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  • Obra de escola em Rio das Pedras aguarda verba para finalização há mais de 3 anos

    Moradores reclamam da demora da obra que foi iniciada ainda na gestão de Eduardo Paes. Por: Fernanda Calé e Gabrielle Teles. A construção de uma escola municipal localizada no condomínio Moradas do Itanhangá, em Rio das Pedras, tem intrigado os moradores pela demora. A obra, que começou ainda na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes, continua inacabada no último ano da prefeitura de Marcelo Crivella. Procurados pela Lume Rio das Pedras, a Secretaria Municipal de Educação informou que as obras abandonadas pelo governo anterior estão incluídas no cronograma de reformas e recuperação de obras, a cargo da Coordenação de Infraestrutura da Secretaria Municipal de Educação (SME). A escola, que está nesse planejamento, aguarda a disponibilidade de orçamento para ser concluída. Apesar de não ter uma previsão de quando a escola será inaugurada, os moradores que passam pelo local relatam que grande parte da estrutura aparenta já estar finalizada. A falta de vagas no ensino público municipal da região, faz com que os responsáveis matriculem seus filhos em bairros vizinhos, aumentando não só o tempo de deslocamento, mas também o custo com a passagem. Viviane, moradora da comunidade de Rio das Pedras, é uma das mães que não encontrou vaga na rede municipal para seu filho. A moradora relatou que foi obrigada a matricular a criança em uma escola na Taquara, em Jacarepaguá. Para chegar ao local, Viviane e seu filho precisam pegar um ônibus, mas nem sempre ela tem dinheiro para as passagens: “Desde o começo do ano, quando abriram vagas no colégio, eu não consegui vaga pro meu filho de cinco anos e, quando consegui, foi em uma escola longe, na Taquara. Eu não tenho condições de levar ele todo dia, pois estou desempregada e não tenho dinheiro para levar. As escolas daqui (do Rio das Pedras) já estão lotadas, já falei com as diretoras, mas sempre falam que não tem vaga. Comecei a ensinar ele em casa, mas espero que quando acabar a pandemia alguém consiga me ajudar.”

