os quilombos na região de Jacarepaguá, na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro. Ele explora temas de resistência e identidade afro-brasileira, destacando a preservação dessas tradições culturais através de relatos de figuras importantes da comunidade. “Fui criado em Jacarepaguá, um bairro muito grande, mas com poucos equipamentos culturais para a população.Vai ser um momento especial, um casamento perfeito entre a celebração dos 430 anos de Jacarepaguá e o filme, que foi dirigido e filmado inteiramente na região. Eu trabalho com material de arquivo, mas todas as imagens e filmagens do filme são originais e foram feitas em Jacarepaguá. Posso afirmar que Jacarepaguá tem uma história fascinante, que muitos dos próprios moradores não conhecem, quanto mais os de outros bairros, cidades e estados do Brasil” , conta Paulo Mileno, ator e diretor do filme. Programação 14/09 - Sábado 13h às 14h - Networking. 14h - Abertura. 14h30 - “Formação Territorial de Jacarepaguá. De Yakaré Upa Guá a Jacarepaguá - História e Território”. 17h - “Desenvolvimento Urbano e Preservação Ambiental: Impactos e Desafios” 19h - Interação entre os convidados. 20h - “Patrimônio Histórico e Cultural: Reconhecimento e Educação Patrimonial”. Atividades interativas 14h - Apresentação das Rotas Caracterizadas. 15h às 20h - Pré-lançamento e Pré-venda do livro inédito sobre a história do bairro. 15h 16h - Oficina de Capoeira. 16h às 17h - Exibição de Documentário. 17h às 18h - Oficina “Escreva o seu Livro sobre Jacarepaguá”. 18h às 19h - Oficina “Desenhe as Belezas da Região”. 15/09 - Domingo 14h às 16h - Networking. 16h - Abertura. 17h - “Potencialidades Turísticas: Desenvolvimento e Responsabilidade social”. 19h a 19h30 - Bate-papo com Empreendedores “Quais são os mecanismos de apoio e investimentos disponíveis para alavancar o turismo e a economia criativa”. 20h30 - Cerimônia de Encerramento. Atividades interativas 14h - Apresentação das Rotas Caracterizadas 15h às 20h - Pré-lançamento e Pré-venda do livro inédito sobre a história do bairro 15h às 16h: Exibição de Documentário. 16h às 17h - Oficina “Oficina de Escrita Literária”. 17h às 18h - Oficina “Desenhe as Belezas da Região”. Serviço Data : 14 e 15 de setembro de 2024. Horário : Das 14h às 22h. Local : Casa de Cultura de Jacarepaguá ( endereço aqui ). Entrada : Gratuita - Vagas limitadas ( Retire seu ingresso aqui ). O seminário é uma iniciativa da Casa de Cultura de Jacarepaguá, em parceria com o Museu do Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, Quilombo Aquilah, Fiocruz Mata Atlântica e diversos historiadores e pesquisadores da região. O evento promete ser uma imersão profunda na história e cultura de Jacarepaguá, celebrando seus legados e explorando suas potencialidades futuras. Não perca a oportunidade de participar deste marco na documentação e valorização da memória local.
- Cedae adia manutenção anual
O serviço será realizado no dia 24/9. Entenda os motivos para a mudança: A Cedae anunciou no último sábado (31/08) que adiou a manutenção anual preventiva do Sistema Guandu-Lameirão. O serviço estava agendado para a próxima quinta-feira (5), mas devido à previsão de uma onda de calor intenso a companhia resolveu adiar para o dia 24/09. Segundo a Cedae, a manutenção exige o desligamento do sistema e a interrupação da produção de água, com a previsão de altas temperaturas - e, consequentemente, de aumento do consumo de água - a companhia decidiu pelo adiamento para minimizar o impacto sobre a população. A decisão foi tomada na última sexta-feira (30/08) pela Cedae, em conjunto com as concessionárias responsáveis pela distribuição de água na Região Metropolitana, a Agenersa (Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio) e os integrantes do Centro de Controle Operacional do Sistema de Saneamento do Estado.
- Veja as oportunidades divulgadas nesta semana
Governo do Estado divulga 3 mil oportunidades e ONG oferece 40 mil vagas em cursos online. Para ajudar quem está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, a Agência Lume separou as oportunidades de emprego e cursos de especialização divulgadas nesta semana. Cria Digital ONG JA Rio de Janeiro divulga 40 mil vagas em cursos on-line para formar jovens de baixa renda em influenciadores digitais. Ator Jonathan Azevedo é um dos professores do Cria Digital, realizado pela JA Rio de Janeiro e a M2BR Academy, a iniciativa nacional também conta com a parceria do Canva. O curso é 100% gratuito e tem abordagem acessível, prática e inspiradora, a iniciativa é voltada para estudantes da rede pública de ensino, adolescentes e jovens, de 15 a 29 anos. Especialmente aquele em situação de vulnerabilidade social e que desejam transformar suas vidas e comunidades por meio do trabalho como influenciador digital e com criação de conteúdo para redes sociais. O curso vai abordar fundamentos básicos do marketing digital, processo criativo, roteiro, relacionamento com marcas, gravação e edição de vídeos com o celular. Além de um módulo exclusivo ministrado pelo Canva Brasil, que ensinará a criar imagens atrativas, montar um bom portfólio e estruturar um media kit de sucesso. Também será disponibilizada uma biblioteca exclusiva no Canva com modelos pré-prontos. Os interessados devem realizar a inscrição no site do projeto: https://jarj.org.br/criadigital/ Vagas de emprego e estágio O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Trabalho e Renda, divulgou esta semana, 3.048 oportunidades de trabalho no Rio de Janeiro. São 1.382 vagas de emprego formal e 1.666 para estágio e jovem aprendiz, com diferentes níveis de escolaridade. Todas as oportunidades são disponibilizadas por meio dos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine), enquanto os estágios e oportunidades de jovem aprendiz são fruto de parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). A região Metropolitana oferece ainda vagas com salários de quatro mínimos (R$ 5.648), como para gerente de lojas (Niterói e Nova Iguaçu), motorista de ônibus (Duque de Caxias), e subgerente de loja (Nova Iguaçu), entre outras. Com salários de cerca de R$ 4.200, há opções para encarregado de açougue, mecânico de refrigeração, operador de caixa e mecânico eletricista. Para concorrer as vagas é importante manter o cadastro e currículos atualizados no Sistema Nacional de Emprego, que analisa o perfil do candidato e a vaga cadastrada pelo empregador. Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sine levando os documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/PASEP/NIT/NIS e CPF. Para consultar o endereço das unidades e os detalhes de todas as vagas oferecidas, basta acessar o Painel Interativo de Vagas da Secretaria de Trabalho e Renda do estado, disponível no site http://www.rj.gov.br/trabalho/ . Para os estudantes que buscam uma oportunidade de estágio, o CIEE colocou à disposição da população do Rio 1.666 oportunidades, sendo 944 para Ensino Superior e 722 para Ensino Médio, técnico e jovem aprendiz. Para mais informações acesse: http://www.ciee.org.br/










