• Fernanda Calé

Operação une secretarias de Meio Ambiente para fechar lixão em Jacarepaguá


Foto: Divulgação / Prefeitura do Rio.

Na manhã de ontem (05/05) os agentes fecharam um lixão clandestino que já ocupava uma área equivalente a 5 campos de futebol.

 

Uma operação conjunta que uniu as Secretaria Municipal (SMAC) e Estadual (SEAS) de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), fechou lixões de construção civil e lixo doméstico na manhã de ontem (05) em Curicica, Jacarepaguá.


A área ocupada pelos lixões era equivalente a cinco campos de futebol, onde eram descartados irregularmente resíduos sólidos, uma escavadeira foi apreendida, e para evitar que os caminhões continuem despejando material no aterro clandestino, os agentes ambientais fizeram valas no terreno.


A operação também contou com o apoio do 18º Batalhão de Polícia Militar (Jacarepaguá), e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA).


Segundo a Prefeitura do Rio, traficantes locais cobravam R$ 50 reais por caminhão para o descarte, o valor era inferior aos estipulados pelos aterros devidamente licenciados pelos órgãos ambientais. O local ficava no Caminho do Outeiro, comunidade ao lado da Cidade de Deus.


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Houve confronto com a chegada dos agentes e os traficantes fugiram do local. Segundo a Prefeitura, existe um projeto de construção de uma importante via de ligação entre a Avenida Ayrton Senna e a Estrada dos Bandeirantes que deve ser erguido no local.


A Prefeitura monitora ainda cerca de cinco locais de despejo clandestino de resíduos na região. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente da Cidade, grande parte da área é alagada e cercar de 400 toneladas de resíduos já foram descartadas ilegalmente no local. Este volume é utilizado para terraplanagem dos terrenos, aumentando a área invadida para uma futura ocupação.


Além do impacto ambiental, lixões clandestinos podem acarretar impacto socioeconômicos e na segurança pública do local, comprometendo a mobilidade urbana na região, aumentando a violência e impactando diretamente os empreendimentos comerciais e residenciais existentes no entorno.


Fonte: https://prefeitura.rio/ e http://www.rj.gov.br/

 

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