  • Coronavírus: As 111 ruas Amparo em Rio das Pedras

    Como a não existência de CEPs válidos afetou os moradores de 44,2% das ruas da comunidade. Por: Adão Paiva; Douglas Teixeira; Érika Alves; Fernanda Calé; Gabrielle Teles; Rô Tavares; Wellington Melo. *OBS.: O CEP 22.753-050, identificado como Rua Amparo, atinge quase metade da comunidade de Rio das Pedras. No local, a rua oficial é popularmente conhecida como Rua do Amparo. Lançado neste mês, o painel “Covid por CEP”, criado pelo arquiteto Thales Mesentier, utiliza os dados da Prefeitura do Rio para analisar os casos de coronavírus nas ruas do Rio de Janeiro. Em cinco dias, o site que já teve 100 mil acessos, aponta que a Rua do Amparo, localizada na comunidade de Rio das Pedras, é a recordista na cidade em número de mortes, chegando a ter nove no total. Mas o que nenhuma outra reportagem divulgou nesses dados, é que em Rio das Pedras, das 251 ruas encontradas, 111 respondem pelo CEP da Rua do Amparo (44,2% do total de ruas). Por isso, todos os moradores são cadastrados na rede de saúde como moradores do CEP 22753-050. Qual é o resultado disso? Além de acumular casos de COVID-19 em nome de mais de uma centena de ruas, a população da Rua do Amparo também precisa lidar com o preconceito. Veja agora como a falta de apuração, aliada a uma sucessão de erros, e uma foto desatualizada em reportagens, pode causar na vida das pessoas. “Minha patroa falou que o que importa é a matéria. Eu falei pra ela que era foto antiga.” Esse é o relato de uma moradora da Rua do Amparo, que teve que explicar aos patrões que sua rua não está mais alagada com esgoto. Por medo, a moradora prefere não se identificar. Lorena Carvalho é uma liderança comunitária em Rio das Pedras, ela contou que recebeu mensagens de alguns moradores da comunidade pedindo fotos da Rua do Amparo, eles queriam mostrar as outras pessoas como é o estado atual da rua. “(…) quando saiu a matéria da rua com a foto antiga os patrões ficaram com medo delas levarem outros tipos de doenças pro trabalho. Então é o CEP, todos nós sabemos que não se refere só a Rua do Amparo. E como todo nós  sabemos, as coisas estão bem difíceis. Ninguém está podendo perder seus empregos! Lamentável.” Os sistemas da Secretaria Municipal de Saúde, e de diversas outras empresas colocam as ruas sem CEP com o código postal das ruas ‘reconhecidas’ mais próximas. Nesse cadastro, praticamente quase todas as ruas da região do Areal 1, Areal 2 e Areinha receberam o CEP da Rua Amparo. Segundo o levantamento feito pela nossa equipe em parceria com o Correio Comunitário de Rio das Pedras, 111 ruas respondem pelo CEP 22753-050. Fontes também revelaram a Lume que nas Clínicas da Família localizadas na comunidade, o CEP da Rua do Amparo é um dos mais usados, pois o sistema exige CEPs ‘chave’ para o cadastro de  pacientes de ruas não reconhecidas formalmente. Isso pode ter feito com que casos de COVID-19 registrados na Rua do Amparo, sejam oriundos de outras áreas. Perguntada sobre a situação, a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde afirmou: “Os casos informados no Painel Rio Covid-19 usam como referência os endereços informados, o que inclui o CEP, de bairros oficiais da cidade e de comunidades. Importante destacar que a computação dos dados conta com o auxílio das equipes de Estratégia de Saúde da Família com amplo conhecimento do local em que atuam. O cadastramento de casos na plataforma usa como referência o endereço informado pelo paciente ao profissional de saúde no momento do atendimento ou o endereço já cadastrado pelo usuário na clínica da família ou centro municipal de saúde em que é acompanhado.” Sobre o painel ‘Covid por CEP’ utilizar dados disponibilizados pela Prefeitura a mesma respondeu: “É importante deixar claro que o aplicativo ‘Covid por CEP’ não é da Prefeitura do Rio. Portanto, não se trata de fonte oficial para a divulgação de casos e óbitos confirmados. A Prefeitura do Rio divulga diariamente, após as 18h, atualizações da covid-19 na cidade por meio do Painel Rio Covid-19. Segue o link para acesso: https://experience.arcgis.com/experience/38efc69787a346959c931568bd9e2cc4”. Covid por CEP Thales Mensentier, criador do Covid por CEP, relevou para a Lume que cada código postal tem uma rua de referência e, por isso, o 22.753-050, identificado como Rua Amparo, também pode incluir outras áreas. “Existem desde CEPs que englobam cidades inteiras (no caso de cidades menores) até CEPs especiais destinados a um único edifício. Isso acontece em toda a cidade. Em geral cada CEP tem uma rua de referência (poderia se dizer a rua principal daquele CEP) e por isso o 22.753-050 acaba sendo identificado na Rua do Amparo.” E Thales complementou dizendo: “Mas essa situação acontece na cidade inteira. Existem CEPs que cobrem ruas inteiras ou grandes trechos de avenidas. Como não existe, no caso do Rio de Janeiro, um mapeamento detalhado da quantidade de domicílios atendidos por cada CEP fica difícil exibir o número de outras formas, como por incidência, quando calculamos a quantidade de casos dividida pela quantidade de habitantes.” Quando perguntado sobre explicações que poderiam ser dadas no painel, para que o público pudesse entender melhor a abrangência de cada CEP, o arquiteto respondeu: “Se houver o dado detalhando todas as ruas abrangidas por cada CEP disponível dá pra pensar em implementar essa funcionalidade (de listar as ruas atendidas por aquele CEP). Mas a situação desse CEP não é exclusiva. Outros CEPs em outras regiões da cidade (inclusive mais densas e verticalizadas) também abrangem áreas imensas e, eventualmente dezenas de ruas. Nenhum outro CEP sequer chega perto do número de 40 casos ativos.” Embora a ideia seja recente, Thales pretende fazer algumas atualizações no painel: “Uma das coisas na qual estou trabalhando é em uma página com respostas para as dúvidas mais frequentes para que as pessoas possam ter essa e outras explicações disponíveis no site. Mas o tempo é um recurso escasso, infelizmente.” O arquiteto também falou sobre a situação dos moradores da comunidade: “Eu compreendo. Acho muito ruim que isso esteja acontecendo. O número de casos ali é alto, mas é alto em outras regiões da cidade também, inclusive em regiões mais ricas.” Morador da comunidade de Rio das Pedras, Vinícius Martins, vive na rua Limões, na Areinha, mas possui o mesmo CEP da rua Amparo. O morador falou com a Lume e deu sua opinião sobre o problema da não explicação a população geral sobre essas informações: “Olha, poderíamos ser generosos com esses profissionais e concluir disso uma certa ingenuidade com relação à configuração urbana do local fruto do processo histórico de ocupações desordenadas. Essa talvez fosse a resposta mais fácil e mais bem aceita pela opinião pública. Por outro lado, se considerarmos não só a forma mas também o fundo dessas reportagens, isto é, aquilo que fica subentendido, assim como o histórico da cobertura que a mídia faz do Rio das Pedras, não acredito ser capaz de fazer tal leitura. Acredito sim ser efeito de um trabalho deliberadamente preguiçoso e irresponsável. Nós acompanhamos desde há muito tempo a cobertura sobre a favela de Rio das pedras, o RP (como as demais favelas da cidade) sempre aparece caracterizado pela negatividade, seja com imagem de enchentes, ou informações sobre milícias e violência, por isso dessa vez não acredito ser tão diferente, talvez uma diferença de grau mas não de natureza; é fácil demais pra eles pintarem as favelas cariocas como locais que não estão cumprindo os protocolos de segurança e em seguida fazer uma reportagem que confirmaria tal irresponsabilidade local, pintando os moradores como  cidadãos ruins e mau caráter, como vemos os debates diários entre “especialista” na tv.” A Lume Rio das Pedras detalhou e mapeou, com a ajuda do Correio Comunitário e de moradores que participam do grupo da Lume no Facebook, todas as ruas atendidas pelo CEP 22753-050. Você pode ter acesso ao mapeamento fazendo download do documento abaixo.

  • Violência doméstica em tempos de pandemia

    Por: Yanka Martins. Em meio à pandemia mundial da COVID-19, o novo Corona vírus, estudos apontam o aumento do número de casos de violência doméstica. Segundo relatório da ONU mulheres, há indícios de aumento da violência contra mulheres no México, no Brasil e na Colômbia. No estado de São Paulo, por exemplo, houve um aumento de 45% nos casos de violência contra mulheres. Essa porcentagem apresenta apenas os casos em que a polícia foi acionada. São formas de violência doméstica e familiar, segundo a lei Maria da Penha, lei n° 11.340/2006: A violência física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial. A violência física, é o uso da força com o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. Sendo comum murros, tapas, agressões, entre outras que atinjam a integridade física; A violência psicológica, se caracteriza por rejeição, humilhação, descriminação, desrespeito, manipulação, chantagem, entre outras que causem danos emocionais; A violência sexual, é quando se forçam relações sexuais, praticando atos sexuais, sem o consentimento da vítima, fazendo uso de ameaça ou violência; Violência patrimonial, é entendida quando há destruição ou dano aos pertences da mulher, controle de dinheiro, oculta bens e prioridades; Na Violência moral, são feitas ameaças, calúnias, injúria, difamações etc. A violência doméstica contra as mulheres se faz presente em nossa sociedade e se desenvolve de geração em geração. Podemos entender como fatores que contribuem para a propagação da violência por exemplo, o machismo, a falta de conhecimento sobre a rede de serviços e proteção (até mesmo sua eficácia), etc. Por conta da pandemia, da quarentena, determinação do isolamento social, orientações feitas pelos órgãos competentes, os serviços essenciais estão se reorganizando em busca de um atendimento adequando frente a essa forma de ser organizar socialmente. Em razão disso, listarei serviços de atendimento a mulheres vítimas de violência, em especial os que atendem o território de Jacarepaguá: Delegacia Especializada de Atendimento à mulher – DEAM LEGAL – JACAREPAGUÁ Rua Henriqueta, nº 197 – Tanque Tel (21) 2332-2574 / 2332-2578 / 2332-2574 Email:deam41atend@pcivil.rj.gov.br Referência: Rua do Posto de Saúde, do Corpo de Bombeiros e da CEDAE, ao lado da 41ª DP. Atendimento 24h. Núcleo de Defesa dos Direitos da Mulher Vítima de Violência de Gênero, da Defensoria Pública – NUDEM. A defensoria pública está prestando atendimento jurídico remoto via WhatsApp através do número (21) 97226-8267. Além das DEAMs (Delegacias Espacializadas de Atendimento a Mulher) e das instituições da justiça e da saúde, o Estado do Rio de Janeiro conta com Centros de Atendimento, Casas Abrigo e com um conjunto de instituições de defesa dos direitos das mulheres. É importante destacar que, as Casas Abrigo são locais temporários para mulheres vítimas de violência doméstica e seus filhos, em situação de risco de perder a vida. Seus endereços não são divulgados para a proteção das vítimas e os encaminhamentos são realizados pelos centros especializados. Os Centros especializados em atendimento a mulher, oferecem acompanhamento psicossocial e jurídico. Visando o fortalecimento da cidadania das mulheres em situação de violência doméstica. O seu atendimento está sendo disponibilizado por meios remotos, via WhatsApp: CEAM – CHIQUINHA GONZAGA – CENTRO ESPECIALIZADO DE ATENDIMENTO à MULHER. Rua Benedito Hipólito, nº 125 – Praça Onze – Centro. Tel (21) 2517-2726 / Whatsapp: (21) 98555-2151. Email: ceam.spmrio@gmail.com CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – CREAS Daniela Perez Rua Nacional, 275, Taquara, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2213- 2471 Atendimento: 10:00h as 14:00. Além destes, é importante destacar centrais telefônicas destinadas para atendimento à mulher: 180 – CENTRAL DE ATENDIMENTO à MULHER Linha telefônica nacional criada pela Secretaria Especial de política para as Mulheres – SpM, do Governo Federal. Recebe denúncias de mulheres de todos os estados brasileiros. 190 – Polícia Militar. 192 – SAMU. DISQUE MULHER – CIAM Márcia Lyra. Tel (21) 2332-8249. Disque 100 – Denuncia de abuso, exploração sexual praticados contra crianças e adolescente. É importante lembrar que a culpa NUNCA é da vítima e que em briga de marido e mulher se deve, sim, meter a colher! Yanka Martins, Assistente Social formada pela PUC-Rio, pós-graduanda em Social e Saúde pela UERJ. Atua como assistente social desde 2018, e é ex moradora de Rio das Pedras.

  • Moradores da Via Light reclamam da poeira causada por obra para a construção de condomínio

    Segundo moradores vizinhos da obra, a poeira já esta causando prejuízos. As obras para a construção de um condomínio residencial estão gerando muita dor de cabeça para quem mora na Via Light, os moradores dizem que a poeira é constante e que está causando diversos problemas. Eles reclamam que já tentaram falar com os responsáveis da obra, mas que nada foi feito para amenizar a situação que vem incomodando ainda mais nesses meses de pandemia, já que os moradores estão passando mais tempo em casa. Os moradores dizem que os caminhões saem da obra com os pneus cheios de barro, e que esse barro fica acumulado na pista. Depois que o barro seca a poeira sobe e afeta quem mora nas na região das casinhas. Everton é taxista e mora próximo a obra, ele reclama que depois que a poeira começou, é obrigado a gastar cerca de R$ 100,00 reais por semana para limpar seu veículo: “… você vem com o carro limpo pra casa, você para o carro e quando você acorda no dia seguinte o carro está repleto de poeira. Eu sou taxista, não tem como sair com o carro desse jeito, ninguém vai entrar no meu carro, eu posso ser ‘lacrado’ pela Prefeitura se eu não lavar o carro.” Nessa semana a Lume Rio das Pedras entrou em contato com a Direcional Engenharia, empresa responsável pela construção do futuro condomínio, a empresa nos respondeu por meio de nota: A Direcional Engenharia informa que vai intensificar as medidas adotadas com relação a poeira gerada pela obra a fim de diminuir os transtornos causados aos moradores do entorno. A Lume vai continuar acompanhando o caso.

  • Assaltantes deixam uma pessoa baleada no Anil

    Os suspeitos assaltavam um homem em frente a um banco do bairro quando foram surpreendidos por um policial de folga. Por: Fernanda Calé e Wellington Melo. Na tarde desta terça-feira (23), um roubo aconteceu próximo ao número 6215 da Estrada de Jacarepaguá , no bairro no Anil. Segundo a Polícia Militar, que foi acionada, os suspeitos que estavam em uma moto assaltaram uma pessoa que levava uma quantia em dinheiro. Um policial de folga viu toda a ação e reagiu, dando inicio a uma troca de tiros. Segundo comerciantes da região, os tiros atingiram dois carros e uma van que circulava no sentido Gardênia Azul. Uma mulher que estava passando a 100 metros do local acabou sendo baleada, foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra. Os criminosos conseguiram escapar em uma moto sem placa. Atualização: A mulher baleada se chama Edineia Moreno Ribeiro, ela tem 25 anos, ainda não se sabe o seu estado de saúde. Foi informado apenas que a vítima foi encaminhada para o Hospital Lourenço Jorge.

  • Centro de imagem é inaugurado em Rio das Pedras

    Equipamentos servirão pra rápido diagnóstico da Covid-19. Por: Fernanda Calé e Wellington Melo. O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, inaugurou na manhã deste domingo (14) o novo centro de imagem, localizado na Rua Nova, ao lado da Clinica da Família Otto Alves de Carvalho em Rio das Pedras. Na cerimônia, o prefeito agradeceu a todos que contribuíram para a conclusão do projeto. O novo centro de imagem conta com a máquina de raio-x, e um tomógrafo de alta tecnologia, que ajuda no diagnóstico rápido da Covid-19. Este é o 12º tomógrafo instalado como parte da estratégia de combate à pandemia. O equipamento é essencial para o diagnóstico da Covid-19, pois identifica com precisão a pneumonia causada pelo novo coronavírus. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances de cura tem o paciente, uma vez que o tratamento rápido e no estágio inicial da doença evita que o quadro se agrave. A secretária de saúde, Ana Beatriz Busch, afirmou que o tomógrafo vai ficar na comunidade como um legado: “O fluxo é esse, através da Clínica da Família (Otto Alves de Carvalho), especificamente para a Covid. Agora (sic) esse tomógrafo vai ser usado para todos os outros exames via SISREG, seja um AVC, seja a procura do Câncer de mama, de próstata… Isso aqui é um legado que fica para a comunidade de Rio das Pedras. Esse tomógrafo vai ficar, não sai daqui!” Vários locais já receberam esses tomógrafos, como Pavuna, Santa Cruz e Rocinha. E outros ainda irão receber, como Cidade de Deus, Maré e Madureira. Ao todo, serão 16 tomógrafos espalhados pela cidade do Rio de Janeiro. Em entrevista exclusiva a Lume Rio das Pedras, o prefeito Marcelo Crivella ressaltou o cuidado no combate ao coronavírus: “Nós estamos instalando tomógrafos na cidade toda, fizemos um hospital de campanha próximo com 500 leitos (hospital localizado no Riocentro), e também o Raul Gazolla passou a ser devotado a causa do Corona vírus. Mas é muito importante que as pessoas tenham cuidado, usem máscara, lave as mãos quando sair de casa ou chegar em casa, ou entrar no comércio, sair do comércio, e ao primeiro sintoma procurem um médico. Febre, problemas de respiração, pessoas, sobre tudo que tem ‘idade’, ou que tem comorbidades. Essas pessoas devem estar muito atentas e procurar o tratamento ao primeiro sintoma.”

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